Sociedade News FM Sociedade News FM

Latest post

Semana S do Comércio será realizada neste sábado (16) em Feira de Santana

Semana S do Comércio será realizada neste sábado (16) em Feira de Santana

  • Sociedade News
  • maio 15, 2026
Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6×1 e 40 horas semanais

Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6×1 e 40 horas semanais

  • Sociedade News
  • maio 15, 2026
Alta conectividade vai permitir primeiras telecirurgias robóticas feitas no SUS

Alta conectividade vai permitir primeiras telecirurgias robóticas feitas no SUS

  • Sociedade News
  • maio 15, 2026

Popular Posts

Bahia registra 19 mortes após confrontos entre policiais militares e suspeitos em quatro dias

Bahia registra 19 mortes após confrontos entre policiais militares e suspeitos em quatro dias (11109)

  • Sociedade News
  • agosto 1, 2023
EJA: Sesi oferece 500 vagas gratuitas para conclusão do ensino médio e fundamental em Feira

EJA: Sesi oferece 500 vagas gratuitas para conclusão do ensino médio e fundamental em Feira (10933)

  • Sociedade News
  • agosto 1, 2023
Idoso preso ao entrar em motel com adolescente escondido no banco traseiro do carro na BA vai cumprir prisão domiciliar

Idoso preso ao entrar em motel com adolescente escondido no banco traseiro do carro na BA vai cumprir prisão domiciliar (10738)

  • Sociedade News
  • agosto 1, 2023
Programa de Residência amplia capacidade e qualidade de atendimento do Hospital da Mulher

Programa de Residência amplia capacidade e qualidade de atendimento do Hospital da Mulher (10662)

  • Sociedade News
  • agosto 1, 2023
Hospital da Mulher promove ações em alusão à Semana Mundial de Aleitamento Materno

Hospital da Mulher promove ações em alusão à Semana Mundial de Aleitamento Materno (10529)

  • Sociedade News
  • agosto 1, 2023

Stay Connected

  • +75 2101-9700 / (75) 9 9829-7070
  • gerentesociedade@princesafm.com.br

Sociedade News FM Sociedade News FM

  • Home

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação na Justiça para impedir que um homem mantenha a produção ilegal de fogos de artifícios e pague indenização por danos morais de R$20 milhões às vítimas da tragédia que matou 64 pessoas em 1998, quando uma fábrica explodiu em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo do estado.

    Gilson Fróes Prazeres Bastos é filho do dono da fábrica de fogos de artifícios e foi alvo de duas recentes operações que flagraram a produção ilegal no município. Segundo o MPT, ele é considerado o maior produtor desse tipo de artefato no nordeste do Brasil.

    Ele é o principal réu na ação civil pública que o órgão move na 24ª Vara do Trabalho de Salvador, que envolve empresas em nome de parentes e laranjas.

    A ação foi protocolada nesta segunda-feira (26), antes da 2ª Audiência Pública para debater ações de reparação às vítimas da tragédia.

    Em dezembro de 2023, Gilson, que foi vereador por três mandatos na cidade, foi preso em flagrante durante fiscalização conjunta realizada na região. Este ano, uma nova inspeção feita pelo MPT identificou a produção ilegal em uma chácara de sua propriedade também em Santo Antônio de Jesus.

    Dentre as irregularidades nas empresas que ele controla indiretamente, Fogos Boa Vista, Fogos Import e Fogos São João, estão o transporte e armazenamento de material explosivo sem cumprimento de normas de segurança e sem autorização necessária do Exército.

    Na ação, o MPT pede que a Justiça conceda liminar proibindo os réus – além de Gilson, também é processada outra mulher – e suas empresas, de fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença do Exército Brasileiro, substância ou engenho explosivo ou ainda material destinado a sua produção, além proibi-los de contratar serviços de terços com esses objetivos.

    Em dois inquéritos abertos em Santo Antônio de Jesus e em Salvador, o MPT identificou um esquema que permitia Gilson operar uma megaoperação de produção de fogos.

    A cadeia produtiva composta por muitas empresas, algumas delas aparentemente inativas e sem registro de empregados formais, operava um sistema de produção que não acontece mais em uma fábrica como a que explodiu, mas dentro de residências humildes, espalhadas por municípios da região.

    A investigação apontou que desde que as autoridades buscaram a responsabilização da empresa da família pela tragédia de 1998 e pelos acidentes de menor impacto que ocorrem desde então, eles passaram a atuar na informalidade, pois, dessa forma, segundo o MPT, “os rigores da lei seriam menores, mas com margens de lucro maiores.”

    Tragédia em 1998

    A explosão ocorreu pouco depois das 11h do dia 11 de dezembro de 1998. Os homens ficavam em um local fabricando as bombas, enquanto as mulheres ficavam em uma área mais acima, amarrando os traques de pólvora. Foram as mulheres e as crianças as maiores vítimas da explosão.

    De acordo com as investigações da época, no momento da explosão, havia 1,5 tonelada de pólvora no local.

    Em 2020, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte das 64 pessoas, a maioria mulheres e crianças negras, na explosão da fábrica “Vardo dos Fogos”.

    Na oportunidade, a Corte Interamericana de Direitos Humanos constatou condições precárias de trabalho. Após a condenação do Brasil por violações de direitos humanos, a Defensoria Pública da União passou a acompanhar o caso e a orientar vítimas e familiares.‌

    Em dezembro, a tragédia completou 25 anos e familiares de vítimas fizeram um protesto com o objetivo de exigir o cumprimento da sentença. A manifestação aconteceu em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

    Em agosto de 2023, a DPU promoveu um mutirão de atendimento aos familiares e às vítimas da explosão.

    A ação fez parte de um ajuste entre a DPU, Advocacia Geral da União (AGU) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e tinha o objetivo de realizar os acordos para o pagamento das indenizações de forma extrajudicial.

    Fonte G1 Bahia

  • Sobre nós

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação na Justiça para impedir que um homem mantenha a produção ilegal de fogos de artifícios e pague indenização por danos morais de R$20 milhões às vítimas da tragédia que matou 64 pessoas em 1998, quando uma fábrica explodiu em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo do estado.

    Gilson Fróes Prazeres Bastos é filho do dono da fábrica de fogos de artifícios e foi alvo de duas recentes operações que flagraram a produção ilegal no município. Segundo o MPT, ele é considerado o maior produtor desse tipo de artefato no nordeste do Brasil.

    Ele é o principal réu na ação civil pública que o órgão move na 24ª Vara do Trabalho de Salvador, que envolve empresas em nome de parentes e laranjas.

    A ação foi protocolada nesta segunda-feira (26), antes da 2ª Audiência Pública para debater ações de reparação às vítimas da tragédia.

    Em dezembro de 2023, Gilson, que foi vereador por três mandatos na cidade, foi preso em flagrante durante fiscalização conjunta realizada na região. Este ano, uma nova inspeção feita pelo MPT identificou a produção ilegal em uma chácara de sua propriedade também em Santo Antônio de Jesus.

    Dentre as irregularidades nas empresas que ele controla indiretamente, Fogos Boa Vista, Fogos Import e Fogos São João, estão o transporte e armazenamento de material explosivo sem cumprimento de normas de segurança e sem autorização necessária do Exército.

    Na ação, o MPT pede que a Justiça conceda liminar proibindo os réus – além de Gilson, também é processada outra mulher – e suas empresas, de fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença do Exército Brasileiro, substância ou engenho explosivo ou ainda material destinado a sua produção, além proibi-los de contratar serviços de terços com esses objetivos.

    Em dois inquéritos abertos em Santo Antônio de Jesus e em Salvador, o MPT identificou um esquema que permitia Gilson operar uma megaoperação de produção de fogos.

    A cadeia produtiva composta por muitas empresas, algumas delas aparentemente inativas e sem registro de empregados formais, operava um sistema de produção que não acontece mais em uma fábrica como a que explodiu, mas dentro de residências humildes, espalhadas por municípios da região.

    A investigação apontou que desde que as autoridades buscaram a responsabilização da empresa da família pela tragédia de 1998 e pelos acidentes de menor impacto que ocorrem desde então, eles passaram a atuar na informalidade, pois, dessa forma, segundo o MPT, “os rigores da lei seriam menores, mas com margens de lucro maiores.”

    Tragédia em 1998

    A explosão ocorreu pouco depois das 11h do dia 11 de dezembro de 1998. Os homens ficavam em um local fabricando as bombas, enquanto as mulheres ficavam em uma área mais acima, amarrando os traques de pólvora. Foram as mulheres e as crianças as maiores vítimas da explosão.

    De acordo com as investigações da época, no momento da explosão, havia 1,5 tonelada de pólvora no local.

    Em 2020, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte das 64 pessoas, a maioria mulheres e crianças negras, na explosão da fábrica “Vardo dos Fogos”.

    Na oportunidade, a Corte Interamericana de Direitos Humanos constatou condições precárias de trabalho. Após a condenação do Brasil por violações de direitos humanos, a Defensoria Pública da União passou a acompanhar o caso e a orientar vítimas e familiares.‌

    Em dezembro, a tragédia completou 25 anos e familiares de vítimas fizeram um protesto com o objetivo de exigir o cumprimento da sentença. A manifestação aconteceu em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

    Em agosto de 2023, a DPU promoveu um mutirão de atendimento aos familiares e às vítimas da explosão.

    A ação fez parte de um ajuste entre a DPU, Advocacia Geral da União (AGU) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e tinha o objetivo de realizar os acordos para o pagamento das indenizações de forma extrajudicial.

    Fonte G1 Bahia

  • Aplicativo

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação na Justiça para impedir que um homem mantenha a produção ilegal de fogos de artifícios e pague indenização por danos morais de R$20 milhões às vítimas da tragédia que matou 64 pessoas em 1998, quando uma fábrica explodiu em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo do estado.

    Gilson Fróes Prazeres Bastos é filho do dono da fábrica de fogos de artifícios e foi alvo de duas recentes operações que flagraram a produção ilegal no município. Segundo o MPT, ele é considerado o maior produtor desse tipo de artefato no nordeste do Brasil.

    Ele é o principal réu na ação civil pública que o órgão move na 24ª Vara do Trabalho de Salvador, que envolve empresas em nome de parentes e laranjas.

    A ação foi protocolada nesta segunda-feira (26), antes da 2ª Audiência Pública para debater ações de reparação às vítimas da tragédia.

    Em dezembro de 2023, Gilson, que foi vereador por três mandatos na cidade, foi preso em flagrante durante fiscalização conjunta realizada na região. Este ano, uma nova inspeção feita pelo MPT identificou a produção ilegal em uma chácara de sua propriedade também em Santo Antônio de Jesus.

    Dentre as irregularidades nas empresas que ele controla indiretamente, Fogos Boa Vista, Fogos Import e Fogos São João, estão o transporte e armazenamento de material explosivo sem cumprimento de normas de segurança e sem autorização necessária do Exército.

    Na ação, o MPT pede que a Justiça conceda liminar proibindo os réus – além de Gilson, também é processada outra mulher – e suas empresas, de fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença do Exército Brasileiro, substância ou engenho explosivo ou ainda material destinado a sua produção, além proibi-los de contratar serviços de terços com esses objetivos.

    Em dois inquéritos abertos em Santo Antônio de Jesus e em Salvador, o MPT identificou um esquema que permitia Gilson operar uma megaoperação de produção de fogos.

    A cadeia produtiva composta por muitas empresas, algumas delas aparentemente inativas e sem registro de empregados formais, operava um sistema de produção que não acontece mais em uma fábrica como a que explodiu, mas dentro de residências humildes, espalhadas por municípios da região.

    A investigação apontou que desde que as autoridades buscaram a responsabilização da empresa da família pela tragédia de 1998 e pelos acidentes de menor impacto que ocorrem desde então, eles passaram a atuar na informalidade, pois, dessa forma, segundo o MPT, “os rigores da lei seriam menores, mas com margens de lucro maiores.”

    Tragédia em 1998

    A explosão ocorreu pouco depois das 11h do dia 11 de dezembro de 1998. Os homens ficavam em um local fabricando as bombas, enquanto as mulheres ficavam em uma área mais acima, amarrando os traques de pólvora. Foram as mulheres e as crianças as maiores vítimas da explosão.

    De acordo com as investigações da época, no momento da explosão, havia 1,5 tonelada de pólvora no local.

    Em 2020, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte das 64 pessoas, a maioria mulheres e crianças negras, na explosão da fábrica “Vardo dos Fogos”.

    Na oportunidade, a Corte Interamericana de Direitos Humanos constatou condições precárias de trabalho. Após a condenação do Brasil por violações de direitos humanos, a Defensoria Pública da União passou a acompanhar o caso e a orientar vítimas e familiares.‌

    Em dezembro, a tragédia completou 25 anos e familiares de vítimas fizeram um protesto com o objetivo de exigir o cumprimento da sentença. A manifestação aconteceu em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

    Em agosto de 2023, a DPU promoveu um mutirão de atendimento aos familiares e às vítimas da explosão.

    A ação fez parte de um ajuste entre a DPU, Advocacia Geral da União (AGU) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e tinha o objetivo de realizar os acordos para o pagamento das indenizações de forma extrajudicial.

    Fonte G1 Bahia

  • Programação

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação na Justiça para impedir que um homem mantenha a produção ilegal de fogos de artifícios e pague indenização por danos morais de R$20 milhões às vítimas da tragédia que matou 64 pessoas em 1998, quando uma fábrica explodiu em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo do estado.

    Gilson Fróes Prazeres Bastos é filho do dono da fábrica de fogos de artifícios e foi alvo de duas recentes operações que flagraram a produção ilegal no município. Segundo o MPT, ele é considerado o maior produtor desse tipo de artefato no nordeste do Brasil.

    Ele é o principal réu na ação civil pública que o órgão move na 24ª Vara do Trabalho de Salvador, que envolve empresas em nome de parentes e laranjas.

    A ação foi protocolada nesta segunda-feira (26), antes da 2ª Audiência Pública para debater ações de reparação às vítimas da tragédia.

    Em dezembro de 2023, Gilson, que foi vereador por três mandatos na cidade, foi preso em flagrante durante fiscalização conjunta realizada na região. Este ano, uma nova inspeção feita pelo MPT identificou a produção ilegal em uma chácara de sua propriedade também em Santo Antônio de Jesus.

    Dentre as irregularidades nas empresas que ele controla indiretamente, Fogos Boa Vista, Fogos Import e Fogos São João, estão o transporte e armazenamento de material explosivo sem cumprimento de normas de segurança e sem autorização necessária do Exército.

    Na ação, o MPT pede que a Justiça conceda liminar proibindo os réus – além de Gilson, também é processada outra mulher – e suas empresas, de fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença do Exército Brasileiro, substância ou engenho explosivo ou ainda material destinado a sua produção, além proibi-los de contratar serviços de terços com esses objetivos.

    Em dois inquéritos abertos em Santo Antônio de Jesus e em Salvador, o MPT identificou um esquema que permitia Gilson operar uma megaoperação de produção de fogos.

    A cadeia produtiva composta por muitas empresas, algumas delas aparentemente inativas e sem registro de empregados formais, operava um sistema de produção que não acontece mais em uma fábrica como a que explodiu, mas dentro de residências humildes, espalhadas por municípios da região.

    A investigação apontou que desde que as autoridades buscaram a responsabilização da empresa da família pela tragédia de 1998 e pelos acidentes de menor impacto que ocorrem desde então, eles passaram a atuar na informalidade, pois, dessa forma, segundo o MPT, “os rigores da lei seriam menores, mas com margens de lucro maiores.”

    Tragédia em 1998

    A explosão ocorreu pouco depois das 11h do dia 11 de dezembro de 1998. Os homens ficavam em um local fabricando as bombas, enquanto as mulheres ficavam em uma área mais acima, amarrando os traques de pólvora. Foram as mulheres e as crianças as maiores vítimas da explosão.

    De acordo com as investigações da época, no momento da explosão, havia 1,5 tonelada de pólvora no local.

    Em 2020, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte das 64 pessoas, a maioria mulheres e crianças negras, na explosão da fábrica “Vardo dos Fogos”.

    Na oportunidade, a Corte Interamericana de Direitos Humanos constatou condições precárias de trabalho. Após a condenação do Brasil por violações de direitos humanos, a Defensoria Pública da União passou a acompanhar o caso e a orientar vítimas e familiares.‌

    Em dezembro, a tragédia completou 25 anos e familiares de vítimas fizeram um protesto com o objetivo de exigir o cumprimento da sentença. A manifestação aconteceu em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

    Em agosto de 2023, a DPU promoveu um mutirão de atendimento aos familiares e às vítimas da explosão.

    A ação fez parte de um ajuste entre a DPU, Advocacia Geral da União (AGU) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e tinha o objetivo de realizar os acordos para o pagamento das indenizações de forma extrajudicial.

    Fonte G1 Bahia

  • Fale Conosco

    O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação na Justiça para impedir que um homem mantenha a produção ilegal de fogos de artifícios e pague indenização por danos morais de R$20 milhões às vítimas da tragédia que matou 64 pessoas em 1998, quando uma fábrica explodiu em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo do estado.

    Gilson Fróes Prazeres Bastos é filho do dono da fábrica de fogos de artifícios e foi alvo de duas recentes operações que flagraram a produção ilegal no município. Segundo o MPT, ele é considerado o maior produtor desse tipo de artefato no nordeste do Brasil.

    Ele é o principal réu na ação civil pública que o órgão move na 24ª Vara do Trabalho de Salvador, que envolve empresas em nome de parentes e laranjas.

    A ação foi protocolada nesta segunda-feira (26), antes da 2ª Audiência Pública para debater ações de reparação às vítimas da tragédia.

    Em dezembro de 2023, Gilson, que foi vereador por três mandatos na cidade, foi preso em flagrante durante fiscalização conjunta realizada na região. Este ano, uma nova inspeção feita pelo MPT identificou a produção ilegal em uma chácara de sua propriedade também em Santo Antônio de Jesus.

    Dentre as irregularidades nas empresas que ele controla indiretamente, Fogos Boa Vista, Fogos Import e Fogos São João, estão o transporte e armazenamento de material explosivo sem cumprimento de normas de segurança e sem autorização necessária do Exército.

    Na ação, o MPT pede que a Justiça conceda liminar proibindo os réus – além de Gilson, também é processada outra mulher – e suas empresas, de fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença do Exército Brasileiro, substância ou engenho explosivo ou ainda material destinado a sua produção, além proibi-los de contratar serviços de terços com esses objetivos.

    Em dois inquéritos abertos em Santo Antônio de Jesus e em Salvador, o MPT identificou um esquema que permitia Gilson operar uma megaoperação de produção de fogos.

    A cadeia produtiva composta por muitas empresas, algumas delas aparentemente inativas e sem registro de empregados formais, operava um sistema de produção que não acontece mais em uma fábrica como a que explodiu, mas dentro de residências humildes, espalhadas por municípios da região.

    A investigação apontou que desde que as autoridades buscaram a responsabilização da empresa da família pela tragédia de 1998 e pelos acidentes de menor impacto que ocorrem desde então, eles passaram a atuar na informalidade, pois, dessa forma, segundo o MPT, “os rigores da lei seriam menores, mas com margens de lucro maiores.”

    Tragédia em 1998

    A explosão ocorreu pouco depois das 11h do dia 11 de dezembro de 1998. Os homens ficavam em um local fabricando as bombas, enquanto as mulheres ficavam em uma área mais acima, amarrando os traques de pólvora. Foram as mulheres e as crianças as maiores vítimas da explosão.

    De acordo com as investigações da época, no momento da explosão, havia 1,5 tonelada de pólvora no local.

    Em 2020, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte das 64 pessoas, a maioria mulheres e crianças negras, na explosão da fábrica “Vardo dos Fogos”.

    Na oportunidade, a Corte Interamericana de Direitos Humanos constatou condições precárias de trabalho. Após a condenação do Brasil por violações de direitos humanos, a Defensoria Pública da União passou a acompanhar o caso e a orientar vítimas e familiares.‌

    Em dezembro, a tragédia completou 25 anos e familiares de vítimas fizeram um protesto com o objetivo de exigir o cumprimento da sentença. A manifestação aconteceu em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

    Em agosto de 2023, a DPU promoveu um mutirão de atendimento aos familiares e às vítimas da explosão.

    A ação fez parte de um ajuste entre a DPU, Advocacia Geral da União (AGU) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e tinha o objetivo de realizar os acordos para o pagamento das indenizações de forma extrajudicial.

    Fonte G1 Bahia

Posts of: Sociedade News

  • Home
  • Posts by: Sociedade News

Sociedade News

Total Post: 3005

  • Bahia
  • 0
  • 0
  • 6 min read

MPT entra com ação contra filho de dono de fábrica que explodiu há 25 anos na BA; homem é suspeito de produção ilegal de fogos de artifício

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
MPT entra com ação contra filho de dono de fábrica que explodiu há 25 anos na BA; homem é suspeito de produção ilegal de fogos de artifício

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação na Justiça para impedir que um homem mantenha a produção ilegal de fogos de artifícios e pague indenização por danos morais de R$20 milhões às vítimas da tragédia que matou 64 pessoas em 1998, quando uma fábrica explodiu em Santo Antônio de Jesus, no recôncavo do estado.

Gilson Fróes Prazeres Bastos é filho do dono da fábrica de fogos de artifícios e foi alvo de duas recentes operações que flagraram a produção ilegal no município. Segundo o MPT, ele é considerado o maior produtor desse tipo de artefato no nordeste do Brasil.

Ele é o principal réu na ação civil pública que o órgão move na 24ª Vara do Trabalho de Salvador, que envolve empresas em nome de parentes e laranjas.

A ação foi protocolada nesta segunda-feira (26), antes da 2ª Audiência Pública para debater ações de reparação às vítimas da tragédia.

Em dezembro de 2023, Gilson, que foi vereador por três mandatos na cidade, foi preso em flagrante durante fiscalização conjunta realizada na região. Este ano, uma nova inspeção feita pelo MPT identificou a produção ilegal em uma chácara de sua propriedade também em Santo Antônio de Jesus.

Dentre as irregularidades nas empresas que ele controla indiretamente, Fogos Boa Vista, Fogos Import e Fogos São João, estão o transporte e armazenamento de material explosivo sem cumprimento de normas de segurança e sem autorização necessária do Exército.

Na ação, o MPT pede que a Justiça conceda liminar proibindo os réus – além de Gilson, também é processada outra mulher – e suas empresas, de fabricar, fornecer, adquirir, possuir ou transportar, sem licença do Exército Brasileiro, substância ou engenho explosivo ou ainda material destinado a sua produção, além proibi-los de contratar serviços de terços com esses objetivos.

Em dois inquéritos abertos em Santo Antônio de Jesus e em Salvador, o MPT identificou um esquema que permitia Gilson operar uma megaoperação de produção de fogos.

A cadeia produtiva composta por muitas empresas, algumas delas aparentemente inativas e sem registro de empregados formais, operava um sistema de produção que não acontece mais em uma fábrica como a que explodiu, mas dentro de residências humildes, espalhadas por municípios da região.

A investigação apontou que desde que as autoridades buscaram a responsabilização da empresa da família pela tragédia de 1998 e pelos acidentes de menor impacto que ocorrem desde então, eles passaram a atuar na informalidade, pois, dessa forma, segundo o MPT, “os rigores da lei seriam menores, mas com margens de lucro maiores.”

Tragédia em 1998

A explosão ocorreu pouco depois das 11h do dia 11 de dezembro de 1998. Os homens ficavam em um local fabricando as bombas, enquanto as mulheres ficavam em uma área mais acima, amarrando os traques de pólvora. Foram as mulheres e as crianças as maiores vítimas da explosão.

De acordo com as investigações da época, no momento da explosão, havia 1,5 tonelada de pólvora no local.

Em 2020, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos pela morte das 64 pessoas, a maioria mulheres e crianças negras, na explosão da fábrica “Vardo dos Fogos”.

Na oportunidade, a Corte Interamericana de Direitos Humanos constatou condições precárias de trabalho. Após a condenação do Brasil por violações de direitos humanos, a Defensoria Pública da União passou a acompanhar o caso e a orientar vítimas e familiares.‌

Em dezembro, a tragédia completou 25 anos e familiares de vítimas fizeram um protesto com o objetivo de exigir o cumprimento da sentença. A manifestação aconteceu em frente à Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia.

Em agosto de 2023, a DPU promoveu um mutirão de atendimento aos familiares e às vítimas da explosão.

A ação fez parte de um ajuste entre a DPU, Advocacia Geral da União (AGU) e Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e tinha o objetivo de realizar os acordos para o pagamento das indenizações de forma extrajudicial.

Fonte G1 Bahia

  • Bahia
  • 0
  • 0
  • 2 min read

Polícia Civil investiga grupo suspeito de movimentar mais de R$ 2 milhões com fraudes tributárias na Bahia

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Polícia Civil investiga grupo suspeito de movimentar mais de R$ 2 milhões com fraudes tributárias na Bahia

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (27), a operação “Balcones”, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida em fraudes tributárias, que resultou em um prejuízo significativo ao erário estimado em mais de R$ 2 milhões.

Segundo a Polícia Civil, a investigação é liderada pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), que realizou o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão nos bairros da Pituba, Barra, Canela e Comércio, em Salvador.

Entre os principais alvos da operação está um despachante aduaneiro, identificado como o principal operador do esquema criminoso. As investigações apontaram que ele era responsável por conferir uma aparência de legalidade às operações fraudulentas.

Além disso, as investigações revelaram a possível participação direta de servidores públicos de um órgão fazendário, que colaboraram na liberação de mercadorias na alfândega sem o devido cumprimento das obrigações tributárias – como explica a diretora do Draco, delegada Márcia Pereira.

“O esquema foi descoberto a partir da análise de documentos fornecidos por uma empresa lesada, que realizou diversas transferências de valores ao despachante aduaneiro sob a falsa premissa de que os impostos estaduais estavam sendo recolhidos. Constatou-se que o despachante atuava em conluio com fiscais fazendários, que permitiam a liberação de produtos sem o pagamento dos tributos devidos”, declarou.

De acordo com a polícia, por intermédio das investigações, foi obtido, via ordem judicial, o congelamento de contas bancárias e o bloqueio patrimonial dos suspeitos, incluindo imóveis, veículos importados e lanchas.

Foi também determinado o afastamento cautelar dos servidores públicos envolvidos, assim como a suspensão do acesso deles aos sistemas fazendários.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam em andamento, com o objetivo de apurar possíveis desdobramentos das fraudes, localizar outros bens e valores ocultos, e identificar outros suspeitos de envolvimento na organização criminosa.

Fonte G1 Bahia

  • Bahia
  • 0
  • 0
  • 1 min read

Turistas paulistas desaparecem após saírem de bar no extremo sul da Bahia

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Turistas paulistas desaparecem após saírem de bar no extremo sul da Bahia

Dois turistas paulistas estão desaparecidos desde sábado (24) após saírem de um bar, na cidade de Eunápolis, no extremo sul da Bahia.

Segundo a Polícia Civil, Vitor Benites Teixeira e Lucas Ferreira de Sousa foram vistos pela última vez na Avenida Norte Sul. Os turistas chegaram na cidade, na quinta-feira (22), e aproveitaram a noite de sábado para conhecer os bares de Eunápolis com um amigo que mora no município.

O amigo dos turistas contou que os três conheceram três mulheres no estabelecimento comercial. Disse ainda que precisou sair do bar antes de Vitor e Lucas, mas avisou que esperava os dois na casa que morava.

No entanto, de acordo com o amigo dos turistas, Vitor e Lucas não voltaram para a casa dele, nem entraram mais em contato. O desaparecimento é investigado pela delegacia de Eunápolis, que tenta identificar as mulheres que a dupla conheceu no bar e encontrá-los.

Fonte G1 Bahia

  • Feira de Santana
  • 0
  • 0
  • 3 min read

Mais de 2 mil alunos de escolas municipais devem passar pela 17ª edição do FLIFS

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Mais de 2 mil alunos de escolas municipais devem passar pela 17ª edição do FLIFS

Três escolas municipais estão incluídas na programação de abertura do Festival Literário e Cultural de Feira de Santana (FLIFS), que tem início nesta terça-feira (27) na Praça Padre Ovídio e abordará o tema “Narrativas femininas, histórias para resistir”.

A partir das 14h15, no palco Chica do Pandeiro, alunos da Escola Municipal Ernestina Carneiro ficarão encarregados de animar o público com a dança folclórica da Bahia. Já os estudantes da Escola Municipal São João da Escócia vão apresentar as “Leituras do Feira”, iniciativa que destaca a escrita feirense. Para encerrar a participação da rede, integrantes da Escola Municipal João Macário Ataíde prometem uma viagem no tempo através da contação de histórias.

De acordo com a secretária de Educação, Anaci Paim, além do estande montado pela pasta, 21 escolas vão realizar apresentações durante os seis dias e cerca de 2.360 alunos devem passar pelo festival.

“Os estudantes terão a oportunidade de trabalhar a imaginação ao percorrer os espaços. Além disso, eles vão participar de diversas atividades orientadas pelos professores. Todas as 59 escolas participantes do evento receberão 40 vales para compra de livro”, ressaltou a secretária.

O evento, promovido pela Universidade Estadual de Feira de Santana com o apoio da Prefeitura, segue até o dia 1º de setembro, permitindo que a comunidade possa reviver a essência sertaneja, por meio das manifestações artísticas, a exemplo do cordel e do samba de roda.

Confira a programação completa desta terça-feira, 27:

MANHÃ
9h- Acolhida com animadores na Alameda Crispina dos Santos
9h15- Lançamento do Manual de Redação Enem na Arena Marilene Brito
10h – Abertura da Praça do Cordel na Praça Mestra Lainha

TARDE
14h- Acolhida com animadores na Alameda Crispina dos Santos
14h05- Apresentação Cultural de Fanfarra
14h15- Apresentação das escolas municipais e outras entidades
14h30- Fliflinha com contação de histórias na Arena Marilene Brito
15h- Roda de Conversa “Narrativas Femininas, histórias para resistir” no Teatro SESC
15h- Recital de Cordel na Praça Mestra Lainha
16h- Conversa com a escritora Bárbara Carine no teatro SESC
17h- Vernissage Exposição “Carolinas” na Galeria do SESC Centro
18h- Solenidade de abertura da 17ª edição FLIFS no Palco Chica do Pandeiro

NOITE
19h- Show de Quixabeira da Matinha com participação de Maryzélia no Palco Chica do Pandeiro

  • Feira de Santana
  • 0
  • 0
  • 1 min read

Guarda Municipal impede assédio em transporte alternativo

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Guarda Municipal impede assédio em transporte alternativo

Na manhã da última sexta-feira (23), a Guarda Civil Municipal de Feira de Santana foi acionada após uma denúncia de populares sobre um caso de assédio envolvendo uma jovem de 16 anos em uma van de transporte alternativo, popularmente conhecida como “ligeirinho”.

Segundo relatos, um passageiro insistia em beijar o ombro da jovem repetidamente. Mesmo com as rejeições da vítima, o homem continuou com o ato, fazendo com que a jovem começasse a chorar. Diante da situação, a Guarda Municipal foi chamada e interveio, impedindo o assédio.

O homem foi encaminhado à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), onde foram tomadas as medidas cabíveis. Ele foi enquadrado no artigo 215-A do Código Penal Brasileiro, acusado de importunação sexual.

  • Feira de Santana
  • 0
  • 0
  • 2 min read

Reforma geral do Parque de Exposições chega à fase final

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Reforma geral do Parque de Exposições chega à fase final

A reforma geral do Parque de Exposições João Martins da Silva segue a todo vapor para receber a 45ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana, que será realizada entre os dias 1º e 8 de setembro.

Já na reta final, os serviços estão sendo realizados pela Prefeitura Municipal através da Superintendência de Operações e Manutenção (SOMA). A empresa responsável é a Clap Construtora, vencedora da licitação pública.

Todos os pavilhões onde os animais ficarão expostos ganharam novo telhado com isolamento acústico. As telhas termoacústicas proporcionam mais conforto térmico e acústico, além de impedir a passagem de ondas de calor. Além disso, estão sendo executados serviços de pintura texturizada em todo o parque.

Os currais receberam uma recuperação total das cercas com eucalipto tratado, e novos redondéis foram implantados. A pista de team penning também está pronta com novas camadas de areia.

O diretor de Operações e Manutenção, José Braga Neto, afirma que o pavilhão onde serão realizados os leilões também está em fase final da reforma. Foram construídos novos banheiros, implantada uma nova cobertura com telha termoacústica e realizada as reformas da sala administrativa, do bar e da cozinha.

“Toda a rede de iluminação do Parque de Exposição passou por recuperação com a instalação de novos equipamentos, e uma comunicação visual mais moderna foi implantada nos pavilhões e demais áreas do parque. Além disso, instalamos rampas de acessibilidade, e a área administrativa, onde ficam as bases da Guarda Municipal, Polícia Militar, sindicato de produtores e os veterinários, ganhou uma nova estrutura”, destaca.

Neste espaço, foram executados serviços de pintura, instalações de novas esquadrias de vidro e portas de alumínio, além de porta de enrolar. Foi realizada a reforma geral dos banheiros, com paredes revestidas, chuveiro elétrico e divisórias em granito. O banheiro para Pessoas com Deficiência também está pronto.

  • Boas notícias
  • 0
  • 0
  • 2 min read

Transplante de medula dá certo e menina faz equipe do hospital dançar com ela; gratidão

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Transplante de medula dá certo e menina faz equipe do hospital dançar com ela; gratidão

Dançar foi o jeito que essa menina arrumou para agradecer a equipe de um hospital depois do sucesso no transplante de medula óssea. Que fofura todo mundo curtindo junto com ela!

Sylvia estava internada no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, Paraná. Esperando pelo Transplante de Medula Óssea (TMO), ela prometeu que ia se divertir com a equipe antes de ir embora.

Mesmo durante a internação, a garotinha, que pratica atletismo, se manteve sempre em movimento. Assim que a confirmação que a medula pegou saiu, ela colocou todo mundo pra rebolar ao som de “Uptown Funk”, do Bruno Mars. Juntos, eles estavam super coreografados e arrasaram na dança de comemoração. Melhor maneira de celebrar, né?

Treino a equipe

Sylvia é muito organizada e queria que tudo saísse da melhor maneira possível.

Para isso, antes da apresentação, ele juntou a equipe dos profissionais de saúde no corredor e ensinou a coreografia para eles.

Passo a passo, o grupo ia seguindo a dança de Sylvia. Todo mundo queria sair bonito no vídeo!

Coreografia impecável

E todo mundo se empenhou bastante, porque a coreografia ficou impecável.

No vídeo compartilhado nas redes do Hospital, a paciente aparece na frente. Ela lidera o grupo!

O corredor do Pequeno Príncipe se transformou em um verdadeiro palco para eles e a menina é seguida atentamente pelos 8 funcionários.

Depois de passar por momentos delicados, Sylvia realmente extravasou toda a felicidade guardada. Ela já é uma vencedora e vai brilhar muito mais!

Parabéns também para essa equipe, que entrou na onda da garotinha e mostrou um show de empatia e amor na medicina.

Web emocionada

No Instagram, a cena musical recebeu milhares de comentários. Todo mundo estava feliz que a menina tinha sido curada!

“Que bênção esse vídeo, isso é salvar vidas!”, disse um internauta.

Outro, destacou como eles estavam afinados na coreografia.

“Todo mundo no mesmo passo, que vídeo mais lindo. Me emocionei aqui!”.

Fonte Só Notícia Boa

  • Boas notícias
  • 0
  • 0
  • 2 min read

Caramelo que chorou 9 dias na porta de hospital à espera do tutor é resgatado

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Caramelo que chorou 9 dias na porta de hospital à espera do tutor é resgatado

Por nove dias, um cãozinho caramelo chorou em frente a um hospital à espera do tutor morto e agora foi resgatado por uma ONG para receber os cuidados e amor que merece.

O bichinho ficava de plantão em frente a um hospital de Viana, a 12 quilômetros de Vitória, no Espírito Santo. Abalado, às vezes ele ficava quietinho, de repente latia sem parar, ou chorava. Ele era alimentado, mas mal comia.

A agonia só acabou quando uma equipe do “É o Bicho”, uma ONG que cuida do bem-estar animal, foi acionada. Os voluntários chegaram, deram atenção para o caramelo e o levaram para uma clínica veterinária para fazer exames e depois ser adotado.

Primeiros cuidados

Na clínica veterinária, o cachorrinho foi cuidadosamente examinado e castrado e agora vai para a adoção.

Ele estava debilitado porque, por mais de uma semana sem querer comer, acabou perdendo peso e ficou fraquinho.

E como não apareceu parente ou amigo do tutor para buscar o bichinho, o jeito foi resgatá-lo, informou a Folha de Vitória.

Lealdade canina

A lealdade do cãozinho ao seu tutor impressionou quem passava em frente ao hospital.

O caramelo não saiu do lugar um dia sequer desde que o homem deu entrada na Emergência.

Simpático e dócil, o cachorro aceitava carinho, comida e água, mas estava sempre de guarda à espera do amigo que não voltou mais.

Agora é torcer para ele se recuperar logo e encontrar um novo lar.

Parabéns ao pessoal da ONG pela atitude.

Fonte Só Notícia Boa

  • Boas notícias
  • 0
  • 0
  • 3 min read

Patrão dá Pix de R$ 5 mil de presente para funcionária quitar moto e ela desaba

  • Sociedade News
  • agosto 27, 2024
Patrão dá Pix de R$ 5 mil de presente para funcionária quitar moto e ela desaba

Chefe dos sonhos. Um patrão generoso deu um Pix de R$ 5 mil de presente para a funcionária que completou 5 anos na empresa. Ele fez isso para ajudar Bruna Vitória a quitar a moto dela e completar para comprar o iPhone que tanto queria. Quando ela viu o valor na conta, começou a chorar de alegria.

Bruna trabalha numa importadora de perfumes, em Praia Grande, no Litoral Sul de São Paulo. Ao chegar na loja, Gabriel Hautt, o chefe querido, pediu para a jovem olhar o celular e veio a surpresa do Pix.

“O que tem aí?”, perguntou o patrão. “Cinco mil reais”, respondeu a funcionária. “Presente, ô meu, pelo 5 anos que você está comigo”, disse Gabriel. Bruna não sabia se chorava, comemorava ou sorria. Fez os três e deu um abraço emocionante no chefe.

“Agora sobrou dinheiro”

O vídeo com a cena de gratidão e reconhecimento está batendo 700 mil visualizações nas redes sociais.

A cena mostra como foi a surpresa do chefe, que elogiou a funcionária.

“Cinco contos. Você merece muito mais”, disse Gabriel. Ela só repetia: “Por que tu fez isso comigo?.”

Atento às angústias de cada funcionária, ele respondeu. “Você não queria quitar sua moto? Não queria comprar um iphone? Agora sobrou dinheiro.”

Reações nas redes sociais

Os internautas vibraram com a atitude de empatia do patrão com a funcionária. Muitos disseram que ele deve servir de exemplo, outros que querem ser como ele.

“Deus me abençoe com discernimento e sabedoria para eu ser uma futura chefe, que sabe reconhecer os meus colaboradores, igual a esse”, ressaltou uma internauta.

“Quando os patrões descobrirem que isso, sim, faz um funcionário se sentir valorizado e consequentemente agradecido e motivado a entregar tudo para empresa, vão ver que seria tudo mais simples”, comentou outra seguidora.

Outra internauta disse que viveu experiência semelhante em família. “Nos 25 anos de empresa da minha tia, ela também ganhou R$ 25mil”, contou uma pessoa. “Queria eu entrar numa empresa dessas.”

Por mais patrões assim, que valorizam o funcionário!

Fonte Só Notícia

  • Brasil
  • 0
  • 0
  • 56 sec read

Ministério da Justiça compra R$ 285 milhões em pistolas semiautomáticas

  • Sociedade News
  • agosto 26, 2024
Ministério da Justiça compra R$ 285 milhões em pistolas semiautomáticas

O Ministério da Justiça e Segurança Pública adquiriu 37.102 pistolas semiautomáticas calibre 9 mm para 14 estados que cederam agentes para a Força Nacional de Segurança. Cada arma foi orçada em R$ 7,6 mil e, ao todo, custarão R$ 285,3 milhões aos cofres públicos.

Segundo informações do site Metrópoles, a licitação internacional tem o objetivo de recompensar o trabalho feito entre os anos de 2021 e 2023. No período, unidades federativas cederam os agentes sem contrapartida da União.

As pistolas 9mm foram incluídas nos repasses após estudos promovidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

Fonte Bahia Notícias

  • Prev.
  • 1
  • …
  • 154
  • 155
  • 156
  • 157
  • 158
  • …
  • 301
  • Next

Últimas notícias

  • Semana S do Comércio será realizada neste sábado (16) em Feira de Santana
  • Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6×1 e 40 horas semanais
  • Alta conectividade vai permitir primeiras telecirurgias robóticas feitas no SUS
  • Taxa de desemprego de pretos é 55% maior que a de brancos, revela IBGE
  • IPTU com descontão de 20% até sexta-feira
ads

Latest Posts

Semana S do Comércio será realizada neste sábado (16) em Feira de Santana

Semana S do Comércio será realizada neste sábado (16) em Feira de Santana

  • Sociedade News
  • maio 15, 2026
Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6×1 e 40 horas semanais

Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6×1 e 40 horas semanais

  • Sociedade News
  • maio 15, 2026
Alta conectividade vai permitir primeiras telecirurgias robóticas feitas no SUS

Alta conectividade vai permitir primeiras telecirurgias robóticas feitas no SUS

  • Sociedade News
  • maio 15, 2026

Acesse nosso Facebook

Find us on Facebook

Newsletter

Sociedade News FM
A Rádio tem programação diversificada, tais como: notícias, esportes e curiosidades. Interaja conosco e não perca tempo. Telefone Studio:  (75) 2101-9717  Whatsapp (75) 9 9829-7070                                                                               Informações Comerciais: +55 (75) 2101-9710 / Whatsapp +55 (75) 98809-9304                                         Email: gerentesociedade@princesafm.com.br
Um site pertencente a Fundação Santo Antônio © Todos os direitos reservados.
  • https://virtues.live:8288/stream
  • Sociedade News FM 102.1