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    O tenente-coronel Lobão, um dos policiais militares citados no processo da Operação El Patron e seu desdobramento através da operação Hybris, que desarticulou uma estruturada e sofisticada Organização Criminosa (Orcrim) especializada na lavagem de capitais advindos de jogos de azar, agiotagem, receptação qualificada, entre outras infrações penais, atuante em Feira de Santana e cidades circunvizinhas, esteve nos estúdios do Acorda Cidade na manhã desta quarta-feira (10), para comentar sobre a citação de seu nome, bem como notícias que foram veiculadas a seu respeito.

    Durante a entrevista, o tenente-coronel, falou sobre a sua relação com o deputado estadual Binho Galinha, e de acordo com ele, não tinha conhecimento de informações que envolviam o nome do deputado na prática de crimes, e sua relação com Binho Galinha era apenas de conhecidos e com quem negociou a compra de um terreno.

    À princípio, Hildon Lobão explicou como recebeu a informação de que a Polícia Federal estaria com um mandado de busca e apreensão em sua residência, em Feira de Santana.

    “Eu trabalho em Salvador atualmente porque sou Coordenador de Direitos Humanos e estava em meu apartamento, me vestindo, quando de repente minha esposa me liga nervosíssima dizendo que a Polícia Federal estava lá em um mandado de busca e apreensão. Automaticamente tirei minha farda, me dirigi para Feira de Santana o mais rápido possível e ao chegar aqui, fomos ao escritório dos advogados para tentar entender o que tinha acontecido. Não sabíamos do que eu estava sendo acusado. Fizemos a procuração, os advogados deram vista aos autos e pasme, a única coisa que tem nos autos foi sobre uma venda de um terreno pelo deputado Binho Galinha ao casal José Hildon e Kátia Cilene”, disse.

    Compra de terreno

    Segundo o tenente-coronel, a compra de um terreno, realizada através de uma negociação com o deputado Binho Galinha teria sido uma das motivações para que fosse um dos alvos da Operação Hybris. Porém, a documentação, bem como o pagamento foram realizados legalmente.

    O tenente-coronel também pontuou que a negociação da área adquirida teria acontecido de forma parcelada e em espécie.

    “Eu estou comprando um terreno no valor próprio, pago propriamente, documentado e se eu estivesse comprando alguma coisa errada, eu colocaria no meu nome e no nome da minha esposa? Então, para a minha boa fé, eu pratiquei o ato correto e legal. O terreno é documentado, tem escritura pública. Paguei em espécie e dividido. Desde quando você pagar em espécie significa que você quer fazer ocultação? Aonde está escrito no ordenamento jurídico pátrio que comprar em dinheiro ‘vivo’ na expressão popular, é cometimento de crime ou se quer ocultar qualquer coisa para a Polícia ou para a Receita Federal? Esse valor foi dividido, não tínhamos esse dinheiro completo e na negociação foi dito ao deputado Binho que seria dividido e quando chegasse a data do vencimento, às vezes tínhamos que tomar emprestado com outros amigos para quitar esse débito. Em Feira de Santana todo o comércio tem uma praxe, quando paga em dinheiro é X, paga em cartão é X e Y e quando paga em cartão de crédito é X, Y e Z. Então, tem que prender Feira de Santana”, contou.

    Outro ponto mencionado na Operação deflagrada na terça-feira (9), foi que através dos alvos investigados, notou-se através da Receita Federal uma incompatibilidade de renda dos investigados com as suas contas bancárias.

    Questionado sobre esta afirmação, José Hildon enfatizou que o seu faturamento mensal é fruto de outras funções que exerce, sendo sócio de uma empresa de granitos junto à esposa, além da comercialização de animais.

    “Renda incompatível não. Eu sou casado, minha esposa tem a empresa dela onde somos sócios e toda movimentação financeira é feita através de minha conta, a compra do granito é feita através do meu cheque. Ontem, quando os prepostos da Polícia Federal estiveram em minha casa, eles levaram todos os comprovantes de transferência PIX da conta da empresa para a minha conta, está lá comprovado. Hoje inclusive, vamos solicitar à empresa que nos vende o granito a cópia dos cheques. Toda a movimentação financeira é feita através da minha conta. Sou policial militar mas em paralelo à isso eu sou médico veterinário e eu atendo, eu sou administrador, sou advogado, em paralelo à isso eu sou sócio da minha esposa, crio cavalos e vendo potros. E em paralelo à isso eu vendo carneiro e bode em Morro do Chapéu, onde vendo para abate. Eu tenho que correr atrás, eu não sei roubar. A empresa é de mármores, granito, móveis planejados”.

    Durante o mandado de busca e apreensão realizado na residência do tenente-coronel da Polícia Militar foram levados, conforme ele, documentos do terreno negociado com o deputado federal Binho Galinha, a documentação da residência em Feira de Santana e mais alguns arquivos.

    Ainda em entrevista, Lobão questionou o processo que segue em segredo de justiça, mas que o seu nome teria sido “vazado”. Para ele, e como agente do estado, caberia um chamamento para prestar quaisquer esclarecimentos acerca da compra do terreno ou a sua ligação com o deputado também investigado.

    “Eu não sabia que a compra de um terreno legal, registrado daria um desfecho desse. Eu fico a me perguntar, se existiam dúvidas na compra e no desfecho desse terreno. Tenho residência fixa, sou policial militar que posso ser intimado via corporação. Então por que que eu não fui chamado para esclarecer a compra desse terreno? por que se teve uma medida tão drástica e pesada contra a minha pessoa, já que todos os cantos da Bahia sabem da minha conduta? por que não me intimou para que prestasse esclarecimentos? por que o processo corre em segredo de justiça e vazaram meu nome?”, perguntou.

    Conforme exposição do seu nome também vinculada aos meios de comunicação, o tenente-coronel frisou ainda o processo que vivenciou com a esposa ao receber a notícia de que estava sendo investigado. Ele também explicou que teve fotos institucionais vazadas, além de receber ligações de veículos de comunicação que o questionavam sobre o envolvimento com a organização criminosa.

    “Palavras ao vento não se recolhem mais. Estou aqui falando para meus amigos a verdade e eu sei que corações empedernidos do mal vão continuar com essa falácia e isso me deixa muito triste. Não dormi a noite, minha esposa tremia por conta disso. Então por que um fato jurídico tão fácil não foi exercido através de intimação? Pegaram duas fotos minhas, fotos institucionais e mandaram para dois sites de Salvador. Eu tenho várias fotos públicas, mas essas fotos foram institucionais e como foi que dois repórteres, de dois sites, me ligam a ser miliciano? Onde está escrito que sou miliciano no processo?”, disse.

    Relação com Binho Galinha

    Outro fator mencionado pelo tenente-coronel Lobão foi a sua relação com o deputado Binho Galinha, também alvo da Operação El Patron. Segundo o agente público, qualquer convivência direta com Binho Galinha teria sido por questões administrativas quando ainda era comandante da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar, no ano de 2022.

    “Eu não tenho bola de cristal para saber tudo o que acontece em Feira de Santana e pra saber quem está lavando dinheiro ou quem está cometendo crime. Eu sou da área operacional, não de inteligência. Sobre Binho Galinha, quem aqui não conhece Binho Galinha? Eu conheci Binho Galinha em 2022, na campanha dele quando eu comandava a 67ª CIPM e ele necessitava de liberação de motociata, cavalgada. Minha relação era sempre essa, mas nunca andei em bar, festa com Binho. Fui duas vezes em sua casa para levar partes vencidas do terreno em espécie a ele, mas relação de proximidade, negativo”.

    Afastamento

    Atualmente afastado do cargo de Coordenador do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar da Bahia, Lobão disse que aguarda a confirmação do período que estará sem desenvolver as atividades na capital baiana, mas que espera que o afastamento seja temporário.

    Ainda conforme o tenente-coronel, o vazamento do seu nome como alvo da operação teria sido “direcionado a prejudicá-lo”, e que a sua vida pública baseada em honestidade e legalidade pode gerar inveja e ciúme de terceiros.

    “O afastamento não se refere se é temporário. Creio junto com os advogados já que no processo não tem sentença, não tem uma prova cabal de que eu estaria participando de uma milícia, que deva ser temporário. A coisa foi tão perversa que disseram que eu estava em casa e que eu tinha sido conduzido e até preso. Mas eu não fui conduzido ou preso. Eu estava em Salvador e fui à Feira de Santana. A coisa foi tão direcionada a prejudicar o meu nome, minha boa imagem, minha boa forma porque sou respeitado em Feira de Santana daquilo que eu fui e que sou, dentro da legalidade, da honestidade dentro de todos os princípios legais que um agente do estado tem que proceder. Todo lugar tem inveja, todo lugar tem pessoas que são despeitadas. Sou trabalhador, sou homem que gosta de estar na rua defendendo a sociedade. Eu me preparei o tempo todo, fui estudar a área jurídica para ser um bom oficial. Sou trabalhador e isso gera inveja, ciúme”.

    Advogado constituído para representar a defesa de José Hildon Lobão, Caio César também esteve no Programa Acorda Cidade e comentou sobre o assunto. Segundo o advogado, não há declarações que confirmam que o seu cliente estivesse realizando a compra de um terreno de forma ilegal.

    “O tenente-coronel Lobão efetuou a compra do terreno de maneira popular, efetuou o pagamento em espécie que não constitui nenhum tipo de crime, ele informou que foi efetuado o parcelamento e também o pagamento de todos os tributos, registrou no nome dele e sua esposa e efetuou todas as transações. Ainda está em tempo de apresentar sua declaração de imposto e renda informando a propriedade e conversando com ele, ele ainda informa que sempre declara todos os seus investimentos e todos os seus imóveis. Ele não tem nada a esconder e veio buscar o programa para esclarecer já que sua imagem foi vinculada aos demais órgãos da mídia e todos os desdobramentos que tem gerado a ele”.

    Caio César afirmou ainda que irá solicitar, junto aos demais advogados do caso, o afastamento do tenente-coronel do processo que corre em segredo de justiça.

    “Tendo em vista todo arcabouço probatório do tenente coronel, tendo em vista que ele comprou o terreno em valor de mercado, vamos apresentar as peças cabíveis e vamos pedir o afastamento dele do processo demonstrando realmente que não faz parte dos autos”’, concluiu.

    Fonte Acorda Cidade

  • Sobre nós

    O tenente-coronel Lobão, um dos policiais militares citados no processo da Operação El Patron e seu desdobramento através da operação Hybris, que desarticulou uma estruturada e sofisticada Organização Criminosa (Orcrim) especializada na lavagem de capitais advindos de jogos de azar, agiotagem, receptação qualificada, entre outras infrações penais, atuante em Feira de Santana e cidades circunvizinhas, esteve nos estúdios do Acorda Cidade na manhã desta quarta-feira (10), para comentar sobre a citação de seu nome, bem como notícias que foram veiculadas a seu respeito.

    Durante a entrevista, o tenente-coronel, falou sobre a sua relação com o deputado estadual Binho Galinha, e de acordo com ele, não tinha conhecimento de informações que envolviam o nome do deputado na prática de crimes, e sua relação com Binho Galinha era apenas de conhecidos e com quem negociou a compra de um terreno.

    À princípio, Hildon Lobão explicou como recebeu a informação de que a Polícia Federal estaria com um mandado de busca e apreensão em sua residência, em Feira de Santana.

    “Eu trabalho em Salvador atualmente porque sou Coordenador de Direitos Humanos e estava em meu apartamento, me vestindo, quando de repente minha esposa me liga nervosíssima dizendo que a Polícia Federal estava lá em um mandado de busca e apreensão. Automaticamente tirei minha farda, me dirigi para Feira de Santana o mais rápido possível e ao chegar aqui, fomos ao escritório dos advogados para tentar entender o que tinha acontecido. Não sabíamos do que eu estava sendo acusado. Fizemos a procuração, os advogados deram vista aos autos e pasme, a única coisa que tem nos autos foi sobre uma venda de um terreno pelo deputado Binho Galinha ao casal José Hildon e Kátia Cilene”, disse.

    Compra de terreno

    Segundo o tenente-coronel, a compra de um terreno, realizada através de uma negociação com o deputado Binho Galinha teria sido uma das motivações para que fosse um dos alvos da Operação Hybris. Porém, a documentação, bem como o pagamento foram realizados legalmente.

    O tenente-coronel também pontuou que a negociação da área adquirida teria acontecido de forma parcelada e em espécie.

    “Eu estou comprando um terreno no valor próprio, pago propriamente, documentado e se eu estivesse comprando alguma coisa errada, eu colocaria no meu nome e no nome da minha esposa? Então, para a minha boa fé, eu pratiquei o ato correto e legal. O terreno é documentado, tem escritura pública. Paguei em espécie e dividido. Desde quando você pagar em espécie significa que você quer fazer ocultação? Aonde está escrito no ordenamento jurídico pátrio que comprar em dinheiro ‘vivo’ na expressão popular, é cometimento de crime ou se quer ocultar qualquer coisa para a Polícia ou para a Receita Federal? Esse valor foi dividido, não tínhamos esse dinheiro completo e na negociação foi dito ao deputado Binho que seria dividido e quando chegasse a data do vencimento, às vezes tínhamos que tomar emprestado com outros amigos para quitar esse débito. Em Feira de Santana todo o comércio tem uma praxe, quando paga em dinheiro é X, paga em cartão é X e Y e quando paga em cartão de crédito é X, Y e Z. Então, tem que prender Feira de Santana”, contou.

    Outro ponto mencionado na Operação deflagrada na terça-feira (9), foi que através dos alvos investigados, notou-se através da Receita Federal uma incompatibilidade de renda dos investigados com as suas contas bancárias.

    Questionado sobre esta afirmação, José Hildon enfatizou que o seu faturamento mensal é fruto de outras funções que exerce, sendo sócio de uma empresa de granitos junto à esposa, além da comercialização de animais.

    “Renda incompatível não. Eu sou casado, minha esposa tem a empresa dela onde somos sócios e toda movimentação financeira é feita através de minha conta, a compra do granito é feita através do meu cheque. Ontem, quando os prepostos da Polícia Federal estiveram em minha casa, eles levaram todos os comprovantes de transferência PIX da conta da empresa para a minha conta, está lá comprovado. Hoje inclusive, vamos solicitar à empresa que nos vende o granito a cópia dos cheques. Toda a movimentação financeira é feita através da minha conta. Sou policial militar mas em paralelo à isso eu sou médico veterinário e eu atendo, eu sou administrador, sou advogado, em paralelo à isso eu sou sócio da minha esposa, crio cavalos e vendo potros. E em paralelo à isso eu vendo carneiro e bode em Morro do Chapéu, onde vendo para abate. Eu tenho que correr atrás, eu não sei roubar. A empresa é de mármores, granito, móveis planejados”.

    Durante o mandado de busca e apreensão realizado na residência do tenente-coronel da Polícia Militar foram levados, conforme ele, documentos do terreno negociado com o deputado federal Binho Galinha, a documentação da residência em Feira de Santana e mais alguns arquivos.

    Ainda em entrevista, Lobão questionou o processo que segue em segredo de justiça, mas que o seu nome teria sido “vazado”. Para ele, e como agente do estado, caberia um chamamento para prestar quaisquer esclarecimentos acerca da compra do terreno ou a sua ligação com o deputado também investigado.

    “Eu não sabia que a compra de um terreno legal, registrado daria um desfecho desse. Eu fico a me perguntar, se existiam dúvidas na compra e no desfecho desse terreno. Tenho residência fixa, sou policial militar que posso ser intimado via corporação. Então por que que eu não fui chamado para esclarecer a compra desse terreno? por que se teve uma medida tão drástica e pesada contra a minha pessoa, já que todos os cantos da Bahia sabem da minha conduta? por que não me intimou para que prestasse esclarecimentos? por que o processo corre em segredo de justiça e vazaram meu nome?”, perguntou.

    Conforme exposição do seu nome também vinculada aos meios de comunicação, o tenente-coronel frisou ainda o processo que vivenciou com a esposa ao receber a notícia de que estava sendo investigado. Ele também explicou que teve fotos institucionais vazadas, além de receber ligações de veículos de comunicação que o questionavam sobre o envolvimento com a organização criminosa.

    “Palavras ao vento não se recolhem mais. Estou aqui falando para meus amigos a verdade e eu sei que corações empedernidos do mal vão continuar com essa falácia e isso me deixa muito triste. Não dormi a noite, minha esposa tremia por conta disso. Então por que um fato jurídico tão fácil não foi exercido através de intimação? Pegaram duas fotos minhas, fotos institucionais e mandaram para dois sites de Salvador. Eu tenho várias fotos públicas, mas essas fotos foram institucionais e como foi que dois repórteres, de dois sites, me ligam a ser miliciano? Onde está escrito que sou miliciano no processo?”, disse.

    Relação com Binho Galinha

    Outro fator mencionado pelo tenente-coronel Lobão foi a sua relação com o deputado Binho Galinha, também alvo da Operação El Patron. Segundo o agente público, qualquer convivência direta com Binho Galinha teria sido por questões administrativas quando ainda era comandante da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar, no ano de 2022.

    “Eu não tenho bola de cristal para saber tudo o que acontece em Feira de Santana e pra saber quem está lavando dinheiro ou quem está cometendo crime. Eu sou da área operacional, não de inteligência. Sobre Binho Galinha, quem aqui não conhece Binho Galinha? Eu conheci Binho Galinha em 2022, na campanha dele quando eu comandava a 67ª CIPM e ele necessitava de liberação de motociata, cavalgada. Minha relação era sempre essa, mas nunca andei em bar, festa com Binho. Fui duas vezes em sua casa para levar partes vencidas do terreno em espécie a ele, mas relação de proximidade, negativo”.

    Afastamento

    Atualmente afastado do cargo de Coordenador do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar da Bahia, Lobão disse que aguarda a confirmação do período que estará sem desenvolver as atividades na capital baiana, mas que espera que o afastamento seja temporário.

    Ainda conforme o tenente-coronel, o vazamento do seu nome como alvo da operação teria sido “direcionado a prejudicá-lo”, e que a sua vida pública baseada em honestidade e legalidade pode gerar inveja e ciúme de terceiros.

    “O afastamento não se refere se é temporário. Creio junto com os advogados já que no processo não tem sentença, não tem uma prova cabal de que eu estaria participando de uma milícia, que deva ser temporário. A coisa foi tão perversa que disseram que eu estava em casa e que eu tinha sido conduzido e até preso. Mas eu não fui conduzido ou preso. Eu estava em Salvador e fui à Feira de Santana. A coisa foi tão direcionada a prejudicar o meu nome, minha boa imagem, minha boa forma porque sou respeitado em Feira de Santana daquilo que eu fui e que sou, dentro da legalidade, da honestidade dentro de todos os princípios legais que um agente do estado tem que proceder. Todo lugar tem inveja, todo lugar tem pessoas que são despeitadas. Sou trabalhador, sou homem que gosta de estar na rua defendendo a sociedade. Eu me preparei o tempo todo, fui estudar a área jurídica para ser um bom oficial. Sou trabalhador e isso gera inveja, ciúme”.

    Advogado constituído para representar a defesa de José Hildon Lobão, Caio César também esteve no Programa Acorda Cidade e comentou sobre o assunto. Segundo o advogado, não há declarações que confirmam que o seu cliente estivesse realizando a compra de um terreno de forma ilegal.

    “O tenente-coronel Lobão efetuou a compra do terreno de maneira popular, efetuou o pagamento em espécie que não constitui nenhum tipo de crime, ele informou que foi efetuado o parcelamento e também o pagamento de todos os tributos, registrou no nome dele e sua esposa e efetuou todas as transações. Ainda está em tempo de apresentar sua declaração de imposto e renda informando a propriedade e conversando com ele, ele ainda informa que sempre declara todos os seus investimentos e todos os seus imóveis. Ele não tem nada a esconder e veio buscar o programa para esclarecer já que sua imagem foi vinculada aos demais órgãos da mídia e todos os desdobramentos que tem gerado a ele”.

    Caio César afirmou ainda que irá solicitar, junto aos demais advogados do caso, o afastamento do tenente-coronel do processo que corre em segredo de justiça.

    “Tendo em vista todo arcabouço probatório do tenente coronel, tendo em vista que ele comprou o terreno em valor de mercado, vamos apresentar as peças cabíveis e vamos pedir o afastamento dele do processo demonstrando realmente que não faz parte dos autos”’, concluiu.

    Fonte Acorda Cidade

  • Aplicativo

    O tenente-coronel Lobão, um dos policiais militares citados no processo da Operação El Patron e seu desdobramento através da operação Hybris, que desarticulou uma estruturada e sofisticada Organização Criminosa (Orcrim) especializada na lavagem de capitais advindos de jogos de azar, agiotagem, receptação qualificada, entre outras infrações penais, atuante em Feira de Santana e cidades circunvizinhas, esteve nos estúdios do Acorda Cidade na manhã desta quarta-feira (10), para comentar sobre a citação de seu nome, bem como notícias que foram veiculadas a seu respeito.

    Durante a entrevista, o tenente-coronel, falou sobre a sua relação com o deputado estadual Binho Galinha, e de acordo com ele, não tinha conhecimento de informações que envolviam o nome do deputado na prática de crimes, e sua relação com Binho Galinha era apenas de conhecidos e com quem negociou a compra de um terreno.

    À princípio, Hildon Lobão explicou como recebeu a informação de que a Polícia Federal estaria com um mandado de busca e apreensão em sua residência, em Feira de Santana.

    “Eu trabalho em Salvador atualmente porque sou Coordenador de Direitos Humanos e estava em meu apartamento, me vestindo, quando de repente minha esposa me liga nervosíssima dizendo que a Polícia Federal estava lá em um mandado de busca e apreensão. Automaticamente tirei minha farda, me dirigi para Feira de Santana o mais rápido possível e ao chegar aqui, fomos ao escritório dos advogados para tentar entender o que tinha acontecido. Não sabíamos do que eu estava sendo acusado. Fizemos a procuração, os advogados deram vista aos autos e pasme, a única coisa que tem nos autos foi sobre uma venda de um terreno pelo deputado Binho Galinha ao casal José Hildon e Kátia Cilene”, disse.

    Compra de terreno

    Segundo o tenente-coronel, a compra de um terreno, realizada através de uma negociação com o deputado Binho Galinha teria sido uma das motivações para que fosse um dos alvos da Operação Hybris. Porém, a documentação, bem como o pagamento foram realizados legalmente.

    O tenente-coronel também pontuou que a negociação da área adquirida teria acontecido de forma parcelada e em espécie.

    “Eu estou comprando um terreno no valor próprio, pago propriamente, documentado e se eu estivesse comprando alguma coisa errada, eu colocaria no meu nome e no nome da minha esposa? Então, para a minha boa fé, eu pratiquei o ato correto e legal. O terreno é documentado, tem escritura pública. Paguei em espécie e dividido. Desde quando você pagar em espécie significa que você quer fazer ocultação? Aonde está escrito no ordenamento jurídico pátrio que comprar em dinheiro ‘vivo’ na expressão popular, é cometimento de crime ou se quer ocultar qualquer coisa para a Polícia ou para a Receita Federal? Esse valor foi dividido, não tínhamos esse dinheiro completo e na negociação foi dito ao deputado Binho que seria dividido e quando chegasse a data do vencimento, às vezes tínhamos que tomar emprestado com outros amigos para quitar esse débito. Em Feira de Santana todo o comércio tem uma praxe, quando paga em dinheiro é X, paga em cartão é X e Y e quando paga em cartão de crédito é X, Y e Z. Então, tem que prender Feira de Santana”, contou.

    Outro ponto mencionado na Operação deflagrada na terça-feira (9), foi que através dos alvos investigados, notou-se através da Receita Federal uma incompatibilidade de renda dos investigados com as suas contas bancárias.

    Questionado sobre esta afirmação, José Hildon enfatizou que o seu faturamento mensal é fruto de outras funções que exerce, sendo sócio de uma empresa de granitos junto à esposa, além da comercialização de animais.

    “Renda incompatível não. Eu sou casado, minha esposa tem a empresa dela onde somos sócios e toda movimentação financeira é feita através de minha conta, a compra do granito é feita através do meu cheque. Ontem, quando os prepostos da Polícia Federal estiveram em minha casa, eles levaram todos os comprovantes de transferência PIX da conta da empresa para a minha conta, está lá comprovado. Hoje inclusive, vamos solicitar à empresa que nos vende o granito a cópia dos cheques. Toda a movimentação financeira é feita através da minha conta. Sou policial militar mas em paralelo à isso eu sou médico veterinário e eu atendo, eu sou administrador, sou advogado, em paralelo à isso eu sou sócio da minha esposa, crio cavalos e vendo potros. E em paralelo à isso eu vendo carneiro e bode em Morro do Chapéu, onde vendo para abate. Eu tenho que correr atrás, eu não sei roubar. A empresa é de mármores, granito, móveis planejados”.

    Durante o mandado de busca e apreensão realizado na residência do tenente-coronel da Polícia Militar foram levados, conforme ele, documentos do terreno negociado com o deputado federal Binho Galinha, a documentação da residência em Feira de Santana e mais alguns arquivos.

    Ainda em entrevista, Lobão questionou o processo que segue em segredo de justiça, mas que o seu nome teria sido “vazado”. Para ele, e como agente do estado, caberia um chamamento para prestar quaisquer esclarecimentos acerca da compra do terreno ou a sua ligação com o deputado também investigado.

    “Eu não sabia que a compra de um terreno legal, registrado daria um desfecho desse. Eu fico a me perguntar, se existiam dúvidas na compra e no desfecho desse terreno. Tenho residência fixa, sou policial militar que posso ser intimado via corporação. Então por que que eu não fui chamado para esclarecer a compra desse terreno? por que se teve uma medida tão drástica e pesada contra a minha pessoa, já que todos os cantos da Bahia sabem da minha conduta? por que não me intimou para que prestasse esclarecimentos? por que o processo corre em segredo de justiça e vazaram meu nome?”, perguntou.

    Conforme exposição do seu nome também vinculada aos meios de comunicação, o tenente-coronel frisou ainda o processo que vivenciou com a esposa ao receber a notícia de que estava sendo investigado. Ele também explicou que teve fotos institucionais vazadas, além de receber ligações de veículos de comunicação que o questionavam sobre o envolvimento com a organização criminosa.

    “Palavras ao vento não se recolhem mais. Estou aqui falando para meus amigos a verdade e eu sei que corações empedernidos do mal vão continuar com essa falácia e isso me deixa muito triste. Não dormi a noite, minha esposa tremia por conta disso. Então por que um fato jurídico tão fácil não foi exercido através de intimação? Pegaram duas fotos minhas, fotos institucionais e mandaram para dois sites de Salvador. Eu tenho várias fotos públicas, mas essas fotos foram institucionais e como foi que dois repórteres, de dois sites, me ligam a ser miliciano? Onde está escrito que sou miliciano no processo?”, disse.

    Relação com Binho Galinha

    Outro fator mencionado pelo tenente-coronel Lobão foi a sua relação com o deputado Binho Galinha, também alvo da Operação El Patron. Segundo o agente público, qualquer convivência direta com Binho Galinha teria sido por questões administrativas quando ainda era comandante da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar, no ano de 2022.

    “Eu não tenho bola de cristal para saber tudo o que acontece em Feira de Santana e pra saber quem está lavando dinheiro ou quem está cometendo crime. Eu sou da área operacional, não de inteligência. Sobre Binho Galinha, quem aqui não conhece Binho Galinha? Eu conheci Binho Galinha em 2022, na campanha dele quando eu comandava a 67ª CIPM e ele necessitava de liberação de motociata, cavalgada. Minha relação era sempre essa, mas nunca andei em bar, festa com Binho. Fui duas vezes em sua casa para levar partes vencidas do terreno em espécie a ele, mas relação de proximidade, negativo”.

    Afastamento

    Atualmente afastado do cargo de Coordenador do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar da Bahia, Lobão disse que aguarda a confirmação do período que estará sem desenvolver as atividades na capital baiana, mas que espera que o afastamento seja temporário.

    Ainda conforme o tenente-coronel, o vazamento do seu nome como alvo da operação teria sido “direcionado a prejudicá-lo”, e que a sua vida pública baseada em honestidade e legalidade pode gerar inveja e ciúme de terceiros.

    “O afastamento não se refere se é temporário. Creio junto com os advogados já que no processo não tem sentença, não tem uma prova cabal de que eu estaria participando de uma milícia, que deva ser temporário. A coisa foi tão perversa que disseram que eu estava em casa e que eu tinha sido conduzido e até preso. Mas eu não fui conduzido ou preso. Eu estava em Salvador e fui à Feira de Santana. A coisa foi tão direcionada a prejudicar o meu nome, minha boa imagem, minha boa forma porque sou respeitado em Feira de Santana daquilo que eu fui e que sou, dentro da legalidade, da honestidade dentro de todos os princípios legais que um agente do estado tem que proceder. Todo lugar tem inveja, todo lugar tem pessoas que são despeitadas. Sou trabalhador, sou homem que gosta de estar na rua defendendo a sociedade. Eu me preparei o tempo todo, fui estudar a área jurídica para ser um bom oficial. Sou trabalhador e isso gera inveja, ciúme”.

    Advogado constituído para representar a defesa de José Hildon Lobão, Caio César também esteve no Programa Acorda Cidade e comentou sobre o assunto. Segundo o advogado, não há declarações que confirmam que o seu cliente estivesse realizando a compra de um terreno de forma ilegal.

    “O tenente-coronel Lobão efetuou a compra do terreno de maneira popular, efetuou o pagamento em espécie que não constitui nenhum tipo de crime, ele informou que foi efetuado o parcelamento e também o pagamento de todos os tributos, registrou no nome dele e sua esposa e efetuou todas as transações. Ainda está em tempo de apresentar sua declaração de imposto e renda informando a propriedade e conversando com ele, ele ainda informa que sempre declara todos os seus investimentos e todos os seus imóveis. Ele não tem nada a esconder e veio buscar o programa para esclarecer já que sua imagem foi vinculada aos demais órgãos da mídia e todos os desdobramentos que tem gerado a ele”.

    Caio César afirmou ainda que irá solicitar, junto aos demais advogados do caso, o afastamento do tenente-coronel do processo que corre em segredo de justiça.

    “Tendo em vista todo arcabouço probatório do tenente coronel, tendo em vista que ele comprou o terreno em valor de mercado, vamos apresentar as peças cabíveis e vamos pedir o afastamento dele do processo demonstrando realmente que não faz parte dos autos”’, concluiu.

    Fonte Acorda Cidade

  • Programação

    O tenente-coronel Lobão, um dos policiais militares citados no processo da Operação El Patron e seu desdobramento através da operação Hybris, que desarticulou uma estruturada e sofisticada Organização Criminosa (Orcrim) especializada na lavagem de capitais advindos de jogos de azar, agiotagem, receptação qualificada, entre outras infrações penais, atuante em Feira de Santana e cidades circunvizinhas, esteve nos estúdios do Acorda Cidade na manhã desta quarta-feira (10), para comentar sobre a citação de seu nome, bem como notícias que foram veiculadas a seu respeito.

    Durante a entrevista, o tenente-coronel, falou sobre a sua relação com o deputado estadual Binho Galinha, e de acordo com ele, não tinha conhecimento de informações que envolviam o nome do deputado na prática de crimes, e sua relação com Binho Galinha era apenas de conhecidos e com quem negociou a compra de um terreno.

    À princípio, Hildon Lobão explicou como recebeu a informação de que a Polícia Federal estaria com um mandado de busca e apreensão em sua residência, em Feira de Santana.

    “Eu trabalho em Salvador atualmente porque sou Coordenador de Direitos Humanos e estava em meu apartamento, me vestindo, quando de repente minha esposa me liga nervosíssima dizendo que a Polícia Federal estava lá em um mandado de busca e apreensão. Automaticamente tirei minha farda, me dirigi para Feira de Santana o mais rápido possível e ao chegar aqui, fomos ao escritório dos advogados para tentar entender o que tinha acontecido. Não sabíamos do que eu estava sendo acusado. Fizemos a procuração, os advogados deram vista aos autos e pasme, a única coisa que tem nos autos foi sobre uma venda de um terreno pelo deputado Binho Galinha ao casal José Hildon e Kátia Cilene”, disse.

    Compra de terreno

    Segundo o tenente-coronel, a compra de um terreno, realizada através de uma negociação com o deputado Binho Galinha teria sido uma das motivações para que fosse um dos alvos da Operação Hybris. Porém, a documentação, bem como o pagamento foram realizados legalmente.

    O tenente-coronel também pontuou que a negociação da área adquirida teria acontecido de forma parcelada e em espécie.

    “Eu estou comprando um terreno no valor próprio, pago propriamente, documentado e se eu estivesse comprando alguma coisa errada, eu colocaria no meu nome e no nome da minha esposa? Então, para a minha boa fé, eu pratiquei o ato correto e legal. O terreno é documentado, tem escritura pública. Paguei em espécie e dividido. Desde quando você pagar em espécie significa que você quer fazer ocultação? Aonde está escrito no ordenamento jurídico pátrio que comprar em dinheiro ‘vivo’ na expressão popular, é cometimento de crime ou se quer ocultar qualquer coisa para a Polícia ou para a Receita Federal? Esse valor foi dividido, não tínhamos esse dinheiro completo e na negociação foi dito ao deputado Binho que seria dividido e quando chegasse a data do vencimento, às vezes tínhamos que tomar emprestado com outros amigos para quitar esse débito. Em Feira de Santana todo o comércio tem uma praxe, quando paga em dinheiro é X, paga em cartão é X e Y e quando paga em cartão de crédito é X, Y e Z. Então, tem que prender Feira de Santana”, contou.

    Outro ponto mencionado na Operação deflagrada na terça-feira (9), foi que através dos alvos investigados, notou-se através da Receita Federal uma incompatibilidade de renda dos investigados com as suas contas bancárias.

    Questionado sobre esta afirmação, José Hildon enfatizou que o seu faturamento mensal é fruto de outras funções que exerce, sendo sócio de uma empresa de granitos junto à esposa, além da comercialização de animais.

    “Renda incompatível não. Eu sou casado, minha esposa tem a empresa dela onde somos sócios e toda movimentação financeira é feita através de minha conta, a compra do granito é feita através do meu cheque. Ontem, quando os prepostos da Polícia Federal estiveram em minha casa, eles levaram todos os comprovantes de transferência PIX da conta da empresa para a minha conta, está lá comprovado. Hoje inclusive, vamos solicitar à empresa que nos vende o granito a cópia dos cheques. Toda a movimentação financeira é feita através da minha conta. Sou policial militar mas em paralelo à isso eu sou médico veterinário e eu atendo, eu sou administrador, sou advogado, em paralelo à isso eu sou sócio da minha esposa, crio cavalos e vendo potros. E em paralelo à isso eu vendo carneiro e bode em Morro do Chapéu, onde vendo para abate. Eu tenho que correr atrás, eu não sei roubar. A empresa é de mármores, granito, móveis planejados”.

    Durante o mandado de busca e apreensão realizado na residência do tenente-coronel da Polícia Militar foram levados, conforme ele, documentos do terreno negociado com o deputado federal Binho Galinha, a documentação da residência em Feira de Santana e mais alguns arquivos.

    Ainda em entrevista, Lobão questionou o processo que segue em segredo de justiça, mas que o seu nome teria sido “vazado”. Para ele, e como agente do estado, caberia um chamamento para prestar quaisquer esclarecimentos acerca da compra do terreno ou a sua ligação com o deputado também investigado.

    “Eu não sabia que a compra de um terreno legal, registrado daria um desfecho desse. Eu fico a me perguntar, se existiam dúvidas na compra e no desfecho desse terreno. Tenho residência fixa, sou policial militar que posso ser intimado via corporação. Então por que que eu não fui chamado para esclarecer a compra desse terreno? por que se teve uma medida tão drástica e pesada contra a minha pessoa, já que todos os cantos da Bahia sabem da minha conduta? por que não me intimou para que prestasse esclarecimentos? por que o processo corre em segredo de justiça e vazaram meu nome?”, perguntou.

    Conforme exposição do seu nome também vinculada aos meios de comunicação, o tenente-coronel frisou ainda o processo que vivenciou com a esposa ao receber a notícia de que estava sendo investigado. Ele também explicou que teve fotos institucionais vazadas, além de receber ligações de veículos de comunicação que o questionavam sobre o envolvimento com a organização criminosa.

    “Palavras ao vento não se recolhem mais. Estou aqui falando para meus amigos a verdade e eu sei que corações empedernidos do mal vão continuar com essa falácia e isso me deixa muito triste. Não dormi a noite, minha esposa tremia por conta disso. Então por que um fato jurídico tão fácil não foi exercido através de intimação? Pegaram duas fotos minhas, fotos institucionais e mandaram para dois sites de Salvador. Eu tenho várias fotos públicas, mas essas fotos foram institucionais e como foi que dois repórteres, de dois sites, me ligam a ser miliciano? Onde está escrito que sou miliciano no processo?”, disse.

    Relação com Binho Galinha

    Outro fator mencionado pelo tenente-coronel Lobão foi a sua relação com o deputado Binho Galinha, também alvo da Operação El Patron. Segundo o agente público, qualquer convivência direta com Binho Galinha teria sido por questões administrativas quando ainda era comandante da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar, no ano de 2022.

    “Eu não tenho bola de cristal para saber tudo o que acontece em Feira de Santana e pra saber quem está lavando dinheiro ou quem está cometendo crime. Eu sou da área operacional, não de inteligência. Sobre Binho Galinha, quem aqui não conhece Binho Galinha? Eu conheci Binho Galinha em 2022, na campanha dele quando eu comandava a 67ª CIPM e ele necessitava de liberação de motociata, cavalgada. Minha relação era sempre essa, mas nunca andei em bar, festa com Binho. Fui duas vezes em sua casa para levar partes vencidas do terreno em espécie a ele, mas relação de proximidade, negativo”.

    Afastamento

    Atualmente afastado do cargo de Coordenador do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar da Bahia, Lobão disse que aguarda a confirmação do período que estará sem desenvolver as atividades na capital baiana, mas que espera que o afastamento seja temporário.

    Ainda conforme o tenente-coronel, o vazamento do seu nome como alvo da operação teria sido “direcionado a prejudicá-lo”, e que a sua vida pública baseada em honestidade e legalidade pode gerar inveja e ciúme de terceiros.

    “O afastamento não se refere se é temporário. Creio junto com os advogados já que no processo não tem sentença, não tem uma prova cabal de que eu estaria participando de uma milícia, que deva ser temporário. A coisa foi tão perversa que disseram que eu estava em casa e que eu tinha sido conduzido e até preso. Mas eu não fui conduzido ou preso. Eu estava em Salvador e fui à Feira de Santana. A coisa foi tão direcionada a prejudicar o meu nome, minha boa imagem, minha boa forma porque sou respeitado em Feira de Santana daquilo que eu fui e que sou, dentro da legalidade, da honestidade dentro de todos os princípios legais que um agente do estado tem que proceder. Todo lugar tem inveja, todo lugar tem pessoas que são despeitadas. Sou trabalhador, sou homem que gosta de estar na rua defendendo a sociedade. Eu me preparei o tempo todo, fui estudar a área jurídica para ser um bom oficial. Sou trabalhador e isso gera inveja, ciúme”.

    Advogado constituído para representar a defesa de José Hildon Lobão, Caio César também esteve no Programa Acorda Cidade e comentou sobre o assunto. Segundo o advogado, não há declarações que confirmam que o seu cliente estivesse realizando a compra de um terreno de forma ilegal.

    “O tenente-coronel Lobão efetuou a compra do terreno de maneira popular, efetuou o pagamento em espécie que não constitui nenhum tipo de crime, ele informou que foi efetuado o parcelamento e também o pagamento de todos os tributos, registrou no nome dele e sua esposa e efetuou todas as transações. Ainda está em tempo de apresentar sua declaração de imposto e renda informando a propriedade e conversando com ele, ele ainda informa que sempre declara todos os seus investimentos e todos os seus imóveis. Ele não tem nada a esconder e veio buscar o programa para esclarecer já que sua imagem foi vinculada aos demais órgãos da mídia e todos os desdobramentos que tem gerado a ele”.

    Caio César afirmou ainda que irá solicitar, junto aos demais advogados do caso, o afastamento do tenente-coronel do processo que corre em segredo de justiça.

    “Tendo em vista todo arcabouço probatório do tenente coronel, tendo em vista que ele comprou o terreno em valor de mercado, vamos apresentar as peças cabíveis e vamos pedir o afastamento dele do processo demonstrando realmente que não faz parte dos autos”’, concluiu.

    Fonte Acorda Cidade

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    O tenente-coronel Lobão, um dos policiais militares citados no processo da Operação El Patron e seu desdobramento através da operação Hybris, que desarticulou uma estruturada e sofisticada Organização Criminosa (Orcrim) especializada na lavagem de capitais advindos de jogos de azar, agiotagem, receptação qualificada, entre outras infrações penais, atuante em Feira de Santana e cidades circunvizinhas, esteve nos estúdios do Acorda Cidade na manhã desta quarta-feira (10), para comentar sobre a citação de seu nome, bem como notícias que foram veiculadas a seu respeito.

    Durante a entrevista, o tenente-coronel, falou sobre a sua relação com o deputado estadual Binho Galinha, e de acordo com ele, não tinha conhecimento de informações que envolviam o nome do deputado na prática de crimes, e sua relação com Binho Galinha era apenas de conhecidos e com quem negociou a compra de um terreno.

    À princípio, Hildon Lobão explicou como recebeu a informação de que a Polícia Federal estaria com um mandado de busca e apreensão em sua residência, em Feira de Santana.

    “Eu trabalho em Salvador atualmente porque sou Coordenador de Direitos Humanos e estava em meu apartamento, me vestindo, quando de repente minha esposa me liga nervosíssima dizendo que a Polícia Federal estava lá em um mandado de busca e apreensão. Automaticamente tirei minha farda, me dirigi para Feira de Santana o mais rápido possível e ao chegar aqui, fomos ao escritório dos advogados para tentar entender o que tinha acontecido. Não sabíamos do que eu estava sendo acusado. Fizemos a procuração, os advogados deram vista aos autos e pasme, a única coisa que tem nos autos foi sobre uma venda de um terreno pelo deputado Binho Galinha ao casal José Hildon e Kátia Cilene”, disse.

    Compra de terreno

    Segundo o tenente-coronel, a compra de um terreno, realizada através de uma negociação com o deputado Binho Galinha teria sido uma das motivações para que fosse um dos alvos da Operação Hybris. Porém, a documentação, bem como o pagamento foram realizados legalmente.

    O tenente-coronel também pontuou que a negociação da área adquirida teria acontecido de forma parcelada e em espécie.

    “Eu estou comprando um terreno no valor próprio, pago propriamente, documentado e se eu estivesse comprando alguma coisa errada, eu colocaria no meu nome e no nome da minha esposa? Então, para a minha boa fé, eu pratiquei o ato correto e legal. O terreno é documentado, tem escritura pública. Paguei em espécie e dividido. Desde quando você pagar em espécie significa que você quer fazer ocultação? Aonde está escrito no ordenamento jurídico pátrio que comprar em dinheiro ‘vivo’ na expressão popular, é cometimento de crime ou se quer ocultar qualquer coisa para a Polícia ou para a Receita Federal? Esse valor foi dividido, não tínhamos esse dinheiro completo e na negociação foi dito ao deputado Binho que seria dividido e quando chegasse a data do vencimento, às vezes tínhamos que tomar emprestado com outros amigos para quitar esse débito. Em Feira de Santana todo o comércio tem uma praxe, quando paga em dinheiro é X, paga em cartão é X e Y e quando paga em cartão de crédito é X, Y e Z. Então, tem que prender Feira de Santana”, contou.

    Outro ponto mencionado na Operação deflagrada na terça-feira (9), foi que através dos alvos investigados, notou-se através da Receita Federal uma incompatibilidade de renda dos investigados com as suas contas bancárias.

    Questionado sobre esta afirmação, José Hildon enfatizou que o seu faturamento mensal é fruto de outras funções que exerce, sendo sócio de uma empresa de granitos junto à esposa, além da comercialização de animais.

    “Renda incompatível não. Eu sou casado, minha esposa tem a empresa dela onde somos sócios e toda movimentação financeira é feita através de minha conta, a compra do granito é feita através do meu cheque. Ontem, quando os prepostos da Polícia Federal estiveram em minha casa, eles levaram todos os comprovantes de transferência PIX da conta da empresa para a minha conta, está lá comprovado. Hoje inclusive, vamos solicitar à empresa que nos vende o granito a cópia dos cheques. Toda a movimentação financeira é feita através da minha conta. Sou policial militar mas em paralelo à isso eu sou médico veterinário e eu atendo, eu sou administrador, sou advogado, em paralelo à isso eu sou sócio da minha esposa, crio cavalos e vendo potros. E em paralelo à isso eu vendo carneiro e bode em Morro do Chapéu, onde vendo para abate. Eu tenho que correr atrás, eu não sei roubar. A empresa é de mármores, granito, móveis planejados”.

    Durante o mandado de busca e apreensão realizado na residência do tenente-coronel da Polícia Militar foram levados, conforme ele, documentos do terreno negociado com o deputado federal Binho Galinha, a documentação da residência em Feira de Santana e mais alguns arquivos.

    Ainda em entrevista, Lobão questionou o processo que segue em segredo de justiça, mas que o seu nome teria sido “vazado”. Para ele, e como agente do estado, caberia um chamamento para prestar quaisquer esclarecimentos acerca da compra do terreno ou a sua ligação com o deputado também investigado.

    “Eu não sabia que a compra de um terreno legal, registrado daria um desfecho desse. Eu fico a me perguntar, se existiam dúvidas na compra e no desfecho desse terreno. Tenho residência fixa, sou policial militar que posso ser intimado via corporação. Então por que que eu não fui chamado para esclarecer a compra desse terreno? por que se teve uma medida tão drástica e pesada contra a minha pessoa, já que todos os cantos da Bahia sabem da minha conduta? por que não me intimou para que prestasse esclarecimentos? por que o processo corre em segredo de justiça e vazaram meu nome?”, perguntou.

    Conforme exposição do seu nome também vinculada aos meios de comunicação, o tenente-coronel frisou ainda o processo que vivenciou com a esposa ao receber a notícia de que estava sendo investigado. Ele também explicou que teve fotos institucionais vazadas, além de receber ligações de veículos de comunicação que o questionavam sobre o envolvimento com a organização criminosa.

    “Palavras ao vento não se recolhem mais. Estou aqui falando para meus amigos a verdade e eu sei que corações empedernidos do mal vão continuar com essa falácia e isso me deixa muito triste. Não dormi a noite, minha esposa tremia por conta disso. Então por que um fato jurídico tão fácil não foi exercido através de intimação? Pegaram duas fotos minhas, fotos institucionais e mandaram para dois sites de Salvador. Eu tenho várias fotos públicas, mas essas fotos foram institucionais e como foi que dois repórteres, de dois sites, me ligam a ser miliciano? Onde está escrito que sou miliciano no processo?”, disse.

    Relação com Binho Galinha

    Outro fator mencionado pelo tenente-coronel Lobão foi a sua relação com o deputado Binho Galinha, também alvo da Operação El Patron. Segundo o agente público, qualquer convivência direta com Binho Galinha teria sido por questões administrativas quando ainda era comandante da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar, no ano de 2022.

    “Eu não tenho bola de cristal para saber tudo o que acontece em Feira de Santana e pra saber quem está lavando dinheiro ou quem está cometendo crime. Eu sou da área operacional, não de inteligência. Sobre Binho Galinha, quem aqui não conhece Binho Galinha? Eu conheci Binho Galinha em 2022, na campanha dele quando eu comandava a 67ª CIPM e ele necessitava de liberação de motociata, cavalgada. Minha relação era sempre essa, mas nunca andei em bar, festa com Binho. Fui duas vezes em sua casa para levar partes vencidas do terreno em espécie a ele, mas relação de proximidade, negativo”.

    Afastamento

    Atualmente afastado do cargo de Coordenador do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar da Bahia, Lobão disse que aguarda a confirmação do período que estará sem desenvolver as atividades na capital baiana, mas que espera que o afastamento seja temporário.

    Ainda conforme o tenente-coronel, o vazamento do seu nome como alvo da operação teria sido “direcionado a prejudicá-lo”, e que a sua vida pública baseada em honestidade e legalidade pode gerar inveja e ciúme de terceiros.

    “O afastamento não se refere se é temporário. Creio junto com os advogados já que no processo não tem sentença, não tem uma prova cabal de que eu estaria participando de uma milícia, que deva ser temporário. A coisa foi tão perversa que disseram que eu estava em casa e que eu tinha sido conduzido e até preso. Mas eu não fui conduzido ou preso. Eu estava em Salvador e fui à Feira de Santana. A coisa foi tão direcionada a prejudicar o meu nome, minha boa imagem, minha boa forma porque sou respeitado em Feira de Santana daquilo que eu fui e que sou, dentro da legalidade, da honestidade dentro de todos os princípios legais que um agente do estado tem que proceder. Todo lugar tem inveja, todo lugar tem pessoas que são despeitadas. Sou trabalhador, sou homem que gosta de estar na rua defendendo a sociedade. Eu me preparei o tempo todo, fui estudar a área jurídica para ser um bom oficial. Sou trabalhador e isso gera inveja, ciúme”.

    Advogado constituído para representar a defesa de José Hildon Lobão, Caio César também esteve no Programa Acorda Cidade e comentou sobre o assunto. Segundo o advogado, não há declarações que confirmam que o seu cliente estivesse realizando a compra de um terreno de forma ilegal.

    “O tenente-coronel Lobão efetuou a compra do terreno de maneira popular, efetuou o pagamento em espécie que não constitui nenhum tipo de crime, ele informou que foi efetuado o parcelamento e também o pagamento de todos os tributos, registrou no nome dele e sua esposa e efetuou todas as transações. Ainda está em tempo de apresentar sua declaração de imposto e renda informando a propriedade e conversando com ele, ele ainda informa que sempre declara todos os seus investimentos e todos os seus imóveis. Ele não tem nada a esconder e veio buscar o programa para esclarecer já que sua imagem foi vinculada aos demais órgãos da mídia e todos os desdobramentos que tem gerado a ele”.

    Caio César afirmou ainda que irá solicitar, junto aos demais advogados do caso, o afastamento do tenente-coronel do processo que corre em segredo de justiça.

    “Tendo em vista todo arcabouço probatório do tenente coronel, tendo em vista que ele comprou o terreno em valor de mercado, vamos apresentar as peças cabíveis e vamos pedir o afastamento dele do processo demonstrando realmente que não faz parte dos autos”’, concluiu.

    Fonte Acorda Cidade

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“Não fui preso, estava em Salvador. A coisa foi direcionada para prejudicar o meu nome”,  declara tenente-coronel sobre operação El Patron

  • Sociedade News
  • abril 10, 2024
“Não fui preso, estava em Salvador. A coisa foi direcionada para prejudicar o meu nome”,  declara tenente-coronel sobre operação El Patron

O tenente-coronel Lobão, um dos policiais militares citados no processo da Operação El Patron e seu desdobramento através da operação Hybris, que desarticulou uma estruturada e sofisticada Organização Criminosa (Orcrim) especializada na lavagem de capitais advindos de jogos de azar, agiotagem, receptação qualificada, entre outras infrações penais, atuante em Feira de Santana e cidades circunvizinhas, esteve nos estúdios do Acorda Cidade na manhã desta quarta-feira (10), para comentar sobre a citação de seu nome, bem como notícias que foram veiculadas a seu respeito.

Durante a entrevista, o tenente-coronel, falou sobre a sua relação com o deputado estadual Binho Galinha, e de acordo com ele, não tinha conhecimento de informações que envolviam o nome do deputado na prática de crimes, e sua relação com Binho Galinha era apenas de conhecidos e com quem negociou a compra de um terreno.

À princípio, Hildon Lobão explicou como recebeu a informação de que a Polícia Federal estaria com um mandado de busca e apreensão em sua residência, em Feira de Santana.

“Eu trabalho em Salvador atualmente porque sou Coordenador de Direitos Humanos e estava em meu apartamento, me vestindo, quando de repente minha esposa me liga nervosíssima dizendo que a Polícia Federal estava lá em um mandado de busca e apreensão. Automaticamente tirei minha farda, me dirigi para Feira de Santana o mais rápido possível e ao chegar aqui, fomos ao escritório dos advogados para tentar entender o que tinha acontecido. Não sabíamos do que eu estava sendo acusado. Fizemos a procuração, os advogados deram vista aos autos e pasme, a única coisa que tem nos autos foi sobre uma venda de um terreno pelo deputado Binho Galinha ao casal José Hildon e Kátia Cilene”, disse.

Compra de terreno

Segundo o tenente-coronel, a compra de um terreno, realizada através de uma negociação com o deputado Binho Galinha teria sido uma das motivações para que fosse um dos alvos da Operação Hybris. Porém, a documentação, bem como o pagamento foram realizados legalmente.

O tenente-coronel também pontuou que a negociação da área adquirida teria acontecido de forma parcelada e em espécie.

“Eu estou comprando um terreno no valor próprio, pago propriamente, documentado e se eu estivesse comprando alguma coisa errada, eu colocaria no meu nome e no nome da minha esposa? Então, para a minha boa fé, eu pratiquei o ato correto e legal. O terreno é documentado, tem escritura pública. Paguei em espécie e dividido. Desde quando você pagar em espécie significa que você quer fazer ocultação? Aonde está escrito no ordenamento jurídico pátrio que comprar em dinheiro ‘vivo’ na expressão popular, é cometimento de crime ou se quer ocultar qualquer coisa para a Polícia ou para a Receita Federal? Esse valor foi dividido, não tínhamos esse dinheiro completo e na negociação foi dito ao deputado Binho que seria dividido e quando chegasse a data do vencimento, às vezes tínhamos que tomar emprestado com outros amigos para quitar esse débito. Em Feira de Santana todo o comércio tem uma praxe, quando paga em dinheiro é X, paga em cartão é X e Y e quando paga em cartão de crédito é X, Y e Z. Então, tem que prender Feira de Santana”, contou.

Outro ponto mencionado na Operação deflagrada na terça-feira (9), foi que através dos alvos investigados, notou-se através da Receita Federal uma incompatibilidade de renda dos investigados com as suas contas bancárias.

Questionado sobre esta afirmação, José Hildon enfatizou que o seu faturamento mensal é fruto de outras funções que exerce, sendo sócio de uma empresa de granitos junto à esposa, além da comercialização de animais.

“Renda incompatível não. Eu sou casado, minha esposa tem a empresa dela onde somos sócios e toda movimentação financeira é feita através de minha conta, a compra do granito é feita através do meu cheque. Ontem, quando os prepostos da Polícia Federal estiveram em minha casa, eles levaram todos os comprovantes de transferência PIX da conta da empresa para a minha conta, está lá comprovado. Hoje inclusive, vamos solicitar à empresa que nos vende o granito a cópia dos cheques. Toda a movimentação financeira é feita através da minha conta. Sou policial militar mas em paralelo à isso eu sou médico veterinário e eu atendo, eu sou administrador, sou advogado, em paralelo à isso eu sou sócio da minha esposa, crio cavalos e vendo potros. E em paralelo à isso eu vendo carneiro e bode em Morro do Chapéu, onde vendo para abate. Eu tenho que correr atrás, eu não sei roubar. A empresa é de mármores, granito, móveis planejados”.

Durante o mandado de busca e apreensão realizado na residência do tenente-coronel da Polícia Militar foram levados, conforme ele, documentos do terreno negociado com o deputado federal Binho Galinha, a documentação da residência em Feira de Santana e mais alguns arquivos.

Ainda em entrevista, Lobão questionou o processo que segue em segredo de justiça, mas que o seu nome teria sido “vazado”. Para ele, e como agente do estado, caberia um chamamento para prestar quaisquer esclarecimentos acerca da compra do terreno ou a sua ligação com o deputado também investigado.

“Eu não sabia que a compra de um terreno legal, registrado daria um desfecho desse. Eu fico a me perguntar, se existiam dúvidas na compra e no desfecho desse terreno. Tenho residência fixa, sou policial militar que posso ser intimado via corporação. Então por que que eu não fui chamado para esclarecer a compra desse terreno? por que se teve uma medida tão drástica e pesada contra a minha pessoa, já que todos os cantos da Bahia sabem da minha conduta? por que não me intimou para que prestasse esclarecimentos? por que o processo corre em segredo de justiça e vazaram meu nome?”, perguntou.

Conforme exposição do seu nome também vinculada aos meios de comunicação, o tenente-coronel frisou ainda o processo que vivenciou com a esposa ao receber a notícia de que estava sendo investigado. Ele também explicou que teve fotos institucionais vazadas, além de receber ligações de veículos de comunicação que o questionavam sobre o envolvimento com a organização criminosa.

“Palavras ao vento não se recolhem mais. Estou aqui falando para meus amigos a verdade e eu sei que corações empedernidos do mal vão continuar com essa falácia e isso me deixa muito triste. Não dormi a noite, minha esposa tremia por conta disso. Então por que um fato jurídico tão fácil não foi exercido através de intimação? Pegaram duas fotos minhas, fotos institucionais e mandaram para dois sites de Salvador. Eu tenho várias fotos públicas, mas essas fotos foram institucionais e como foi que dois repórteres, de dois sites, me ligam a ser miliciano? Onde está escrito que sou miliciano no processo?”, disse.

Relação com Binho Galinha

Outro fator mencionado pelo tenente-coronel Lobão foi a sua relação com o deputado Binho Galinha, também alvo da Operação El Patron. Segundo o agente público, qualquer convivência direta com Binho Galinha teria sido por questões administrativas quando ainda era comandante da 67ª Companhia Independente da Polícia Militar, no ano de 2022.

“Eu não tenho bola de cristal para saber tudo o que acontece em Feira de Santana e pra saber quem está lavando dinheiro ou quem está cometendo crime. Eu sou da área operacional, não de inteligência. Sobre Binho Galinha, quem aqui não conhece Binho Galinha? Eu conheci Binho Galinha em 2022, na campanha dele quando eu comandava a 67ª CIPM e ele necessitava de liberação de motociata, cavalgada. Minha relação era sempre essa, mas nunca andei em bar, festa com Binho. Fui duas vezes em sua casa para levar partes vencidas do terreno em espécie a ele, mas relação de proximidade, negativo”.

Afastamento

Atualmente afastado do cargo de Coordenador do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da Polícia Militar da Bahia, Lobão disse que aguarda a confirmação do período que estará sem desenvolver as atividades na capital baiana, mas que espera que o afastamento seja temporário.

Ainda conforme o tenente-coronel, o vazamento do seu nome como alvo da operação teria sido “direcionado a prejudicá-lo”, e que a sua vida pública baseada em honestidade e legalidade pode gerar inveja e ciúme de terceiros.

“O afastamento não se refere se é temporário. Creio junto com os advogados já que no processo não tem sentença, não tem uma prova cabal de que eu estaria participando de uma milícia, que deva ser temporário. A coisa foi tão perversa que disseram que eu estava em casa e que eu tinha sido conduzido e até preso. Mas eu não fui conduzido ou preso. Eu estava em Salvador e fui à Feira de Santana. A coisa foi tão direcionada a prejudicar o meu nome, minha boa imagem, minha boa forma porque sou respeitado em Feira de Santana daquilo que eu fui e que sou, dentro da legalidade, da honestidade dentro de todos os princípios legais que um agente do estado tem que proceder. Todo lugar tem inveja, todo lugar tem pessoas que são despeitadas. Sou trabalhador, sou homem que gosta de estar na rua defendendo a sociedade. Eu me preparei o tempo todo, fui estudar a área jurídica para ser um bom oficial. Sou trabalhador e isso gera inveja, ciúme”.

Advogado constituído para representar a defesa de José Hildon Lobão, Caio César também esteve no Programa Acorda Cidade e comentou sobre o assunto. Segundo o advogado, não há declarações que confirmam que o seu cliente estivesse realizando a compra de um terreno de forma ilegal.

“O tenente-coronel Lobão efetuou a compra do terreno de maneira popular, efetuou o pagamento em espécie que não constitui nenhum tipo de crime, ele informou que foi efetuado o parcelamento e também o pagamento de todos os tributos, registrou no nome dele e sua esposa e efetuou todas as transações. Ainda está em tempo de apresentar sua declaração de imposto e renda informando a propriedade e conversando com ele, ele ainda informa que sempre declara todos os seus investimentos e todos os seus imóveis. Ele não tem nada a esconder e veio buscar o programa para esclarecer já que sua imagem foi vinculada aos demais órgãos da mídia e todos os desdobramentos que tem gerado a ele”.

Caio César afirmou ainda que irá solicitar, junto aos demais advogados do caso, o afastamento do tenente-coronel do processo que corre em segredo de justiça.

“Tendo em vista todo arcabouço probatório do tenente coronel, tendo em vista que ele comprou o terreno em valor de mercado, vamos apresentar as peças cabíveis e vamos pedir o afastamento dele do processo demonstrando realmente que não faz parte dos autos”’, concluiu.

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Prefeitura conclui reforma da praça de Jaguara e implanta letreiro Eu Amo Jaguara

  • Sociedade News
  • abril 10, 2024
Prefeitura conclui reforma da praça de Jaguara e implanta letreiro Eu Amo Jaguara

A praça principal do distrito de Jaguara foi completamente revitalizada pela Prefeitura de Feira de Santana. O local ganhou ainda um letreiro escrito “Eu Amo Jaguara”, ao qual os moradores podem demonstrar seu carinho pelo distrito.

De acordo com a Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA), entre as mudanças, o piso foi totalmente renovado com a instalação do intertravado – ecologicamente correto que permite a absorção da água da chuva e a sua devolução ao lençol freático. A iluminação pública ganhou luminárias modernas em LED e demais ambientes uma nova pintura.

Foram instalados equipamentos de ginástica, parque infantil e as áreas de convivência ganharam bancos e mesas de jogos.

A revitalização foi aprovada pelos moradores. “A reforma ficou muito boa, excelente. Agora cabe às pessoas cuidar e manter a praça limpa e organizada”, observa a aposentada, Neuza Teresa da Silva.

A dona de casa, Maria dos Santos, conta que ir ao local faz parte da sua rotina.

“Gosto de vir aqui na praça no fim da tarde para bater um papo, aproveito e trago os meus netos para brincar no parquinho. Ficou legal o que fizeram aqui”, elogiou.

EU AMO JAGUARA

Agora com a praça reformada e mais bonita, o cenário ficou ainda mais especial com o letreiro para tirar belas fotos e expressar o amor pelo distrito nas redes sociais.

“Esse letreiro que colocaram na praça eu achei legal. É uma forma de demonstração de amor e carinho pelo distrito. Esse é o lugar que a gente escolheu para viver”, disse o morador Anderson Carlos.

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Mais de 53 mil atendimentos foram realizados pelas UPAs e policlínicas em uma semana

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  • abril 10, 2024
Mais de 53 mil atendimentos foram realizados pelas UPAs e policlínicas em uma semana

As Policlínicas Municipais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Feira de Santana realizaram 53.354 atendimentos, sendo 36.093 procedimentos, 5.388 exames e 11.873 consultas com médicos clínicos e especialistas. Os dados são referentes ao último dia 01 de abril até esse domingo (07).

Durante esse período, 12 pessoas morreram na fila da regulação, aguardando transferência para uma unidade hospitalar. As vagas são disponibilizadas pelo Sistema de Regulação do Governo do Estado.

A média é de 7.285 atendimentos por dia na zona urbana e 337 na zona rural. A UPA Queimadinha liderou o ranking mais uma vez com 10.911 atendimentos na sede. Já a Policlínica de Humildes registrou 1.326, ocupando a primeira posição em assistência prestada nos distritos.

É válido destacar que policlínicas e UPAs não fazem marcações de exames, entretanto o município dispõe de 110 unidades de saúde que realizam o encaminhamento.

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Equipes de saúde e estudantes unem esforços contra a dengue

  • Sociedade News
  • abril 10, 2024
Equipes de saúde e estudantes unem esforços contra a dengue

O combate à dengue também conta com o apoio de estudantes em diversas fases, desde o fundamental até o superior. Nesta terça-feira (9), agentes de endemias e a equipe da Unidade de Saúde da Família (USF) do Caseb promoveram uma caminhada contra a doença pelas ruas do bairro.

Com frases de alerta em cartazes e camisas, alunos da Escola Estadual Odorico Tavares e a equipe da rede municipal de saúde entregaram panfletos e chamaram a atenção da comunidade sobre a importância de não deixar água parada e eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti.

A coordenadora da atenção primária, Helen Costa, ressalta que a luta contra a dengue é um esforço conjunto entre população e poder público. Ela avalia o trabalho feito pelo próprio morador da casa como essencial para o controle de casos.

“Temos feitos diversas salas de espera, adicionamos um cantinho da hidratação nas unidades, mobilizamos e capacitamos a equipe, mas nada disso é tão essencial como verificar o fundo da sua casa, fazer o descarte correto de lixo, colocar areia nos vasos de planta, lavar com bucha e sabão as vasilhas de água dos animais”, pontuou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica , Carlita Correia, enfatiza que o município dispõe de 104 salas de vacinas, com funcionamento de segunda a sexta-feira, sendo sete dessas com horário ampliado até as 20:30 para imunização. “No momento, a dose contra a dengue é destinada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, que devem comparecer às unidades acompanhados dos pais ou responsáveis, portando documento de identidade com foto, cartão SUS e caderneta de vacina”, explicou.

Ainda na terça, estudantes de enfermagem da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) reuniram-se com um grupo de agentes de endemias que atuam nas imediações da instituição de ensino. O objetivo do encontro foi promover ações de educação em saúde e auxiliar na identificação de possíveis focos de dengue no local.

De janeiro até esta terça-feira (9), a Vigilância Epidemiológica confirmou 1.593 casos de dengue. Do total, 292 manifestaram sinais de alarme, 10 foram classificados como graves e três óbitos contabilizados.

Quando procurar a unidade de saúde?

Pessoas que apresentarem sintomas iniciais da dengue, como febre, dor de cabeça, nos olhos ou articulações, devem procurar a unidade de saúde do bairro para receber atendimento e as principais orientações sobre como proceder com a doença.

Nos casos graves, em que nota-se uma piora da doença, apresentando dor na barriga intensa e contínua, vômitos persistentes, queda de pressão, sensação de desmaio, aumento do fígado e sangramento das mucosas como boca, olhos e partes íntimas, o paciente deve procurar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou as policlínicas municipais.

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Curso para mulheres de corte de cabelo e escova inicia aulas

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  • abril 10, 2024
Curso para mulheres de corte de cabelo e escova inicia aulas

A primeira aula do curso de corte de cabelo e escova iniciou nesta segunda-feira (8), com 120 mulheres matriculadas. A iniciativa é da Prefeitura de Feira por meio do projeto “Capacita Mulher”, da Secretaria de Políticas para Mulheres.

As turmas foram divididas em três e as aulas ocorrem em dois turnos: manhã e tarde. O projeto tem como objetivo qualificar e promover a autonomia e empregabilidade das mulheres.

O curso está em sua segunda edição. A última turma foi composta por 80 mulheres. Este ano foram mais de 700 inscrições.

“Chamamos mais de cem mulheres na primeira semana, divididas em três turmas, para capacitá-las a montar seu próprio negócio”, explica Josailma Ferreira, chefe da Divisão de Promoção dos Direitos da Mulher.

De acordo com a secretária interina de Políticas para Mulheres, Eliene Cerqueira, muitas das mulheres inscritas no curso de corte e escova têm seu próprio negócio.

“Isso é extremamente relevante pois as motiva a continuar buscando aprimoramento, melhorando cada vez mais suas capacitações”, afirma.

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Gato bochechudo resgatado doente das ruas, é tratado, fica lindo e é adotado

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  • abril 10, 2024
Gato bochechudo resgatado doente das ruas, é tratado, fica lindo e é adotado

Esse gato bochechudo de 2 anos, foi resgatado doente das ruas, levado a um abrigo e depois de amor e cuidado ficou lindo, parecendo outro bichinho. Mais que isso: já foi adotado e encontrou um lar!

O Duckphone, tem o vírus da imunodeficiência felina, condição que não tem cura. Mas o adorável felino agora desfruta de uma vida normal e saudável na Liga Protetora de Animais de Clevelan, Estados Unidos.

Desde o início, ficou claro para os cuidadores que ele não era um gato comum. “A primeira reação de todos ao ver seu rosto doce e único foi: ‘Uau, olhe essas bochechas’ ”, disse Hannah MacIntyre, que trabalha na mídia do abrigo.

A doença dele

O vírus da imunodeficiência felina (FIV), também conhecido como aids felina, é uma infecção viral que afeta os gatos.

Assim como o vírus da imunodeficiência humana (HIV) em humanos, o FIV ataca o sistema imunológico e enfraquece as defesas contra outras doenças e infecções.

Infelizmente, não existe cura para o FIV, mas com os cuidados adequados e uma boa qualidade de vida, os gatos infectados podem viver por muitos anos, como esperamos que seja o caso desse bochechudo.

Um gatinho carinhoso

Duckphone não é apenas bochecha e papada, é claro.

Apesar de ter vivido um bom tempo na rua, ele é super carinhoso.

“Ele tem uma personalidade incrivelmente amigável”, disse MacIntyre. “[Ele] virá direto até você em busca de animais de estimação e atenção.”

E tem como dizer não para essa cara fofa?

De onde veio nome dele

O nome Duckphone veio depois que um dos voluntários do abrigo viu um telefone em forma de pato em um programa de TV.

“Nossa equipe dá nomes a tantos animais, às vezes é difícil encontrar nomes”, disse MacIntyre. “Por isso eles costumam ser muito aleatórios.”

A adoção

Quando o gatinho já estava forte e saudável, a equipe do abrigo começou a buscar um lar permanente para ele e essas bochechas gigantes.

Em pouco tempo, uma família amorosa foi encontrada e agora, Duckphone pode finalmente desfrutar de um final feliz!

Com informações do The dodo

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Moradores que fazem serviço comunitário ganham bikes grátis

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  • abril 10, 2024
Moradores que fazem serviço comunitário ganham bikes grátis

Olha que bacana: em Madison, nos Estados Unidos, moradores que fazem serviços comunitários na cidade ganham bikes como recompensa pela boa ação.

Tudo o que os candidatos precisam fazer é mostrar que passaram 10 horas ajudando em algum lugar. Depois disso, basta aparecer, escolher uma bicicleta e pedalar por onde quiser.

“O que estamos tentando fazer aqui é permitir que jovens que talvez não tenham condições de comprar uma bicicleta tenham uma com apenas um pouco de suor”, disse o coordenador da ação, Neil McCallum.

Restauradas e recicladas

A iniciativa é de um projeto chamado “Wheels for Winners”, que faz isso há 30 anos.

A organização sem fins lucrativos coleta bicicletas usadas e faz restaurações com padrões quase novos.

“Produzimos cerca de 400 bicicletas por ano”, disse McCallum. “Mas recebemos provavelmente 750 bicicletas.”

As demais bicicletas são desmontadas para peças ou doadas a outros parceiros. Nada vai pro lixo, tudo é aproveitado ao máximo.

Ganham cadeado e capacete

McCallum conta que muitos ajudam igrejas, cozinhas comunitárias e outras ONGs.

Para participar, as pessoas preenchem um formulário on-line, oferecido em inglês e espanhol.

Além da bike, cada voluntário ainda recebe um cadeado para bicicleta e um capacete novo.

Cidade amiga da bicicleta

Madison é conhecida como uma grande cidade para andar de bicicleta, o que deixa a ação no local ainda mais especial.

Ela frequentemente ganha prêmios e aparece nas listas das cidades mais amigas da bicicleta.

Esperança em forma de bicicletas

Os membros do Wheels for Winners são rápidos em apontar os sorrisos nos rostos das crianças quando recebem uma bike.

Normalmente, os “ganhadores” são aqueles da comunidade que não têm condições de comprar uma bicicleta.

“Tínhamos uma jovem refugiada… e enquanto eles colocavam a bicicleta dela no carro, ela veio, abriu a porta e nos mandou um beijo”, disse McCallum

“Ela não entendia a língua, mas conhecia a emoção. Isso simplesmente derreteu nossos corações.”

Com informações do Spectrus News 1

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Homem encontra ouro e dinheiro no lixo e devolve para o dono; R$ 200 mil

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  • abril 10, 2024
Homem encontra ouro e dinheiro no lixo e devolve para o dono; R$ 200 mil

Um homem de Aliguadarz, Irã, encontrou um saco de lixo cheio de ouro e dinheiro e não pensou duas vezes. Ele buscou o verdadeiro dono da pequena fortuna e devolveu tudo!

O iraniano, de 52 anos e que não quis se identificar, disse que achou a sacola valiosa quando vasculhava latas de lixo na rua. A surpresa foi enorme e o rapaz levou o tesouro para casa.

Na residência, ele lembrou dos ensinamentos passados pelos pais. “Eles [os pais] me ensinaram que se deve devolver propriedades pertencentes a terceiros quando as encontrar”. E assim ele o fez.

Lixo valioso

Segundo os Racionais MC’s, até no lixão nasce flor.

Mas no Irã, parece que a história é um pouco diferente. Nasce é ouro!

O morador vasculhava o lixão em busca de pertences valiosos e acabou tirando a sorte grande.

“Quando comecei a separar o lixo, percebi que dentro de um saco havia ouro e dólares”, contou o rapaz.

Segundo o jornal local, o valor estimado encontrado pelo iraniano é de US$ 31 mil. Na cotação atual, o valor representa R$ 190 mil.

Levou para casa

Ainda processando a informação, o homem levou o ouro e o dinheiro para casa.

Em casa, ainda sem saber o que fazer com aquilo tudo, os ensinamentos dos pais vieram na cabeça e ele se lembrou do que realmente é.

“Guardei este ouro e estes dólares durante alguns dias, mas não pude guardá–los para mim”.

O medo de ter sua honra e princípios de honestidade violados, o rapaz começou a procurar o dono.

Pista no cartão

Não sabendo por onde começar, ele vasculhou o tesouro em busca de alguma informação pessoal de quem poderia ter perdido o valor.

E a pista estava lá: era um cartão de banco!

Com as informações pessoais em mãos, ficou mais fácil reunir criador e criatura.

Tesouro devolvido

Depois de procurar, ele encontrou.

A bolsa era na verdade de uma mulher de 50 anos.

O dinheiro foi parar no lixo depois que o neto da vovó jogou a sacola no lixo pensando que tudo que estava lá era descartável.

Com informações de RFI

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Guarda civil municipal e vizinho apelidado de ‘Popaye’ são executados dentro de casa no interior da Bahia

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  • abril 9, 2024
Guarda civil municipal e vizinho apelidado de ‘Popaye’ são executados dentro de casa no interior da Bahia

Um aguarda civil municipal e o vizinho foram mortos em Buerarema, na madrugada desta terça-feira (9). De acordo com a Polícia Militar da cidade, as execuções aconteceram depois que homens encapuzados e fortemente armados invadiram a casa do guarda.

O guarda civil foi identificado como José Carlos Pereira de Almeida, de 68 anos, e o vizinho dele, João Vitor Nascimento dos Santos, também conhecido pelo apelido “Popaye”, de 24.

Além disso, a PM recebeu informações de que uma terceira pessoa, que está desaparecida, teria sido baleada pelos suspeitos. O nome da vítima não foi informado.

Além do armamento, os moradores da região contaram que os suspeitos estavam com roupas camufladas para não serem identificados.

Ainda não há informações sobre a identidade dos criminosos, nem sobre as motivações das execuções.

Fonte G1 Bahia

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Rua do bairro Mangabeira está com obra sem finalizar há quase dois meses, afirmam moradores

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  • abril 9, 2024
Rua do bairro Mangabeira está com obra sem finalizar há quase dois meses, afirmam moradores

Na manhã desta segunda-feira (8), o Acorda Cidade retornou à Rua Maria Joana, no bairro Mangabeira em Feira de Santana, para acompanhar o que tem sido feito para resolver os estragos causados pelas fortes chuvas do dia 20 de fevereiro, como também os outros episódios registrados nos meses de março e abril. Moradores sofreram com alagamentos, perda de móveis, eletrodomésticos e continuam a ser prejudicados com a falta de manutenção da via.

Na rua o estrago foi grande. Uma grande cratera se abriu impedindo a mobilidade de condutores e pedestres. O comerciante Lázaro Raimundo Glaser explicou que há quatro dias iniciou-se um trabalho de recuperação da via. De acordo com ele, os problemas se apresentam há quase dois meses, desde às fortes chuvas de fevereiro e outros episódios registrados na cidade nos meses seguintes.

“Eles (prefeitura) vieram fazer um paliativo aqui, só que eles iam deixar as manilhas que estavam, então não ia adiantar nada, a gente fez uma manifestação, pedindo para eles voltarem, e não concluíram. Agora eles trouxeram a manilha, que é compatível, o cano, e vamos ver se eles vão colocar, se vai dar tudo certo”.

A Guarda Municipal foi acionada para acompanhar o trabalho da Superintendência Municipal de Operações e Manutenção (Soma), porque alguns moradores tentaram intervir no serviço, alegando que não seria correto ou o ideal para frear os problemas de escoamento da rua.

“Trouxeram a Guarda Municipal, para poder deixar eles fazerem o que não era certo, que era deixar as mesmas manilhas que causaram todo o prejuízo. Eu perdi móveis, perdi uma geladeira, perdi uma freezer, porque na hora que aconteceu, estava tudo ligado. Era 1h da manhã. Na primeira chuva, estava tudo ligado, então eu tive uma perda terrível”, contou.

Além dos prejuízos com os alagamentos, o comerciante enfrenta agora o baixo movimento em seu estabelecimento por conta das interdições nas ruas do bairro.

“Da praça da Mangabeira para cá, todo comerciante está tomando prejuízo, não só os comerciantes, como todos os moradores, ao passarem, ao caminharem, aquele direito que a gente tem de ir e vir, está sendo impedido por buracos, pedras, etc. É um negócio incrível porque é uma avenida imensa, é a principal da Mangabeira e está parada por um mês”, informou.

Ainda segundo Lázaro, a empresa que está recuperando a pavimentação, contratada pela prefeitura, trouxe uma nova manilha de 1,20m, que por enquanto deve suportar a vazão de água, mas com as chuvas que Feira tem registrado, na opinião dele, pode ser um grande “enxugamento de gelo”.

“No momento estamos com uma maninha de 60 cm que não dá para passar nada. Ela está impedindo a água de circular ainda. A gente está na expectativa de tudo correr bem e fazer um serviço que seja compatível com o problema que a gente está passando”, acrescentou.

O Acorda Cidade entrou em contato com a Superintendência Municipal de Operações e Manutenção (Soma) para mais esclarecimentos sobre o assunto e aguarda o retorno.

Fonte Acorda Cidade

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