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    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana (APA) é uma organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de beneficiar e ajudar principalmente os animais de rua. Seja gato ou cachorro, a APA, desde 2003, realiza um trabalho de amor ao próximo, ou melhor, ao animal, através de campanhas e de doações.

    Nesta quinta-feira, 4 de abril, é celebrado em todo o mundo o Dia dos Animais de Rua. Criada com o propósito de diminuir os animais abandonados, a data também evidencia as associações que se dedicam ao cuidado e proteção aos pets que não possuem um lar.

    O portal Acorda Cidade esteve na sede da APA e conversou com a presidente, Ana Sandra Lima, que falou sobre o propósito da associação, a de salvar vidas mesmo com as dificuldades com relação aos custos.

    “Eu represento a APA há um ano e meio, e a APA já está fazendo 22 anos agora em abril. Então, ela vem, ao longo desses anos, passando por vários momentos difíceis, porque sem recursos, sem a ajuda da sociedade, a gente não consegue realizar o trabalho. A APA tem um grande trabalho social, mas precisa ser mais reconhecida, mais ajudada e no sentido de realmente ajudar financeiramente. Nós podemos fechar a qualquer momento por conta mesmo de não manter. A sorte são os protetores independentes que têm muitos animais em suas casas também”, disse.

    Resgate

    Abrigando atualmente mais de 300 vítimas de maus tratos ou em situação de vulnerabilidade, a associação é uma das poucas na cidade que ainda realiza o resgate direto de cadelas, gatas e filhotes. Além de abrigar o animal, também há um cuidado especial com as vacinas, exames e higiene para que os bichinhos possam encontrar um novo lar.

    Ana Sandra reforçou ainda a importância da adoção, a fim de reduzir a população de gatos e cachorros nas ruas.

    “Os animais que estão nas ruas, ultimamente, a gente tem resgatado mães que estão nas ruas com seus filhotes em que é arriscado serem atropelados, casos realmente que a gente não tem como deixar na rua, animais que estão com patas quebradas, nesse sentido, porque o espaço da gente não comporta mais resgate. Mas, quando isso está acontecendo, a gente precisa levar para veterinário, a gente precisa que ela faça os exames para ver como está a saúde dela, precisam ser vacinados, vermifugados, colocados para adoção, e as pessoas precisam também ajudar nisso e também adotar, porque eu acho que adotar um animal já ajuda muito a sociedade, ajuda muito a gente”, frisou Sandra em entrevista ao Acorda Cidade.

    Desafios

    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana, além de manter-se financeiramente com a ajuda da população através de doações, também realiza um bazar, onde peças são vendidas e até mesmo rifas para arcar com os custos mensais.

    Mas, mesmo com toda essa ajuda, Ana Sandra contou que a APA ainda enfrenta dificuldades para se manter em funcionamento.

    “A APA tem um bazar que realmente está bem difícil de se manter ultimamente, porque estão existindo poucas doações. A gente tem que realmente arrecadar várias coisas que sejam usadas, que sirvam para as pessoas usarem. Alguns associados, poucos associados, ajudam com o valor de R$ 10 ou R$ 5, o valor que pode contribuir, e a maior contribuição mesmo é da sociedade que ajuda a manter. A gente é uma luta por dia, é rifa que a gente começa, termina e faz outra. Então, é um dia por vez. No momento, a gente está sem poder comprar ração. Nós iríamos comprar ração ontem. Não compramos ração para 15 dias, porque a gente não teve como garantir o pagamento desse boleto. A gente está com veterinários também abertos, estamos com animais internados também que estão com valores em aberto”.

    Conforme a presidente, os valores mensais para garantir a compra de ração e itens de higiene são altos, já que a instituição não possui uma renda fixa. Ela aproveitou para fazer um apelo à população para que também possam se tornar voluntários.

    “Mensalmente a gente varia de um valor que precisamos de R$ 27 a R$ 32 mil para quitar tudo. Então, é um valor alto para a gente que não tem uma renda fixa. É a gente dormir e acordar sem saber como a gente vai fazer isso. Nosso trabalho é voluntário, a gente também precisa de ajuda. A gente precisa de voluntários, precisa de pessoas que vistam a camisa junto conosco, porque é um trabalho feito por amor, a gente faz por amor, a gente quer fazer bem feito. E está difícil fazer realmente o que a gente quer fazer.”

    Além dos desafios com os custos fixos, a adoção tardia e as devoluções dos animais preocupam a associação.

    “A gente tem muitos animais idosos, estamos com 18 filhotes de gato, estamos com mais 15 filhotes de cachorro para adoção. As campanhas de adoção estão aí, alguns animais são adotados e de repente voltam, as pessoas devolvem porque o cachorro roeu a sandália. Então, são coisas que a gente precisa de ajuda, precisa da compreensão da sociedade. E, principalmente, a gente precisa muito de castração. Castração é a solução para isso. Não adianta você pegar os animais de rua e não haver castração maciça nessa cidade”, relatou Sandra ao Acorda Cidade.

    Parceria

    Questionada se há a colaboração dos poderes públicos a fim de reduzir as despesas, Ana Sandra frisou que há uma parceria junto à prefeitura municipal para a realização de castrações. Porém, como o projeto demora a ser aprovado, os animais que permanecem nas ruas continuam sem a proteção de doenças ou de procriação.

    “A gente tem um projeto de trabalho, um plano de trabalho que é feito e renovado todo ano. A gente manda um projeto para a prefeitura, a prefeitura aprova, inclusive, desse 2024 ainda não foi aprovado. Se eles aprovam, a gente tem um valor para fazer castrações no decorrer do ano e para também uma parte disso ajudar na compra de medicação e ração dos animais. Porém, ainda não foi aprovado em 2024, demora muito. Quando a gente manda e demora muito, esse processo, faz com que a cidade deixe de ter animais castrados e acaba tendo muitos animais na rua abandonados”.

    Colabore

    Para ajudar a APA na compra de rações, itens e consultas, basta enviar qualquer quantia ao PIX (75) 99156-0772 ou contato@apafsa.com.br. Para mais informações acesse o Instagram @apafeiradesantana

    Fonte Acorda Cidade

  • Sobre nós

    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana (APA) é uma organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de beneficiar e ajudar principalmente os animais de rua. Seja gato ou cachorro, a APA, desde 2003, realiza um trabalho de amor ao próximo, ou melhor, ao animal, através de campanhas e de doações.

    Nesta quinta-feira, 4 de abril, é celebrado em todo o mundo o Dia dos Animais de Rua. Criada com o propósito de diminuir os animais abandonados, a data também evidencia as associações que se dedicam ao cuidado e proteção aos pets que não possuem um lar.

    O portal Acorda Cidade esteve na sede da APA e conversou com a presidente, Ana Sandra Lima, que falou sobre o propósito da associação, a de salvar vidas mesmo com as dificuldades com relação aos custos.

    “Eu represento a APA há um ano e meio, e a APA já está fazendo 22 anos agora em abril. Então, ela vem, ao longo desses anos, passando por vários momentos difíceis, porque sem recursos, sem a ajuda da sociedade, a gente não consegue realizar o trabalho. A APA tem um grande trabalho social, mas precisa ser mais reconhecida, mais ajudada e no sentido de realmente ajudar financeiramente. Nós podemos fechar a qualquer momento por conta mesmo de não manter. A sorte são os protetores independentes que têm muitos animais em suas casas também”, disse.

    Resgate

    Abrigando atualmente mais de 300 vítimas de maus tratos ou em situação de vulnerabilidade, a associação é uma das poucas na cidade que ainda realiza o resgate direto de cadelas, gatas e filhotes. Além de abrigar o animal, também há um cuidado especial com as vacinas, exames e higiene para que os bichinhos possam encontrar um novo lar.

    Ana Sandra reforçou ainda a importância da adoção, a fim de reduzir a população de gatos e cachorros nas ruas.

    “Os animais que estão nas ruas, ultimamente, a gente tem resgatado mães que estão nas ruas com seus filhotes em que é arriscado serem atropelados, casos realmente que a gente não tem como deixar na rua, animais que estão com patas quebradas, nesse sentido, porque o espaço da gente não comporta mais resgate. Mas, quando isso está acontecendo, a gente precisa levar para veterinário, a gente precisa que ela faça os exames para ver como está a saúde dela, precisam ser vacinados, vermifugados, colocados para adoção, e as pessoas precisam também ajudar nisso e também adotar, porque eu acho que adotar um animal já ajuda muito a sociedade, ajuda muito a gente”, frisou Sandra em entrevista ao Acorda Cidade.

    Desafios

    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana, além de manter-se financeiramente com a ajuda da população através de doações, também realiza um bazar, onde peças são vendidas e até mesmo rifas para arcar com os custos mensais.

    Mas, mesmo com toda essa ajuda, Ana Sandra contou que a APA ainda enfrenta dificuldades para se manter em funcionamento.

    “A APA tem um bazar que realmente está bem difícil de se manter ultimamente, porque estão existindo poucas doações. A gente tem que realmente arrecadar várias coisas que sejam usadas, que sirvam para as pessoas usarem. Alguns associados, poucos associados, ajudam com o valor de R$ 10 ou R$ 5, o valor que pode contribuir, e a maior contribuição mesmo é da sociedade que ajuda a manter. A gente é uma luta por dia, é rifa que a gente começa, termina e faz outra. Então, é um dia por vez. No momento, a gente está sem poder comprar ração. Nós iríamos comprar ração ontem. Não compramos ração para 15 dias, porque a gente não teve como garantir o pagamento desse boleto. A gente está com veterinários também abertos, estamos com animais internados também que estão com valores em aberto”.

    Conforme a presidente, os valores mensais para garantir a compra de ração e itens de higiene são altos, já que a instituição não possui uma renda fixa. Ela aproveitou para fazer um apelo à população para que também possam se tornar voluntários.

    “Mensalmente a gente varia de um valor que precisamos de R$ 27 a R$ 32 mil para quitar tudo. Então, é um valor alto para a gente que não tem uma renda fixa. É a gente dormir e acordar sem saber como a gente vai fazer isso. Nosso trabalho é voluntário, a gente também precisa de ajuda. A gente precisa de voluntários, precisa de pessoas que vistam a camisa junto conosco, porque é um trabalho feito por amor, a gente faz por amor, a gente quer fazer bem feito. E está difícil fazer realmente o que a gente quer fazer.”

    Além dos desafios com os custos fixos, a adoção tardia e as devoluções dos animais preocupam a associação.

    “A gente tem muitos animais idosos, estamos com 18 filhotes de gato, estamos com mais 15 filhotes de cachorro para adoção. As campanhas de adoção estão aí, alguns animais são adotados e de repente voltam, as pessoas devolvem porque o cachorro roeu a sandália. Então, são coisas que a gente precisa de ajuda, precisa da compreensão da sociedade. E, principalmente, a gente precisa muito de castração. Castração é a solução para isso. Não adianta você pegar os animais de rua e não haver castração maciça nessa cidade”, relatou Sandra ao Acorda Cidade.

    Parceria

    Questionada se há a colaboração dos poderes públicos a fim de reduzir as despesas, Ana Sandra frisou que há uma parceria junto à prefeitura municipal para a realização de castrações. Porém, como o projeto demora a ser aprovado, os animais que permanecem nas ruas continuam sem a proteção de doenças ou de procriação.

    “A gente tem um projeto de trabalho, um plano de trabalho que é feito e renovado todo ano. A gente manda um projeto para a prefeitura, a prefeitura aprova, inclusive, desse 2024 ainda não foi aprovado. Se eles aprovam, a gente tem um valor para fazer castrações no decorrer do ano e para também uma parte disso ajudar na compra de medicação e ração dos animais. Porém, ainda não foi aprovado em 2024, demora muito. Quando a gente manda e demora muito, esse processo, faz com que a cidade deixe de ter animais castrados e acaba tendo muitos animais na rua abandonados”.

    Colabore

    Para ajudar a APA na compra de rações, itens e consultas, basta enviar qualquer quantia ao PIX (75) 99156-0772 ou contato@apafsa.com.br. Para mais informações acesse o Instagram @apafeiradesantana

    Fonte Acorda Cidade

  • Aplicativo

    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana (APA) é uma organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de beneficiar e ajudar principalmente os animais de rua. Seja gato ou cachorro, a APA, desde 2003, realiza um trabalho de amor ao próximo, ou melhor, ao animal, através de campanhas e de doações.

    Nesta quinta-feira, 4 de abril, é celebrado em todo o mundo o Dia dos Animais de Rua. Criada com o propósito de diminuir os animais abandonados, a data também evidencia as associações que se dedicam ao cuidado e proteção aos pets que não possuem um lar.

    O portal Acorda Cidade esteve na sede da APA e conversou com a presidente, Ana Sandra Lima, que falou sobre o propósito da associação, a de salvar vidas mesmo com as dificuldades com relação aos custos.

    “Eu represento a APA há um ano e meio, e a APA já está fazendo 22 anos agora em abril. Então, ela vem, ao longo desses anos, passando por vários momentos difíceis, porque sem recursos, sem a ajuda da sociedade, a gente não consegue realizar o trabalho. A APA tem um grande trabalho social, mas precisa ser mais reconhecida, mais ajudada e no sentido de realmente ajudar financeiramente. Nós podemos fechar a qualquer momento por conta mesmo de não manter. A sorte são os protetores independentes que têm muitos animais em suas casas também”, disse.

    Resgate

    Abrigando atualmente mais de 300 vítimas de maus tratos ou em situação de vulnerabilidade, a associação é uma das poucas na cidade que ainda realiza o resgate direto de cadelas, gatas e filhotes. Além de abrigar o animal, também há um cuidado especial com as vacinas, exames e higiene para que os bichinhos possam encontrar um novo lar.

    Ana Sandra reforçou ainda a importância da adoção, a fim de reduzir a população de gatos e cachorros nas ruas.

    “Os animais que estão nas ruas, ultimamente, a gente tem resgatado mães que estão nas ruas com seus filhotes em que é arriscado serem atropelados, casos realmente que a gente não tem como deixar na rua, animais que estão com patas quebradas, nesse sentido, porque o espaço da gente não comporta mais resgate. Mas, quando isso está acontecendo, a gente precisa levar para veterinário, a gente precisa que ela faça os exames para ver como está a saúde dela, precisam ser vacinados, vermifugados, colocados para adoção, e as pessoas precisam também ajudar nisso e também adotar, porque eu acho que adotar um animal já ajuda muito a sociedade, ajuda muito a gente”, frisou Sandra em entrevista ao Acorda Cidade.

    Desafios

    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana, além de manter-se financeiramente com a ajuda da população através de doações, também realiza um bazar, onde peças são vendidas e até mesmo rifas para arcar com os custos mensais.

    Mas, mesmo com toda essa ajuda, Ana Sandra contou que a APA ainda enfrenta dificuldades para se manter em funcionamento.

    “A APA tem um bazar que realmente está bem difícil de se manter ultimamente, porque estão existindo poucas doações. A gente tem que realmente arrecadar várias coisas que sejam usadas, que sirvam para as pessoas usarem. Alguns associados, poucos associados, ajudam com o valor de R$ 10 ou R$ 5, o valor que pode contribuir, e a maior contribuição mesmo é da sociedade que ajuda a manter. A gente é uma luta por dia, é rifa que a gente começa, termina e faz outra. Então, é um dia por vez. No momento, a gente está sem poder comprar ração. Nós iríamos comprar ração ontem. Não compramos ração para 15 dias, porque a gente não teve como garantir o pagamento desse boleto. A gente está com veterinários também abertos, estamos com animais internados também que estão com valores em aberto”.

    Conforme a presidente, os valores mensais para garantir a compra de ração e itens de higiene são altos, já que a instituição não possui uma renda fixa. Ela aproveitou para fazer um apelo à população para que também possam se tornar voluntários.

    “Mensalmente a gente varia de um valor que precisamos de R$ 27 a R$ 32 mil para quitar tudo. Então, é um valor alto para a gente que não tem uma renda fixa. É a gente dormir e acordar sem saber como a gente vai fazer isso. Nosso trabalho é voluntário, a gente também precisa de ajuda. A gente precisa de voluntários, precisa de pessoas que vistam a camisa junto conosco, porque é um trabalho feito por amor, a gente faz por amor, a gente quer fazer bem feito. E está difícil fazer realmente o que a gente quer fazer.”

    Além dos desafios com os custos fixos, a adoção tardia e as devoluções dos animais preocupam a associação.

    “A gente tem muitos animais idosos, estamos com 18 filhotes de gato, estamos com mais 15 filhotes de cachorro para adoção. As campanhas de adoção estão aí, alguns animais são adotados e de repente voltam, as pessoas devolvem porque o cachorro roeu a sandália. Então, são coisas que a gente precisa de ajuda, precisa da compreensão da sociedade. E, principalmente, a gente precisa muito de castração. Castração é a solução para isso. Não adianta você pegar os animais de rua e não haver castração maciça nessa cidade”, relatou Sandra ao Acorda Cidade.

    Parceria

    Questionada se há a colaboração dos poderes públicos a fim de reduzir as despesas, Ana Sandra frisou que há uma parceria junto à prefeitura municipal para a realização de castrações. Porém, como o projeto demora a ser aprovado, os animais que permanecem nas ruas continuam sem a proteção de doenças ou de procriação.

    “A gente tem um projeto de trabalho, um plano de trabalho que é feito e renovado todo ano. A gente manda um projeto para a prefeitura, a prefeitura aprova, inclusive, desse 2024 ainda não foi aprovado. Se eles aprovam, a gente tem um valor para fazer castrações no decorrer do ano e para também uma parte disso ajudar na compra de medicação e ração dos animais. Porém, ainda não foi aprovado em 2024, demora muito. Quando a gente manda e demora muito, esse processo, faz com que a cidade deixe de ter animais castrados e acaba tendo muitos animais na rua abandonados”.

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    Para ajudar a APA na compra de rações, itens e consultas, basta enviar qualquer quantia ao PIX (75) 99156-0772 ou contato@apafsa.com.br. Para mais informações acesse o Instagram @apafeiradesantana

    Fonte Acorda Cidade

  • Programação

    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana (APA) é uma organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de beneficiar e ajudar principalmente os animais de rua. Seja gato ou cachorro, a APA, desde 2003, realiza um trabalho de amor ao próximo, ou melhor, ao animal, através de campanhas e de doações.

    Nesta quinta-feira, 4 de abril, é celebrado em todo o mundo o Dia dos Animais de Rua. Criada com o propósito de diminuir os animais abandonados, a data também evidencia as associações que se dedicam ao cuidado e proteção aos pets que não possuem um lar.

    O portal Acorda Cidade esteve na sede da APA e conversou com a presidente, Ana Sandra Lima, que falou sobre o propósito da associação, a de salvar vidas mesmo com as dificuldades com relação aos custos.

    “Eu represento a APA há um ano e meio, e a APA já está fazendo 22 anos agora em abril. Então, ela vem, ao longo desses anos, passando por vários momentos difíceis, porque sem recursos, sem a ajuda da sociedade, a gente não consegue realizar o trabalho. A APA tem um grande trabalho social, mas precisa ser mais reconhecida, mais ajudada e no sentido de realmente ajudar financeiramente. Nós podemos fechar a qualquer momento por conta mesmo de não manter. A sorte são os protetores independentes que têm muitos animais em suas casas também”, disse.

    Resgate

    Abrigando atualmente mais de 300 vítimas de maus tratos ou em situação de vulnerabilidade, a associação é uma das poucas na cidade que ainda realiza o resgate direto de cadelas, gatas e filhotes. Além de abrigar o animal, também há um cuidado especial com as vacinas, exames e higiene para que os bichinhos possam encontrar um novo lar.

    Ana Sandra reforçou ainda a importância da adoção, a fim de reduzir a população de gatos e cachorros nas ruas.

    “Os animais que estão nas ruas, ultimamente, a gente tem resgatado mães que estão nas ruas com seus filhotes em que é arriscado serem atropelados, casos realmente que a gente não tem como deixar na rua, animais que estão com patas quebradas, nesse sentido, porque o espaço da gente não comporta mais resgate. Mas, quando isso está acontecendo, a gente precisa levar para veterinário, a gente precisa que ela faça os exames para ver como está a saúde dela, precisam ser vacinados, vermifugados, colocados para adoção, e as pessoas precisam também ajudar nisso e também adotar, porque eu acho que adotar um animal já ajuda muito a sociedade, ajuda muito a gente”, frisou Sandra em entrevista ao Acorda Cidade.

    Desafios

    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana, além de manter-se financeiramente com a ajuda da população através de doações, também realiza um bazar, onde peças são vendidas e até mesmo rifas para arcar com os custos mensais.

    Mas, mesmo com toda essa ajuda, Ana Sandra contou que a APA ainda enfrenta dificuldades para se manter em funcionamento.

    “A APA tem um bazar que realmente está bem difícil de se manter ultimamente, porque estão existindo poucas doações. A gente tem que realmente arrecadar várias coisas que sejam usadas, que sirvam para as pessoas usarem. Alguns associados, poucos associados, ajudam com o valor de R$ 10 ou R$ 5, o valor que pode contribuir, e a maior contribuição mesmo é da sociedade que ajuda a manter. A gente é uma luta por dia, é rifa que a gente começa, termina e faz outra. Então, é um dia por vez. No momento, a gente está sem poder comprar ração. Nós iríamos comprar ração ontem. Não compramos ração para 15 dias, porque a gente não teve como garantir o pagamento desse boleto. A gente está com veterinários também abertos, estamos com animais internados também que estão com valores em aberto”.

    Conforme a presidente, os valores mensais para garantir a compra de ração e itens de higiene são altos, já que a instituição não possui uma renda fixa. Ela aproveitou para fazer um apelo à população para que também possam se tornar voluntários.

    “Mensalmente a gente varia de um valor que precisamos de R$ 27 a R$ 32 mil para quitar tudo. Então, é um valor alto para a gente que não tem uma renda fixa. É a gente dormir e acordar sem saber como a gente vai fazer isso. Nosso trabalho é voluntário, a gente também precisa de ajuda. A gente precisa de voluntários, precisa de pessoas que vistam a camisa junto conosco, porque é um trabalho feito por amor, a gente faz por amor, a gente quer fazer bem feito. E está difícil fazer realmente o que a gente quer fazer.”

    Além dos desafios com os custos fixos, a adoção tardia e as devoluções dos animais preocupam a associação.

    “A gente tem muitos animais idosos, estamos com 18 filhotes de gato, estamos com mais 15 filhotes de cachorro para adoção. As campanhas de adoção estão aí, alguns animais são adotados e de repente voltam, as pessoas devolvem porque o cachorro roeu a sandália. Então, são coisas que a gente precisa de ajuda, precisa da compreensão da sociedade. E, principalmente, a gente precisa muito de castração. Castração é a solução para isso. Não adianta você pegar os animais de rua e não haver castração maciça nessa cidade”, relatou Sandra ao Acorda Cidade.

    Parceria

    Questionada se há a colaboração dos poderes públicos a fim de reduzir as despesas, Ana Sandra frisou que há uma parceria junto à prefeitura municipal para a realização de castrações. Porém, como o projeto demora a ser aprovado, os animais que permanecem nas ruas continuam sem a proteção de doenças ou de procriação.

    “A gente tem um projeto de trabalho, um plano de trabalho que é feito e renovado todo ano. A gente manda um projeto para a prefeitura, a prefeitura aprova, inclusive, desse 2024 ainda não foi aprovado. Se eles aprovam, a gente tem um valor para fazer castrações no decorrer do ano e para também uma parte disso ajudar na compra de medicação e ração dos animais. Porém, ainda não foi aprovado em 2024, demora muito. Quando a gente manda e demora muito, esse processo, faz com que a cidade deixe de ter animais castrados e acaba tendo muitos animais na rua abandonados”.

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    Para ajudar a APA na compra de rações, itens e consultas, basta enviar qualquer quantia ao PIX (75) 99156-0772 ou contato@apafsa.com.br. Para mais informações acesse o Instagram @apafeiradesantana

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    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana (APA) é uma organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de beneficiar e ajudar principalmente os animais de rua. Seja gato ou cachorro, a APA, desde 2003, realiza um trabalho de amor ao próximo, ou melhor, ao animal, através de campanhas e de doações.

    Nesta quinta-feira, 4 de abril, é celebrado em todo o mundo o Dia dos Animais de Rua. Criada com o propósito de diminuir os animais abandonados, a data também evidencia as associações que se dedicam ao cuidado e proteção aos pets que não possuem um lar.

    O portal Acorda Cidade esteve na sede da APA e conversou com a presidente, Ana Sandra Lima, que falou sobre o propósito da associação, a de salvar vidas mesmo com as dificuldades com relação aos custos.

    “Eu represento a APA há um ano e meio, e a APA já está fazendo 22 anos agora em abril. Então, ela vem, ao longo desses anos, passando por vários momentos difíceis, porque sem recursos, sem a ajuda da sociedade, a gente não consegue realizar o trabalho. A APA tem um grande trabalho social, mas precisa ser mais reconhecida, mais ajudada e no sentido de realmente ajudar financeiramente. Nós podemos fechar a qualquer momento por conta mesmo de não manter. A sorte são os protetores independentes que têm muitos animais em suas casas também”, disse.

    Resgate

    Abrigando atualmente mais de 300 vítimas de maus tratos ou em situação de vulnerabilidade, a associação é uma das poucas na cidade que ainda realiza o resgate direto de cadelas, gatas e filhotes. Além de abrigar o animal, também há um cuidado especial com as vacinas, exames e higiene para que os bichinhos possam encontrar um novo lar.

    Ana Sandra reforçou ainda a importância da adoção, a fim de reduzir a população de gatos e cachorros nas ruas.

    “Os animais que estão nas ruas, ultimamente, a gente tem resgatado mães que estão nas ruas com seus filhotes em que é arriscado serem atropelados, casos realmente que a gente não tem como deixar na rua, animais que estão com patas quebradas, nesse sentido, porque o espaço da gente não comporta mais resgate. Mas, quando isso está acontecendo, a gente precisa levar para veterinário, a gente precisa que ela faça os exames para ver como está a saúde dela, precisam ser vacinados, vermifugados, colocados para adoção, e as pessoas precisam também ajudar nisso e também adotar, porque eu acho que adotar um animal já ajuda muito a sociedade, ajuda muito a gente”, frisou Sandra em entrevista ao Acorda Cidade.

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    A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana, além de manter-se financeiramente com a ajuda da população através de doações, também realiza um bazar, onde peças são vendidas e até mesmo rifas para arcar com os custos mensais.

    Mas, mesmo com toda essa ajuda, Ana Sandra contou que a APA ainda enfrenta dificuldades para se manter em funcionamento.

    “A APA tem um bazar que realmente está bem difícil de se manter ultimamente, porque estão existindo poucas doações. A gente tem que realmente arrecadar várias coisas que sejam usadas, que sirvam para as pessoas usarem. Alguns associados, poucos associados, ajudam com o valor de R$ 10 ou R$ 5, o valor que pode contribuir, e a maior contribuição mesmo é da sociedade que ajuda a manter. A gente é uma luta por dia, é rifa que a gente começa, termina e faz outra. Então, é um dia por vez. No momento, a gente está sem poder comprar ração. Nós iríamos comprar ração ontem. Não compramos ração para 15 dias, porque a gente não teve como garantir o pagamento desse boleto. A gente está com veterinários também abertos, estamos com animais internados também que estão com valores em aberto”.

    Conforme a presidente, os valores mensais para garantir a compra de ração e itens de higiene são altos, já que a instituição não possui uma renda fixa. Ela aproveitou para fazer um apelo à população para que também possam se tornar voluntários.

    “Mensalmente a gente varia de um valor que precisamos de R$ 27 a R$ 32 mil para quitar tudo. Então, é um valor alto para a gente que não tem uma renda fixa. É a gente dormir e acordar sem saber como a gente vai fazer isso. Nosso trabalho é voluntário, a gente também precisa de ajuda. A gente precisa de voluntários, precisa de pessoas que vistam a camisa junto conosco, porque é um trabalho feito por amor, a gente faz por amor, a gente quer fazer bem feito. E está difícil fazer realmente o que a gente quer fazer.”

    Além dos desafios com os custos fixos, a adoção tardia e as devoluções dos animais preocupam a associação.

    “A gente tem muitos animais idosos, estamos com 18 filhotes de gato, estamos com mais 15 filhotes de cachorro para adoção. As campanhas de adoção estão aí, alguns animais são adotados e de repente voltam, as pessoas devolvem porque o cachorro roeu a sandália. Então, são coisas que a gente precisa de ajuda, precisa da compreensão da sociedade. E, principalmente, a gente precisa muito de castração. Castração é a solução para isso. Não adianta você pegar os animais de rua e não haver castração maciça nessa cidade”, relatou Sandra ao Acorda Cidade.

    Parceria

    Questionada se há a colaboração dos poderes públicos a fim de reduzir as despesas, Ana Sandra frisou que há uma parceria junto à prefeitura municipal para a realização de castrações. Porém, como o projeto demora a ser aprovado, os animais que permanecem nas ruas continuam sem a proteção de doenças ou de procriação.

    “A gente tem um projeto de trabalho, um plano de trabalho que é feito e renovado todo ano. A gente manda um projeto para a prefeitura, a prefeitura aprova, inclusive, desse 2024 ainda não foi aprovado. Se eles aprovam, a gente tem um valor para fazer castrações no decorrer do ano e para também uma parte disso ajudar na compra de medicação e ração dos animais. Porém, ainda não foi aprovado em 2024, demora muito. Quando a gente manda e demora muito, esse processo, faz com que a cidade deixe de ter animais castrados e acaba tendo muitos animais na rua abandonados”.

    Colabore

    Para ajudar a APA na compra de rações, itens e consultas, basta enviar qualquer quantia ao PIX (75) 99156-0772 ou contato@apafsa.com.br. Para mais informações acesse o Instagram @apafeiradesantana

    Fonte Acorda Cidade

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Dia dos Animais de Rua: conheça a Associação Protetora de Feira de Santana que resgata animais de rua há 20 anos 

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  • abril 4, 2024
Dia dos Animais de Rua: conheça a Associação Protetora de Feira de Santana que resgata animais de rua há 20 anos 

A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana (APA) é uma organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de beneficiar e ajudar principalmente os animais de rua. Seja gato ou cachorro, a APA, desde 2003, realiza um trabalho de amor ao próximo, ou melhor, ao animal, através de campanhas e de doações.

Nesta quinta-feira, 4 de abril, é celebrado em todo o mundo o Dia dos Animais de Rua. Criada com o propósito de diminuir os animais abandonados, a data também evidencia as associações que se dedicam ao cuidado e proteção aos pets que não possuem um lar.

O portal Acorda Cidade esteve na sede da APA e conversou com a presidente, Ana Sandra Lima, que falou sobre o propósito da associação, a de salvar vidas mesmo com as dificuldades com relação aos custos.

“Eu represento a APA há um ano e meio, e a APA já está fazendo 22 anos agora em abril. Então, ela vem, ao longo desses anos, passando por vários momentos difíceis, porque sem recursos, sem a ajuda da sociedade, a gente não consegue realizar o trabalho. A APA tem um grande trabalho social, mas precisa ser mais reconhecida, mais ajudada e no sentido de realmente ajudar financeiramente. Nós podemos fechar a qualquer momento por conta mesmo de não manter. A sorte são os protetores independentes que têm muitos animais em suas casas também”, disse.

Resgate

Abrigando atualmente mais de 300 vítimas de maus tratos ou em situação de vulnerabilidade, a associação é uma das poucas na cidade que ainda realiza o resgate direto de cadelas, gatas e filhotes. Além de abrigar o animal, também há um cuidado especial com as vacinas, exames e higiene para que os bichinhos possam encontrar um novo lar.

Ana Sandra reforçou ainda a importância da adoção, a fim de reduzir a população de gatos e cachorros nas ruas.

“Os animais que estão nas ruas, ultimamente, a gente tem resgatado mães que estão nas ruas com seus filhotes em que é arriscado serem atropelados, casos realmente que a gente não tem como deixar na rua, animais que estão com patas quebradas, nesse sentido, porque o espaço da gente não comporta mais resgate. Mas, quando isso está acontecendo, a gente precisa levar para veterinário, a gente precisa que ela faça os exames para ver como está a saúde dela, precisam ser vacinados, vermifugados, colocados para adoção, e as pessoas precisam também ajudar nisso e também adotar, porque eu acho que adotar um animal já ajuda muito a sociedade, ajuda muito a gente”, frisou Sandra em entrevista ao Acorda Cidade.

Desafios

A Associação Protetora dos Animais de Feira de Santana, além de manter-se financeiramente com a ajuda da população através de doações, também realiza um bazar, onde peças são vendidas e até mesmo rifas para arcar com os custos mensais.

Mas, mesmo com toda essa ajuda, Ana Sandra contou que a APA ainda enfrenta dificuldades para se manter em funcionamento.

“A APA tem um bazar que realmente está bem difícil de se manter ultimamente, porque estão existindo poucas doações. A gente tem que realmente arrecadar várias coisas que sejam usadas, que sirvam para as pessoas usarem. Alguns associados, poucos associados, ajudam com o valor de R$ 10 ou R$ 5, o valor que pode contribuir, e a maior contribuição mesmo é da sociedade que ajuda a manter. A gente é uma luta por dia, é rifa que a gente começa, termina e faz outra. Então, é um dia por vez. No momento, a gente está sem poder comprar ração. Nós iríamos comprar ração ontem. Não compramos ração para 15 dias, porque a gente não teve como garantir o pagamento desse boleto. A gente está com veterinários também abertos, estamos com animais internados também que estão com valores em aberto”.

Conforme a presidente, os valores mensais para garantir a compra de ração e itens de higiene são altos, já que a instituição não possui uma renda fixa. Ela aproveitou para fazer um apelo à população para que também possam se tornar voluntários.

“Mensalmente a gente varia de um valor que precisamos de R$ 27 a R$ 32 mil para quitar tudo. Então, é um valor alto para a gente que não tem uma renda fixa. É a gente dormir e acordar sem saber como a gente vai fazer isso. Nosso trabalho é voluntário, a gente também precisa de ajuda. A gente precisa de voluntários, precisa de pessoas que vistam a camisa junto conosco, porque é um trabalho feito por amor, a gente faz por amor, a gente quer fazer bem feito. E está difícil fazer realmente o que a gente quer fazer.”

Além dos desafios com os custos fixos, a adoção tardia e as devoluções dos animais preocupam a associação.

“A gente tem muitos animais idosos, estamos com 18 filhotes de gato, estamos com mais 15 filhotes de cachorro para adoção. As campanhas de adoção estão aí, alguns animais são adotados e de repente voltam, as pessoas devolvem porque o cachorro roeu a sandália. Então, são coisas que a gente precisa de ajuda, precisa da compreensão da sociedade. E, principalmente, a gente precisa muito de castração. Castração é a solução para isso. Não adianta você pegar os animais de rua e não haver castração maciça nessa cidade”, relatou Sandra ao Acorda Cidade.

Parceria

Questionada se há a colaboração dos poderes públicos a fim de reduzir as despesas, Ana Sandra frisou que há uma parceria junto à prefeitura municipal para a realização de castrações. Porém, como o projeto demora a ser aprovado, os animais que permanecem nas ruas continuam sem a proteção de doenças ou de procriação.

“A gente tem um projeto de trabalho, um plano de trabalho que é feito e renovado todo ano. A gente manda um projeto para a prefeitura, a prefeitura aprova, inclusive, desse 2024 ainda não foi aprovado. Se eles aprovam, a gente tem um valor para fazer castrações no decorrer do ano e para também uma parte disso ajudar na compra de medicação e ração dos animais. Porém, ainda não foi aprovado em 2024, demora muito. Quando a gente manda e demora muito, esse processo, faz com que a cidade deixe de ter animais castrados e acaba tendo muitos animais na rua abandonados”.

Colabore

Para ajudar a APA na compra de rações, itens e consultas, basta enviar qualquer quantia ao PIX (75) 99156-0772 ou contato@apafsa.com.br. Para mais informações acesse o Instagram @apafeiradesantana

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Feira de Santana registra por dia mais de 300 notificações de casos suspeitos de dengue 

  • Sociedade News
  • abril 4, 2024
Feira de Santana registra por dia mais de 300 notificações de casos suspeitos de dengue 

A Vigilância Epidemiológica de Feira de Santana tem registrado em média 300 notificações por dia de casos suspeitos de dengue. De acordo com a enfermeira referência em arboviroses, Sandréa Costa, de janeiro até a última segunda, dia 1º de abril, o município alcançou a marca de 5. 507 casos suspeitos de dengue. Pacientes confirmados com a doença são 976, atestados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), em Salvador.

As localidades mais acometidas têm sido o distrito de Humildes, seguido pelos bairros Mangabeira, Tomba, Campo Limpo e Conceição. Apesar disso, a especialista reforça que todas as regiões da cidade têm registrado pacientes com dengue, inclusive, em todas as faixas etárias.

“No dia 1º de abril tínhamos internados em Feira em hospitais públicos, particulares, UPAs e Policlínicas 67 pessoas, dessas 60 estão em unidades abertas como clínica médica, enfermarias e sete na UTI (Unidade de Terapia Intensiva)”, informou.

Dengue com sinais de alarme são 193 de janeiro até segunda, 1º de abril. Em estado grave são cinco pacientes e pelo menos um óbito foi confirmado, outros estão em investigação.

Segundo Sandréa, sangramento nasal, na urina, na gengiva, nas fezes, tontura, desmaio, dores no corpo em geral, febre, plaquetas baixas e a desidratação são sintomas considerados sinais agravantes da doença.

Sandréa que faz parte do Grupo de Trabalho Referências em Arboviroses, informou que somente ontem recebeu 300 fichas com suspeitas de infecções causadas por alguma arbovirose, seja dengue, zika ou chikungunya.

“De janeiro para cá tem sido uma média de 200 até 400 fichas com suspeitas de arbovirose, que vem para cá para daqui tirarmos o diagnóstico se confirma ou descarta a dengue. As UBS, que são a atenção primária, aumentaram a demanda”, explicou.

A dengue

É importante alertar que, a qualquer sintoma de dengue, é imprescindível buscar atendimento médico, como das Unidades Básicas de Saúde que possuem o protocolo emergencial para iniciar o tratamento.

“Não fiquem com sintomas em casa. Se sentir febre, dor no corpo, manchas na pele ou qualquer coisa que sejam suspeitas de arboviroses, procure uma unidade de saúde e não se automedique, porque a dengue mata rápido e o tratamento é a água, hidratação”, alertou.

Além disso, a enfermeira ressalta que independentemente do teste laboratorial para confirmar a arbovirose, é importante iniciar o tratamento pela simples suspeita.

“Porque o tratamento da dengue é resolver febre, dor e hidratar. Isso não faz mal a ninguém. Seja qual for a outra doença, tem que hidratar e vai fazendo diferencial para outras coisas também, pesquisando e tratando, sempre com a orientação de um médico”, pontuou Sandrea em entrevista ao Acorda Cidade.

Sobre a Febre de Oropouche, causada pelo mosquito conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, que tem registrado casos positivos em algumas regiões do país, a especialista tranquilizou informando que ainda não há casos em Feira.

Ainda de acordo com Sandréa Costa, a prefeitura está preparada para absorver as mais de 300 notificações por dia, mas como os casos ainda seguem aumentando, é fundamental que a população faça a sua parte, não deixando água parada.

Com as chuvas que vêm e vão, é importante parar todos os dias, tirar 10 minutinhos para avaliar se há algum foco do mosquito da dengue nos quintais, nas lajes e demais espaços das residências e empresas que possam proliferar os insetos.

“Porque a gente vai tratar e outras pessoas vão se infectando de novo. Enquanto tiver o mosquito esse ciclo não vai acabar”.

Fonte Acorda Cidade

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Atletas autistas trilham carreiras promissoras e viajam o mundo para competir

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  • abril 4, 2024
Atletas autistas trilham carreiras promissoras e viajam o mundo para competir

Diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o pequeno Davi Lucas, de 7 anos, encontrou no Projeto Pedal mais do que uma simples atividade física. Através do bicicross ele desenvolveu habilidades comportamentais, melhorou o rendimento na escola e aprendeu a lidar com a ansiedade. A iniciativa, promovida pela Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), em parceria com a Associação de Bicicross de Salvador (ABS), conta com mais de 160 crianças autistas.

Teresa Azevedo, avó de Davi Lucas, percebeu as mudanças no garoto após começar a praticar o esporte: “para Davi, bicicross não é apenas uma atividade física, é um espaço onde ele se sente acolhido e capaz. Ver seu sorriso, enquanto ele pedala, é testemunhar a transformação que essa iniciativa trouxe para sua vida. Antes de começar aqui, no projeto, ele era muito nervoso e agitado. Hoje, está mais calmo, socializa bem com os colegas e está muito feliz”.

O menino, agora, sonha em disputar a Copa Latino-Americana de BMX: “com fé em Deus, vou representar bem nossa Bahia. Agora é treinar e aprender mais, que é a coisa que eu mais gosto de fazer”, dividiu Davi.

A trajetória dele é muito parecida com a percorrida por atletas mundiais como Igor Nogueira, tricampeão de para parajiu-jitsu em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes. Vencedor dos mundiais de 2018, 2022 e 2023, e terceiro lugar no Sul Americano de Jiu–Jitsu Desportivo, na categoria convencional, ele lembra que foi o esporte que revelou seu talento, curou experiências traumáticas da infância e “salvou a sua vida”.

“Hoje, eu posso tudo. Competi nos campeonatos nacional e internacional, com o patrocínio do Governo da Bahia, e, nas disputas de jiu-jitsu, tem uns caras top mesmo. Tem que treinar muito, treinar firme, ter uma rotina”, elucidou Igor.

O atleta foi o primeiro autista contemplado pelo Programa Faz Atleta, da Sudesb, e também foi beneficiado com o Bolsa Esporte e com o Programa de Apoio às Passagens do Governo do Estado. A última iniciativa viabilizou a ida não só de Igor para Abu Dhabi como, também, da sua mãe, Marleide Nogueira.

“A primeira competição dele foi em 2016, que o fez entrar para a história do esporte baiano como o primeiro atleta autista. Isso me orgulha muito e foi a partir da primeira competição nacional que a gente foi buscar o apoio dos programas esportivos. Meu filho é o atleta que é hoje graças aos programas esportivos da Sudesb. E, na verdade, foi o que proporcionou que a gente fosse a lugares que a gente nunca imaginou. O programa de passagens da Sudesb foi essencial”, compartilhou a mãe de Igor.

Nos próximos dias 20 e 21 de abril, Igor vai disputar o Campeonato Panamericano Oficial de Parajiu-Jitsu, em Manaus, no Amazonas. A preparação, com uma equipe de treinadores, para vigor físico e força, é intensa, conforme explicou o mestre, Marcelo Souza, mais conhecido como t-rex.

“O Igor já chegou pronto. Hoje, eu só faço um trabalho para lapidar o jiu-jitsu dele. A gente vem trabalhando duro. Trabalhando muito a parte técnica, junto com toda a equipe. E, aí, o final o resultado é o tricampeão mundial. Vamos buscar sempre o lugar mais alto do pódio”, reforçou. Até a disputa, o atleta treina jiu-jitsu de segunda a sexta e faz musculação três vezes na semana.

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado no dia 2 de abril, destaca a importância de compreender o autismo e combater o preconceito. A data foi criada em 2007, pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de difundir informações sobre o neurodesenvolvimento humano e reduzir o preconceito que cerca as pessoas com Transtorno do Espectro Autista.

Outros nomes como Jaldo Caribé, Mardevacson Fonseca e Paôla Reis, todos com conquistas notáveis no bicicross baiano, são exemplos do desenvolvimento de talentos e da promoção da inclusão social de pessoas autistas.

“O esporte é dessas ferramentas que garantem integração, congraçamento, formação de equipe, solidariedade, conceitos importantes na formação da cidadania. É um instrumento utilizado no mundo inteiro para você aprender a ganhar, aprender a perder, para você estabelecer parâmetros na convivência humana, no regramento que é feito entre uma equipe e outra. Então, é uma dimensão importante da construção humana que tem sido, ao longo dos anos, aperfeiçoada”, sinalizou o diretor-geral da Sudesb, Vicente Neto.

O gestor lembra que a criação do Núcleo do Paradesporto na superintendência foi inspirada em pessoas que mostram que é possível a prática esportiva superando qualquer tipo de conceitos ou preconceitos: “é o caso do Igor Nogueira, atleta do jiu-itsu, é o caso da nossa, hoje, dirigente nacional do Ministério do Esporte, atleta da paracanoagem, Nayara Falcão. Ela começou conosco, foi a primeira coordenadora do Núcleo do Paradesporto e, pelo trabalho realizado, foi levada para o Ministério do Esporte para coordenar essa ação em plano nacional. Eles demonstraram para o Brasil e para o mundo as possibilidades infinitas que o esporte garante para qualquer pessoa”.

Fonte Acorda Cidade

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Kits para Corrida Verão serão entregues neste sábado (6), na Secretaria de Cultura

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  • abril 4, 2024
Kits para Corrida Verão serão entregues neste sábado (6), na Secretaria de Cultura

Neste domingo (7), mais de 300 atletas de Feira de Santana e região estarão participando da Corrida Verão, na avenida Noide Cerqueira, com largada às 7h em frente ao Shopping Avenida.

O evento que está em sua 3ª edição terá um percurso único de 6km – os corredores retornam para o mesmo ponto de largada. A arbitragem ficará a cargo da Federação Bahiana de Atletismo (FBA).

Os kits para a corrida contendo camisa, chip e numeração serão entregues neste sábado (06), na Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (rua Estados Unidos, 37, Kalilândia), das 8h às 15h.

Esse evento é promovido pela União das Entidades Esportivas de Feira de Santana (UNIEFS) em parceria com a Prefeitura de Feira. Também conta com o apoio da Guarda Municipal, da Superintendência Municipal de Transporte (SMT) e das secretarias municipais de Saúde e Educação.

PREMIAÇÃO

Todos os participantes da corrida receberão medalhas. Os três primeiros colocados serão premiados com troféu. Os cinquenta melhores colocados receberão brindes.

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Corte da Micareta de Feira será definida nesta sexta-feira (5)

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  • abril 4, 2024
Corte da Micareta de Feira será definida nesta sexta-feira (5)

A final do concurso que elegerá as majestades da Micareta 2024 será realizada nesta sexta-feira (5), às 16h, no Teatro Municipal Margarida Ribeiro.

Dez mulheres – sendo uma transexual – concorrem ao título de rainha e princesas da festa, enquanto a “Chave da Cidade” está sendo disputada por cinco homens. A folia de Momo acontece entre os dias 18 e 21 de abril.

Beleza, comunicação, desenvoltura na passarela serão alguns dos critérios analisados pelos jurados para definir a rainha e as duas princesas da festa, conforme destacou o coordenador do concurso, o produtor cultural Edson Baptista. Ele está à frente do evento há 37 anos.

A promotora de vendas e vendedora de acarajé, Mary Lúcia dos Santos, de 47 anos, ficou entre as dez finalistas – a primeira etapa eliminatória ocorreu na última terça-feira (2).

“Sou foliã nascida e criada em Feira de Santana, conheço a Micareta e me sinto pronta para representar a nossa festa. Minha alegria e espontaneidade estarão presentes na avenida contagiando também os foliões”.

Pela terceira vez concorrendo o título de Rainha da Micareta de Feira de Santana, Gracielle Santana falou da emoção em chegar mais uma vez a final – em outra edição do concurso ela também ficou entre as dez candidatas. “Caso eleita, o folião pode esperar de mim muita alegria, simpatia e gingado na avenida. Estou preparada para isso”.

Quem também foi para a final é operadora de temarketing e bailarina, a transexual Ariele Santos, 27 anos. Com experiência em outros concursos, Ariele foi rainha LGBT na Micareta 2016. “É uma honra participar desse concurso e mostrar a nossa visibilidade. Essa é uma festa da diversidade”, observou.

A premiação para o Rei Momo e a Rainha é de R$2.500 para cada. Já as princesas eleitas recebem o valor de R$ 2 mil cada uma. A realização do concurso é da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer.

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Feira terá mais um Dia D de vacinação contra a dengue neste sábado

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  • abril 4, 2024
Feira terá mais um Dia D de vacinação contra a dengue neste sábado

Em Feira de Santana, o dia D de vacinação contra a dengue será realizado neste sábado (6). De 8h às 13h, 25 unidades de saúde da rede municipal (confira a lista no final da matéria), localizadas na sede distritos, estarão abertas para efetuar a aplicação das doses.

Nesta fase inicial da campanha, a vacina é destinada apenas a crianças e adolescentes com idade entre 10 e 14 anos. Esse público representa quase 11% dos 907 casos confirmados de dengue na cidade.

Com o objetivo de garantir a segurança, o atendimento para pessoas nessa faixa etária é feito somente na presença dos pais ou responsável. Além de estar acompanhado, a criança ou adolescente deve apresentar a carteira de identidade, a caderneta de vacina e o cartão SUS.

A secretária municipal de saúde, Cristiane Campos, ressalta que a iniciativa da Prefeitura em promover mais um dia D busca alcançar aqueles que fazem parte do público-alvo, mas ainda não compareceram para receber o imunizante.

“Muitos pais pela correria do dia a dia, acabam deixando para depois. Porém, diante do cenário de aumento de casos de dengue na cidade, é importante que esses responsáveis procurem uma unidade para que seu filho receba a vacina. Durante a semana, além das 104 salas de imunização que funcionam durante o dia, temos sete unidades vinculadas ao Programa Saúde na Hora que possuem horário estendido até as 20h30, justamente para atender quem trabalha no período comercial”, frisou.

Confira as unidades que abrirão neste sábado:

Unidades de Saúde da Família (USF): Centro Social Urbano (CSU), Baraúnas e Caseb 2

USFs Saúde na Hora: Campo Limpo I, V e VI; Liberdade I, II e III; Queimadinha I, II e III; Parque Ipê I, II e III; Videiras I, II e III; Rua Nova II, III e Barroquinha; George Américo III e IV e Campo Limpo IV

Equipes de Atenção Primária (antigas Unidades Básicas de Saúde- UBS): Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé

Distritos: Ipuaçu, Bonfim de Feira, Jaíba, Jaguara, São José, Humildes I, Matinha e Tiquaruçu.

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Prefeitura de Feira e Defensoria Pública alinham assistência a migrantes venezuelanos

  • Sociedade News
  • abril 4, 2024
Prefeitura de Feira e Defensoria Pública alinham assistência a migrantes venezuelanos

As ações realizadas pela Prefeitura de Feira de Santana junto aos migrantes venezuelanos que residem no município foram apresentadas à Defensoria Pública Estadual em reunião na manhã desta quarta-feira (03), no Paço Municipal Maria Quitéria. O encontro contou com a presença do prefeito Colbert Martins Filho; da coordenadora da 1ª Defensoria Pública Regional, Natália Castelucci; Cristina Ulm e Marcelo dos Santos Rodrigues, coordenadores do Núcleo de Atuação Estratégica, além de secretários municipais.

A secretária municipal de Educação, Anaci Paim, destacou que 52 alunos de outras nacionalidades, sendo 36 venezuelanos da etnia warao, estão matriculados na rede municipal. Ela ressaltou os desafios culturais e de comunicação enfrentados, mas também enfatizou as ações da Prefeitura para acolher esse público.

“Dentro do nosso plano de ação, estamos desenvolvendo material didático próprio no idioma deles, oferecendo formação para os docentes que atuarão com esses alunos e buscando estudantes do curso de Letras em Espanhol da Universidade Estadual de Feira de Santana para atuarem como estagiários e auxiliarem na comunicação. Compreendemos a importância da adaptação cultural, especialmente para as crianças e jovens”, explicou Anaci.

O secretário de Desenvolvimento Social, Denilton Brito, revelou que atualmente há 13 famílias de venezuelanos residentes no município, com um custo per capita de R$ 2.908,00. “São 59 pessoas assistidas pela assistência social, com 12 famílias residindo na mesma vila no bairro Mangabeira e uma no bairro Baraúnas. Todos recebem apoio da Prefeitura, incluindo aluguel social, cestas básicas, assistência de saúde e benefícios como Bolsa Família e BPC [Benefício de Prestação Continuada]”.

A secretária municipal de Saúde, Cristiane Campos, ressaltou que todos os venezuelanos residentes no município têm acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS) e recebem acompanhamento regular.

O defensor público Marcelo Rodrigues ressaltou que a reunião foi esclarecedora. “A ideia da Defensoria Pública é sempre de estabelecer parceria. Estamos surpresos e encantados com o que a Prefeitura mostrou. Com certeza temos agora uma melhor compreensão para que juntos possamos encontrar o melhor caminho possível”.

PARCERIA

A defensora pública Cristina Ulm destacou a importância da parceria entre a Defensoria Pública e o Município no trabalho de assistência aos venezuelanos. “Ficamos surpresos e felizes ao ver a efetividade do trabalho realizado pela Prefeitura. A reunião foi produtiva e esperamos uma colaboração ainda mais estreita com as secretarias municipais. Isso beneficiará não apenas os refugiados, mas também toda a população que necessita dos serviços da Defensoria Pública. Com essa parceria, podemos avançar em prol do bem-estar de todos os cidadãos”.

CÂMARA DE SAÚDE

Durante a reunião, também foi discutida a proposta de instalação da Câmara de Saúde no município. “Este modelo, já implementado com sucesso em outras regiões como Vitória da Conquista, visa resolver questões como a obtenção de medicamentos ou marcação de consultas sem a necessidade de intervenção judicial, o que agilizaria significativamente o processo. A ideia é realizar um trabalho extrajudicial, onde profissionais capacitados estarão disponíveis para analisar as demandas dos pacientes”, explicou Cristina Ulm.

“Com isso, asseguramos maior rapidez no atendimento às necessidades dos assistidos, pois o trâmite judicial muitas vezes enfrenta problemas de demora e cumprimento de liminares. Assim, a proposta visa beneficiar não apenas a gestão pública, mas também os cidadãos que dependem desses serviços essenciais”, concluiu.

AUXÍLIO A SUPERENDIVIDADOS

A coordenadora da 1ª Defensoria Pública Regional, Natália Castelucci, propôs ao prefeito a implantação, em parceria com o Procon, de uma cooperação para auxiliar os superendividados. O prefeito demonstrou interesse na proposta e designou o secretário de Desenvolvimento Social, Denilton Brito, como responsável pela implementação da célula de atendimento em colaboração com a Defensoria, destinada aos cidadãos que desejam regularizar suas dívidas.

Também participaram da reunião o presidente da Agência Reguladora de Feira de Santana, Carlos Alberto Moura Pinho; o procurador-geral do Município, Antônio Augusto Graça Leal; o secretário de Prevenção à Violência, Moacir Lima; e o chefe de Gabinete do Prefeito, Fanael Ribeiro.

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Terapia com cavalos abandonados ajuda crianças e detentos em projeto premiado

  • Sociedade News
  • abril 3, 2024
Terapia com cavalos abandonados ajuda crianças e detentos em projeto premiado

Uma terapia com cavalos abandonados – resgatados e tratados – está ajudando crianças com deficiência no Espírito Santos. O projeto, com sessões de equoterapia, é feito na Penitenciária Agrícola do estado e é incrível porque trata ao mesmo tempo os animais, as crianças e os detentos.

Lá, os pequenos são acompanhados por fisioterapeutas, com auxílio dos internos. A iniciativa, que começou em 2014 já ganhou prêmio internacional pelo impacto positivo.

“Quando iniciamos, foi difícil conseguir autorização porque até mesmo os juízes tinham medo de como os presos iriam atuar com as crianças. Mas seguimos nesses anos sem nenhuma intercorrência”, disse a diretora da unidade prisional, Leizielle Marçal.

Trata crianças, detentos e cavalos

Aproximadamente 102 crianças são atendidas ao longo do ano, divididas em pequenos grupos.

Leizielle contou que o projeto atua em três vertentes sociais: as crianças da Apae, a qualificação dos presos e o resgate dos cavalos encontrados em vias públicas.

Segundo ela, são notadas grandes mudanças no comportamento dos presos que fazem parte do programa, além de um baixo índice de reincidência criminal.

Presos em regime semiaberto

Os presos participantes estão no regime semiaberto, sendo considerados de baixa periculosidade.

Muitos já possuem autorização judicial para trabalhar durante o dia em empresas conveniadas.

Aqueles que não trabalham fora, atuam em projetos internos, como a Equoterapia.

Qualificação cuidar dos cavalos

Para cuidar dos animais abandonados, os internos passam por treinamentos e cursos de qualificação.

Eles aprendem sobre diversas áreas, como doma, rédea, selagem, montaria e tratador, proporcionados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

“Com essa qualificação, temos presos que são qualificados e já foram contratados para realizarem o trabalho pela Apae”, explicou a diretora.

Cavalo doado

O cavalo de raça Mangalarga, batizado de “Prometeu”, é um dos animais participantes.

Ele foi gentilmente doado por um empresário que descobriu nele uma fonte de conforto durante a batalha contra a depressão.

Inspirado nessa experiência, o homem desejava que o cavalo também pudesse trazer alegria e esperança para a vida das crianças participantes do projeto.

Resultados

Os resultados são visíveis nas experiências individuais, como a de Ingrid Gomes Rodrigues, mãe de João Lucas, um dos beneficiários do projeto.

João, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno Desafiador Opositor (TOD), tem mostrado melhorias significativas no comportamento desde que começou a terapia.

“Antes das sessões, ele não sabia perder, não entendia o significado de ‘não’ e tudo isso foi trabalhado”, contou a mãe, toda orgulhosa.

Com informações de Folha Vitória

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Brasileiro leva bola para escola carente na África e alunos têm reação incrível

  • Sociedade News
  • abril 3, 2024
Brasileiro leva bola para escola carente na África e alunos têm reação incrível

A reação desses garotinhos ao verem uma bola é emocionante. O presente foi dado pelo brasileiro Aldo Felicissimo, de 33 anos, que realiza trabalho voluntário em uma escola na África e quis surpreender os alunos em um momento de descontração.

Nascido em Brasília (DF), Aldinho tinha o sonho de transformar vidas. E ele tem conseguido fazer isso de forma grandiosa. Ele praticamente adotou os alunos da Escola Primária Rural de Muhohoyo, na zona rural do Quênia, e garante que todo o trabalho tem sido recompensado com o carinho da comunidade.

“Aqui eles não têm bola e as condições são bem duras. Mas, mesmo assim, eles mostram que podem se divertir e sempre te dar um sorriso de gratidão”. Ao publicar o vídeo do momento nas redes sociais, Aldinho também emocionou os seguidores. Para ele, isso é combustível para continuar.

Levando alegria para os alunos carentes

Conhecendo um pouco mais da rotina e das necessidades dos alunos, ele descobriu que algumas coisas, que para os brasileiros eram comuns e simples, na África tinha uma importância e valor muito maior.

“Aqui eu tive que enxergar a realidade sem as lentes que uma vida de oprtunidades me deu”, reflete o brasiliense.

E sabendo que, assim como os brasileiros, os quenianos são apaixonados por futebol, Aldinho decidiu levar uma bola para as crianças da escola que realiza o projeto social.

Além de ver os pequenos se divertindo, o brasileiro também fez questão de participar do momento, dando alguns chutes.

“Tava todo mundo largado pelos cantos, mas chegou uma bola e já ta todo mundo aqui, brincando junto”, contou.

Esperança para famílias

Aldinho escolheu a pequena Makuyu, como casa desde janeiro, quando chegou ao país. O distrito fica na zona rural do Quênia e tem aproximadamente 45 mil habitantes, segundo dados do Ministério de Devolução e Planejamento no país.

E desde que decidiu começar com o projeto o brasileiro tem feito a diferença na vida de várias famílias carentes da região. É a partir da prática do cultivo em uma horta comunitária que, Aldinho, além de comida, traz esperança para as famílias.

“As famílias e as crianças não têm conhecimento de como cultivar alimentos. Mesmo tendo terra e água, eles passam fome em épocas do ano. A escola, sem dinheiro e estrutura, não consegue dar comida para essas crianças”, explicou o rapaz.

Para ele, acabar com a fome e possibilitar que crianças tenham um futuro digno, é dever de todos.

“Não quero que esse projeto seja só meu, quero que seja de todos nós! O que importa mesmo é abrir oportunidades para um futuro melhor para essas crianças que tanto precisam.”

Como ajudar

Por isso, nós abraçamos a causa do projeto e juntos, contamos com vocês para levar mais dignidade e alimentação saudável para essas famílias.

O dinheiro será usado na aquisição de novas ferramentas, sementes, materiais para irrigação e para suprir outras necessidades do projeto.

Agora estamos prontos para escrever uma nova história e queremos que você faça parte dessa aventura.

Fonte Só Notícia Boa

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Mulheres vítimas de violência doméstica ganham tratamento dentário gratuito no DF

  • Sociedade News
  • abril 3, 2024
Mulheres vítimas de violência doméstica ganham tratamento dentário gratuito no DF

Que iniciativa linda! No Distrito Federal, o projeto Reconstruindo Sorrisos em parceria com o Ministério das Mulheres, vai oferecer tratamento dentário gratuito para mulheres em situação de vulnerabilidade, que sofreram violência doméstica.

A primeira região administrativa contemplada será o Sol Nascente, dos dias 15 à 26 de abril. A meta é recuperar o sorriso de 800 mulheres que perderam dentes em decorrência desses episódios.

Cada beneficiária terá acesso a até seis tratamentos odontológicos, incluindo procedimentos como tartarectomia, profilaxia, polimento coronário, restauração em resina, reconstrução dental, cirurgias e moldagem para prótese dentária.

Cursos profissionalizantes

Além dos dentes, a ideia do projeto é reconstruir histórias e devolver a essas mulheres a autoestima perdida.

Para isso, também será oferecido um programa de capacitação para mil mulheres conseguirem melhorar a autonomia socioeconômica e o desenvolvimento de novas habilidades profissionais.

Os cursos abrangem áreas como gastronomia e beleza, incluindo pães e biscoitos, confeitaria, pizzaiolo, maquiagem, estética, entre outros.

Onde vai ter atendimento

Os atendimentos serão realizados exclusivamente por dentistas mulheres.

Os consultórios móveis foram montados em uma carreta equipada e vão recuperar pelo menos 100 sorrisos em cada região administrativa da capital.

Após a primeira parada no Sol Nascente, o projeto seguirá para Ceilândia, Planaltina, Paranoá, Santa Maria, Samambaia, São Sebastião e depois Estrutural.

Como participar

As inscrições para a participação das mulheres do Sol Nascente já estão abertas. Elas devem ser feitas pelo site do projeto www.reconstruindosorrisos.com.br.

Após isso, a equipe do projeto irá entrar em contato com as interessadas para a etapa de verificação de dados. 

Elas terão que passar pela entrevista social e devem apresentar medida protetiva ou boletim de ocorrência policial.

Os atendimentos serão na unidade móvel do projeto na Paróquia Santa Clara de Assis, SHSN Chácara 105, trecho II, próximo ao Restaurante Comunitário do Sol Nascente.

Denuncie! 

Se você sofre violência física ou psicológica, lembre que não está sozinha.

Faça uma denúncia ligando para a Central de Atendimento à Mulher no número 180.

A ligação é gratuita e o serviço está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Além disso, há diversos lugares onde é possível buscar ajuda, como a Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências, Delegacias de Atendimento à Mulher, Defensorias Públicas e  Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres.

E se você conhece alguma mulher que está passando por uma violência, é importante agir. Não se cale!

Fonte Só Notícia Boa

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