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    Um jovem de 23 anos denunciou ter sofrido injúria racial na fila de um supermercado da Rede Assaí, na Avenida Vasco da Gama, em Salvador. O caso aconteceu na terça-feira (1º), foi filmado por clientes do estabelecimento e compartilhado nas redes sociais. Ninguém foi preso.

    No vídeo, o programador full stack Eduardo Ramos aparece na fila, com um carrinho de compras, ao lado da noiva. Ele discute com um homem de camisa amarela, que está próximo da fila.

    "Me chame de macaco de novo. Você está achando que está mexendo com criança? Como você chama uma pessoa de macaco na Bahia, em Salvador?", afirmou.

    O g1 entrou em contato com a vítima, que contou que a discussão foi motivada por causa da fila. A noiva de Eduardo esperava para ser atendida, quando o suspeito passou na frente.

    "Esse rapaz chegou e parou na frente dela. Minha noiva disse para ele que ela já estava lá e eles começaram a discutir. Eu me aproximei e ele se alterou", contou.

    O programador disse que tentou finalizar a discussão e chegou a dizer para o suspeito que o "deixaria falando sozinho". Porém, o suspeito teria ficado ainda mais irritado e dito diversos xingamentos. Eduardo rebateu e logo em seguida foi chamado de "macaco" três vezes.

    "Várias pessoas se revoltaram, ele ficou rindo e debochando. Todos ligaram para a polícia, mas ela não apareceu", relatou.

    Ainda no vídeo, é possível ouvir outro cliente do estabelecimento confirmar que a vítima foi realmente chamada de "macaco" pelo suspeito. O g1 tenta contato com o suspeito.

    Eduardo ainda afirmou que funcionários do supermercado o contiveram e tentaram levá-lo para outro lugar, para que ele "não perdesse a razão". O suspeito saiu do local normalmente e, segundo ele, os funcionários contaram que só poderiam ter detido o suspeito caso houvesse alguma agressão física, que não foi o caso.

    O programador ainda disse que ele, outros clientes e funcionários do mercado acionaram a PM através do 190. Ele esperou cerca de 1h, mas nenhuma viatura foi até o local.

    Eduardo disse ter ligado pelo menos quatro vezes para o 190 e afirmou que, na última ligação, foi comunicado que nenhum dos outros chamados havia sido registrado.

    Após o caso, ele foi até a delegacia e prestou um boletim de ocorrência. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga a denúncia de injúria racial e que o suspeito já foi identificado.

    "Me senti importante, porque eu recebi muitas mensagens dizendo que era para ter reagido, feito alguma coisa. Mas se eu tivesse reagido, provavelmente eu seria o acusado nessa situação", disse.

    Para Eduardo, se o suspeito estivesse armado, ele teria sido morto. "A partir do momento que foi indicado que o suspeito estava no local, era para uma viatura ter sido deslocada pelo menos para nos levar para a delegacia", disse.

    Também por meio de nota, a Assaí informou que um segurança do supermercado percebeu a discussão e separou os clientes. Disse ainda que acionou a Polícia Militar e reforçou que que está à disposição para contribuir com as investigações do caso.

    Fonte G1 Bahia

  • Sobre nós

    Um jovem de 23 anos denunciou ter sofrido injúria racial na fila de um supermercado da Rede Assaí, na Avenida Vasco da Gama, em Salvador. O caso aconteceu na terça-feira (1º), foi filmado por clientes do estabelecimento e compartilhado nas redes sociais. Ninguém foi preso.

    No vídeo, o programador full stack Eduardo Ramos aparece na fila, com um carrinho de compras, ao lado da noiva. Ele discute com um homem de camisa amarela, que está próximo da fila.

    "Me chame de macaco de novo. Você está achando que está mexendo com criança? Como você chama uma pessoa de macaco na Bahia, em Salvador?", afirmou.

    O g1 entrou em contato com a vítima, que contou que a discussão foi motivada por causa da fila. A noiva de Eduardo esperava para ser atendida, quando o suspeito passou na frente.

    "Esse rapaz chegou e parou na frente dela. Minha noiva disse para ele que ela já estava lá e eles começaram a discutir. Eu me aproximei e ele se alterou", contou.

    O programador disse que tentou finalizar a discussão e chegou a dizer para o suspeito que o "deixaria falando sozinho". Porém, o suspeito teria ficado ainda mais irritado e dito diversos xingamentos. Eduardo rebateu e logo em seguida foi chamado de "macaco" três vezes.

    "Várias pessoas se revoltaram, ele ficou rindo e debochando. Todos ligaram para a polícia, mas ela não apareceu", relatou.

    Ainda no vídeo, é possível ouvir outro cliente do estabelecimento confirmar que a vítima foi realmente chamada de "macaco" pelo suspeito. O g1 tenta contato com o suspeito.

    Eduardo ainda afirmou que funcionários do supermercado o contiveram e tentaram levá-lo para outro lugar, para que ele "não perdesse a razão". O suspeito saiu do local normalmente e, segundo ele, os funcionários contaram que só poderiam ter detido o suspeito caso houvesse alguma agressão física, que não foi o caso.

    O programador ainda disse que ele, outros clientes e funcionários do mercado acionaram a PM através do 190. Ele esperou cerca de 1h, mas nenhuma viatura foi até o local.

    Eduardo disse ter ligado pelo menos quatro vezes para o 190 e afirmou que, na última ligação, foi comunicado que nenhum dos outros chamados havia sido registrado.

    Após o caso, ele foi até a delegacia e prestou um boletim de ocorrência. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga a denúncia de injúria racial e que o suspeito já foi identificado.

    "Me senti importante, porque eu recebi muitas mensagens dizendo que era para ter reagido, feito alguma coisa. Mas se eu tivesse reagido, provavelmente eu seria o acusado nessa situação", disse.

    Para Eduardo, se o suspeito estivesse armado, ele teria sido morto. "A partir do momento que foi indicado que o suspeito estava no local, era para uma viatura ter sido deslocada pelo menos para nos levar para a delegacia", disse.

    Também por meio de nota, a Assaí informou que um segurança do supermercado percebeu a discussão e separou os clientes. Disse ainda que acionou a Polícia Militar e reforçou que que está à disposição para contribuir com as investigações do caso.

    Fonte G1 Bahia

  • Aplicativo

    Um jovem de 23 anos denunciou ter sofrido injúria racial na fila de um supermercado da Rede Assaí, na Avenida Vasco da Gama, em Salvador. O caso aconteceu na terça-feira (1º), foi filmado por clientes do estabelecimento e compartilhado nas redes sociais. Ninguém foi preso.

    No vídeo, o programador full stack Eduardo Ramos aparece na fila, com um carrinho de compras, ao lado da noiva. Ele discute com um homem de camisa amarela, que está próximo da fila.

    "Me chame de macaco de novo. Você está achando que está mexendo com criança? Como você chama uma pessoa de macaco na Bahia, em Salvador?", afirmou.

    O g1 entrou em contato com a vítima, que contou que a discussão foi motivada por causa da fila. A noiva de Eduardo esperava para ser atendida, quando o suspeito passou na frente.

    "Esse rapaz chegou e parou na frente dela. Minha noiva disse para ele que ela já estava lá e eles começaram a discutir. Eu me aproximei e ele se alterou", contou.

    O programador disse que tentou finalizar a discussão e chegou a dizer para o suspeito que o "deixaria falando sozinho". Porém, o suspeito teria ficado ainda mais irritado e dito diversos xingamentos. Eduardo rebateu e logo em seguida foi chamado de "macaco" três vezes.

    "Várias pessoas se revoltaram, ele ficou rindo e debochando. Todos ligaram para a polícia, mas ela não apareceu", relatou.

    Ainda no vídeo, é possível ouvir outro cliente do estabelecimento confirmar que a vítima foi realmente chamada de "macaco" pelo suspeito. O g1 tenta contato com o suspeito.

    Eduardo ainda afirmou que funcionários do supermercado o contiveram e tentaram levá-lo para outro lugar, para que ele "não perdesse a razão". O suspeito saiu do local normalmente e, segundo ele, os funcionários contaram que só poderiam ter detido o suspeito caso houvesse alguma agressão física, que não foi o caso.

    O programador ainda disse que ele, outros clientes e funcionários do mercado acionaram a PM através do 190. Ele esperou cerca de 1h, mas nenhuma viatura foi até o local.

    Eduardo disse ter ligado pelo menos quatro vezes para o 190 e afirmou que, na última ligação, foi comunicado que nenhum dos outros chamados havia sido registrado.

    Após o caso, ele foi até a delegacia e prestou um boletim de ocorrência. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga a denúncia de injúria racial e que o suspeito já foi identificado.

    "Me senti importante, porque eu recebi muitas mensagens dizendo que era para ter reagido, feito alguma coisa. Mas se eu tivesse reagido, provavelmente eu seria o acusado nessa situação", disse.

    Para Eduardo, se o suspeito estivesse armado, ele teria sido morto. "A partir do momento que foi indicado que o suspeito estava no local, era para uma viatura ter sido deslocada pelo menos para nos levar para a delegacia", disse.

    Também por meio de nota, a Assaí informou que um segurança do supermercado percebeu a discussão e separou os clientes. Disse ainda que acionou a Polícia Militar e reforçou que que está à disposição para contribuir com as investigações do caso.

    Fonte G1 Bahia

  • Programação

    Um jovem de 23 anos denunciou ter sofrido injúria racial na fila de um supermercado da Rede Assaí, na Avenida Vasco da Gama, em Salvador. O caso aconteceu na terça-feira (1º), foi filmado por clientes do estabelecimento e compartilhado nas redes sociais. Ninguém foi preso.

    No vídeo, o programador full stack Eduardo Ramos aparece na fila, com um carrinho de compras, ao lado da noiva. Ele discute com um homem de camisa amarela, que está próximo da fila.

    "Me chame de macaco de novo. Você está achando que está mexendo com criança? Como você chama uma pessoa de macaco na Bahia, em Salvador?", afirmou.

    O g1 entrou em contato com a vítima, que contou que a discussão foi motivada por causa da fila. A noiva de Eduardo esperava para ser atendida, quando o suspeito passou na frente.

    "Esse rapaz chegou e parou na frente dela. Minha noiva disse para ele que ela já estava lá e eles começaram a discutir. Eu me aproximei e ele se alterou", contou.

    O programador disse que tentou finalizar a discussão e chegou a dizer para o suspeito que o "deixaria falando sozinho". Porém, o suspeito teria ficado ainda mais irritado e dito diversos xingamentos. Eduardo rebateu e logo em seguida foi chamado de "macaco" três vezes.

    "Várias pessoas se revoltaram, ele ficou rindo e debochando. Todos ligaram para a polícia, mas ela não apareceu", relatou.

    Ainda no vídeo, é possível ouvir outro cliente do estabelecimento confirmar que a vítima foi realmente chamada de "macaco" pelo suspeito. O g1 tenta contato com o suspeito.

    Eduardo ainda afirmou que funcionários do supermercado o contiveram e tentaram levá-lo para outro lugar, para que ele "não perdesse a razão". O suspeito saiu do local normalmente e, segundo ele, os funcionários contaram que só poderiam ter detido o suspeito caso houvesse alguma agressão física, que não foi o caso.

    O programador ainda disse que ele, outros clientes e funcionários do mercado acionaram a PM através do 190. Ele esperou cerca de 1h, mas nenhuma viatura foi até o local.

    Eduardo disse ter ligado pelo menos quatro vezes para o 190 e afirmou que, na última ligação, foi comunicado que nenhum dos outros chamados havia sido registrado.

    Após o caso, ele foi até a delegacia e prestou um boletim de ocorrência. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga a denúncia de injúria racial e que o suspeito já foi identificado.

    "Me senti importante, porque eu recebi muitas mensagens dizendo que era para ter reagido, feito alguma coisa. Mas se eu tivesse reagido, provavelmente eu seria o acusado nessa situação", disse.

    Para Eduardo, se o suspeito estivesse armado, ele teria sido morto. "A partir do momento que foi indicado que o suspeito estava no local, era para uma viatura ter sido deslocada pelo menos para nos levar para a delegacia", disse.

    Também por meio de nota, a Assaí informou que um segurança do supermercado percebeu a discussão e separou os clientes. Disse ainda que acionou a Polícia Militar e reforçou que que está à disposição para contribuir com as investigações do caso.

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    Um jovem de 23 anos denunciou ter sofrido injúria racial na fila de um supermercado da Rede Assaí, na Avenida Vasco da Gama, em Salvador. O caso aconteceu na terça-feira (1º), foi filmado por clientes do estabelecimento e compartilhado nas redes sociais. Ninguém foi preso.

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    "Esse rapaz chegou e parou na frente dela. Minha noiva disse para ele que ela já estava lá e eles começaram a discutir. Eu me aproximei e ele se alterou", contou.

    O programador disse que tentou finalizar a discussão e chegou a dizer para o suspeito que o "deixaria falando sozinho". Porém, o suspeito teria ficado ainda mais irritado e dito diversos xingamentos. Eduardo rebateu e logo em seguida foi chamado de "macaco" três vezes.

    "Várias pessoas se revoltaram, ele ficou rindo e debochando. Todos ligaram para a polícia, mas ela não apareceu", relatou.

    Ainda no vídeo, é possível ouvir outro cliente do estabelecimento confirmar que a vítima foi realmente chamada de "macaco" pelo suspeito. O g1 tenta contato com o suspeito.

    Eduardo ainda afirmou que funcionários do supermercado o contiveram e tentaram levá-lo para outro lugar, para que ele "não perdesse a razão". O suspeito saiu do local normalmente e, segundo ele, os funcionários contaram que só poderiam ter detido o suspeito caso houvesse alguma agressão física, que não foi o caso.

    O programador ainda disse que ele, outros clientes e funcionários do mercado acionaram a PM através do 190. Ele esperou cerca de 1h, mas nenhuma viatura foi até o local.

    Eduardo disse ter ligado pelo menos quatro vezes para o 190 e afirmou que, na última ligação, foi comunicado que nenhum dos outros chamados havia sido registrado.

    Após o caso, ele foi até a delegacia e prestou um boletim de ocorrência. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga a denúncia de injúria racial e que o suspeito já foi identificado.

    "Me senti importante, porque eu recebi muitas mensagens dizendo que era para ter reagido, feito alguma coisa. Mas se eu tivesse reagido, provavelmente eu seria o acusado nessa situação", disse.

    Para Eduardo, se o suspeito estivesse armado, ele teria sido morto. "A partir do momento que foi indicado que o suspeito estava no local, era para uma viatura ter sido deslocada pelo menos para nos levar para a delegacia", disse.

    Também por meio de nota, a Assaí informou que um segurança do supermercado percebeu a discussão e separou os clientes. Disse ainda que acionou a Polícia Militar e reforçou que que está à disposição para contribuir com as investigações do caso.

    Fonte G1 Bahia

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Jovem de 23 anos denuncia injúria racial em fila de supermercado em Salvador: ‘como chama uma pessoa de macaco na Bahia?’

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  • outubro 3, 2024
Jovem de 23 anos denuncia injúria racial em fila de supermercado em Salvador: ‘como chama uma pessoa de macaco na Bahia?’

Um jovem de 23 anos denunciou ter sofrido injúria racial na fila de um supermercado da Rede Assaí, na Avenida Vasco da Gama, em Salvador. O caso aconteceu na terça-feira (1º), foi filmado por clientes do estabelecimento e compartilhado nas redes sociais. Ninguém foi preso.

No vídeo, o programador full stack Eduardo Ramos aparece na fila, com um carrinho de compras, ao lado da noiva. Ele discute com um homem de camisa amarela, que está próximo da fila.

“Me chame de macaco de novo. Você está achando que está mexendo com criança? Como você chama uma pessoa de macaco na Bahia, em Salvador?”, afirmou.

O g1 entrou em contato com a vítima, que contou que a discussão foi motivada por causa da fila. A noiva de Eduardo esperava para ser atendida, quando o suspeito passou na frente.

“Esse rapaz chegou e parou na frente dela. Minha noiva disse para ele que ela já estava lá e eles começaram a discutir. Eu me aproximei e ele se alterou”, contou.

O programador disse que tentou finalizar a discussão e chegou a dizer para o suspeito que o “deixaria falando sozinho”. Porém, o suspeito teria ficado ainda mais irritado e dito diversos xingamentos. Eduardo rebateu e logo em seguida foi chamado de “macaco” três vezes.

“Várias pessoas se revoltaram, ele ficou rindo e debochando. Todos ligaram para a polícia, mas ela não apareceu”, relatou.

Ainda no vídeo, é possível ouvir outro cliente do estabelecimento confirmar que a vítima foi realmente chamada de “macaco” pelo suspeito. O g1 tenta contato com o suspeito.

Eduardo ainda afirmou que funcionários do supermercado o contiveram e tentaram levá-lo para outro lugar, para que ele “não perdesse a razão”. O suspeito saiu do local normalmente e, segundo ele, os funcionários contaram que só poderiam ter detido o suspeito caso houvesse alguma agressão física, que não foi o caso.

O programador ainda disse que ele, outros clientes e funcionários do mercado acionaram a PM através do 190. Ele esperou cerca de 1h, mas nenhuma viatura foi até o local.

Eduardo disse ter ligado pelo menos quatro vezes para o 190 e afirmou que, na última ligação, foi comunicado que nenhum dos outros chamados havia sido registrado.

Após o caso, ele foi até a delegacia e prestou um boletim de ocorrência. Em nota, a Polícia Civil informou que investiga a denúncia de injúria racial e que o suspeito já foi identificado.

“Me senti importante, porque eu recebi muitas mensagens dizendo que era para ter reagido, feito alguma coisa. Mas se eu tivesse reagido, provavelmente eu seria o acusado nessa situação”, disse.

Para Eduardo, se o suspeito estivesse armado, ele teria sido morto. “A partir do momento que foi indicado que o suspeito estava no local, era para uma viatura ter sido deslocada pelo menos para nos levar para a delegacia”, disse.

Também por meio de nota, a Assaí informou que um segurança do supermercado percebeu a discussão e separou os clientes. Disse ainda que acionou a Polícia Militar e reforçou que que está à disposição para contribuir com as investigações do caso.

Fonte G1 Bahia

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Menino de 12 anos é carbonizado após casa ser atingida por incêndio na Bahia; vítima tinha Transtorno do Espectro Autista

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Menino de 12 anos é carbonizado após casa ser atingida por incêndio na Bahia; vítima tinha Transtorno do Espectro Autista

Um menino de 12 anos foi carbonizado após a casa que ele morava ser atingida por incêndio na manhã desta quarta-feira (2), na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o imóvel, localizado no bairro Barreirinhas, foi atingido pelas chamas por volta das 6h30. A vítima, identificada como Pedro Apolinário Moura da Silva, tinha Transtorno do Espectro Autista.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi ao local, mas o adolescente já estava morto. A mãe dele foi atendida no local, porque tem pressão alta e estava passando mal.

Ainda não há informações sobre o que possa ter causado as chamas. Os bombeiros informaram que o corpo do menino foi localizado carbonizado na cama, sob os escombros do telhado que havia desabado.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia no local, e o corpo de Pedro encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de necropsia. Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento dele.

Fonte G1 Bahia

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Confronto termina com dois suspeitos mortos no norte da Bahia; dupla foi presa com armas e droga

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Confronto termina com dois suspeitos mortos no norte da Bahia; dupla foi presa com armas e droga

Dois homens morreram e outros dois foram presos após um confronto com policiais militares na terça-feira (2), no bairro do Tapuio, na cidade de Jacobina, no norte da Bahia.

Segundo informações da Polícia Civil, os homens que morreram foram identificados como Herculles Muller Santana Melo de Freitas e Josinaldo Barreto Reis.

De acordo com a polícia, os suspeitos estavam em dois veículos com outros homens não identificados quando reagiram a abordagem policial.

Segundo apurações da TV Bahia e São Francisco, um dos homens presos é o policial militar Wildson Nunes de Oliveira.

Com a dupla, foram apreendidos um revólver calibre 38 mm, uma pistola 380 mm e uma mochila com três quilos de substância análoga a cocaína. O caso foi registrado na delegacia do município.

Fonte G1 Bahia

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Piscineiro morre após acidente entre duas motocicletas e carro

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Piscineiro morre após acidente entre duas motocicletas e carro

Um piscineiro morreu após se envolver em acidente entre duas motocicletas e um carro, na Avenida Ubaitaba, em Ilhéus, no sul do estado, na terça-feira (1°).

De acordo com informações da Polícia Civil, o homem se chamava Claudimar dos Santos de Almeida, de 45 anos. Populares relataram que, ao tentar fazer uma ultrapassagem, a vítima bateu a motocicleta que conduzia em outro veículo, perdeu o controle da direção e caiu, sendo atingida por outra motocicleta.

Claudimar foi socorrido por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos. O outro motociclista ficou ferido, mas não há informações sobre seu estado de saúde.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar perícia no local e encaminhar o corpo da vítima para o Instituto Médico Legal (IML). Ele foi liberado, mas não há informações sobre velório e sepultamento.

Acidente na região norte do estado

Um homem morreu após a motocicleta que ele conduzia bater de frente com um carro, na zona rural de Jacobina, no norte do estado.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Estadual (PRE), a vítima foi identificada como Erodildes Alves Barreto, de 53 anos. Ele havia saído do distrito de Novo Paraíso, onde morava, com destino ao distrito de Junco, quando sofreu o acidente. Erodildes deixa 10 filhos e 4 netos.

O condutor do carro realizou teste de alcoolemia e testou negativo. Ele foi conduzido para delegacia da cidade para ser ouvido, mas não há informações se ficou detido.

O corpo de Erodildes foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Jacobina, mas ainda não foi liberado para sepultamento.

Fonte G1 Bahia

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Vela causa incêndio e destrói casa em Salvador: ‘Perdi tudo’, lamenta proprietária

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Vela causa incêndio e destrói casa em Salvador: ‘Perdi tudo’, lamenta proprietária

Um incêndio destruiu uma casa localizada no bairro do Curuzu, em Salvador, na manhã desta quarta-feira (2). De acordo com a dona da residência, as chamas foram provocadas por uma vela que estava acesa. Ninguém ficou ferido.

Em imagens registradas pela equipe de reportagem da TV Bahia, é possível ver os móveis, telhado e paredes destruídas pelo fogo.

Em entrevista à TV Bahia, Lúcia Cristina dos Santos, proprietária do imóvel, informou que não estava em casa no momento do ocorrido e foi alertada pela afilhada sobre o incêndio.

“Eu tinha saído há 10 minutos. Eu perdi tudo, só não perdi minha vida”, disse a mulher.

Emocionada, Alessandra Nascimento, sobrinha de Lúcia Cristina, fez um apelo e pediu ajuda. “Ela perdeu quase tudo da casa dela. O incêndio comeu a casa toda”.

Moradores se reuniram para tentar conter as chamas e acionaram o Corpo de Bombeiros. Equipes foram ao local e controlaram o fogo.

Fonte G1 Bahia

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Homem é alvo de operação na BA por vender notas falsas e cartões de crédito clonados pela internet

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Homem é alvo de operação na BA por vender notas falsas e cartões de crédito clonados pela internet

Um homem suspeito de vender notas falsas e cartões de crédito clonados foi alvo de operação policial nesta quarta-feira (2), em Feira de Santana, a 100 km de Salvador. A Polícia Federal (PF) chegou até ele após uma investigação iniciada em 2023, quando outro homem foi detido em flagrante com cédulas falsas de R$ 100 na cidade de Santa Bárbara, a 150 km da capital.

O homem preso em 2023 teria comprado as notas falsas com o suspeito identificado nesta ação mais recente da polícia, intitulada Operação Nigromante.

Na época, a Polícia Federal apreendeu o celular do comprador e, a partir da análise do conteúdo no aparelho, identificou a existência de vários grupos de venda de produtos ilícitos em um aplicativo de mensagens, desde cédulas falsas até cartões de crédito clonados.

O homem alvo da operação nesta quarta foi encontrado na própria casa, no bairro Asa Branca. Ele confessou os crimes.

Apesar disso, não houve cumprimento de mandado de prisão. O suspeito foi ouvido e liberado em seguida.

Em meio à operação, a polícia apreendeu celulares e computadores usados nas fraudes. A identidade dele não foi divulgada.

Os investigados irão responder pelos crimes de moeda falsa e estelionato.

Ainda segundo a PF, estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana e Salvador, todos expedidos pela 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Feira de Santana.

Fonte G1 Bahia

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Macaco bugio é resgatado por policiais militares em cativeiro ilegal no oeste da Bahia

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  • outubro 3, 2024
Macaco bugio é resgatado por policiais militares em cativeiro ilegal no oeste da Bahia

Um macaco bugio foi resgatado por policiais militares em um cativeiro ilegal no assentamento Nice, na zona rural de Muquém de São Francisco, no oeste da Bahia.

O animal foi encontrado com moradores por uma equipe da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) de Lençóis na quarta-feira (2).

O macaco foi entregue à unidade regional do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), na Chapada Diamantina para receber os primeiros cuidados e depois vai ser encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), onde vai passar por reabilitação antes de ser reintegrado a natureza.

Fonte G1 Bahia

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Mulher doa útero para irmã realizar sonho de ser mãe; transplante inédito

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Mulher doa útero para irmã realizar sonho de ser mãe; transplante inédito

Ser mãe é um sonho da Jéssica Borges e, agora mais do que nunca, está próximo de acontecer. A mulher é a primeira, na América Latina, a receber um útero transplantado de uma pessoa viva, no caso, a irmã que doou o órgão.

Até dezembro, Jéssica vai implantar os embriões. Nesse meio tempo, o corpo dela se prepara. Ela já menstrua, algo que nunca tinha ocorrido e, adapta-se às mudanças no organismo.

Tudo isso só foi possível porque Jaqueline, irmã de Jéssica, se dispôs a doar o útero. A cirurgia durou cerca de dez horas e foi no Hospital das Clínicas, em São Paulo. As irmãs e a equipe médica comemoram a vitória.

Início do sonho

Enquanto aguarda o momento da implantação dos embriões, Jéssica tenta conter a expectativa.

“Eu fiquei totalmente insegura, porque para mim é tudo novo. Eu nunca menstruei. Fiquei muito insegura, mas feliz. Porque é sinal de que está tudo certo, é sinal de que daqui a pouco eu vou poder colocar os meus embriões”, afirmou Jéssica.

Mãe de Jéssica e Jaqueline, Simone se disse emocionada com a união das filhas. “Eu acho que é uma história muito bonita e agradeço muito a Deus pelo carinho que uma tem pela outra.”

Do diagnóstico ao transplante

Jéssica faz parte de uma em cada 4 mil mulheres. Ela tem uma alteração congênita chamada de Síndrome de Rokitansky. As mulheres com esse diagnóstico nascem com ovários, podem ovular, mas a função reprodutiva não se completa.

“As mulheres são normais sob o ponto de vista ginecológico e não apresentam útero, e essa é uma das indicações de transplante de útero”, disse Edmundo Baracat, ginecologista da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Segundo dados médicos, no mundo todo foram realizados mais de 100 transplantes de útero. “Nós já temos mais de 50 crianças nascidas”, disse Dani Ejzenberg, obstetra da FMUSP, em reportagem da TV Globo.

Família grande

Quando Jéssica descobriu o diagnóstico, tinha vergonha e não revelava a síndrome. Com o passar dos anos, procurou uma solução.

Adulta, Jessica se casou. A família é grande, ela tem três irmãos, cunhados e sobrinhos. “A minha família sempre foi grande. Eu quero alguém para chamar de mãe, para a gente brigar, quero poder ter esse amor”, afirmou.

Jaqueline, a irmã, é casada e tem dois filhos – de 6 e 4 anos. Segundo ela, sempre quis ajudar a irmã a realizar o sonho de ser mãe. “Eu sou muito família, né? Eu penso mais neles do que em mim. Então, eu pensei primeiro em realizar o sonho dela, ao invés de ser mãe, sabe?.”

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Quem é o policial que salvou a mulher que fez “pedido de pizza” ao 190

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Quem é o policial que salvou a mulher que fez “pedido de pizza” ao 190

O policial Wellington Thomas Sant’ana, responsável por identificar que uma mulher precisava de ajuda após um “pedido de pizza” pelo 190, disse que a vítima deu indícios de que algo estava errado.

O primeiro-sargento, de 57 anos, que faz parte da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) há mais de 30 anos e recebeu treinamento para decifrar casos de agressão contra mulher, é um dos atendentes do Centro de Operações da corporação, o Copom.

Segundo o militar, assim que ouviu o choro da mulher pelo telefone, ele identificou que não era apenas um pedido de pizza. Prontamente, Wellington anotou todo o endereço da vítima e deslocou uma viatura para casa dela e pediu prioridade. Lá, a mulher, que estava sendo violentada por três dias, foi resgatada em segurança!

Choro entregou

A ligação, realizada no último dia 28, chegou tarde da noite, como mostramos aqui no Só Notícia Boa.

No cargo que está, Wellington já recebeu diversas ligações que acabaram no salvamento de mulheres em situação de risco ou de violência doméstica. Mas dessa vez, o pedido veio criptografado. Isso porque o agressor estava perto da vítima.

“O pedido da pizza veio às 23h59 de sábado. Eu atendi o chamado de uma senhora que informou ter feito pedido de uma pizza e perguntou se ia demorar o pedido. Percebi que estava com dificuldade pra falar, peguei logo o endereço, e disse que ia enviar o pedido. Ela começou a chorar e se desesperar, momento que eu suspeitei que ela estava sofrendo violência”, relembrou o sargento.

“Sensação de alegria”

Aos poucos, Wellington conseguiu manter a moça no telefone, enquanto anotava todo o endereço e passava para a viatura responsável pela ocorrência.

“Eu matei a charada de que ela estava precisando de ajuda. Pela voz, consigo identificar que a pessoa está precisando de apoio. Fui trocando o pedido da pizza, por uma solicitação de ajuda policial. Pedi prioridade na ocorrência”, contou.

Para ele, salvar vidas é o motivo de ter entrado na profissão.

“Mesmo que seja trote, eu registro ocorrência. Em alguns casos, a gente ainda consegue identificar que a denúncia não procede. Salvar vidas é muito importante para mim. É uma sensação de alegria”, comemorou.

Agressor preso

Quando a viatura chegou no endereço, a mulher foi socorrida e o agressor preso.

A vítima saiu correndo de casa em direção a guarnição e contou aos policiais que estava sendo violentada por três dias.

O agressor foi encaminhado à 26ª Delegacia de Polícia, enquanto a mulher recebeu o suporte necessário.

Evitou abuso

E o caso do pedido de pizza não foi o único memorável para Wellington recentemente.

Há alguns dias, o sargento recebeu um telefone e salvou a vida de uma menina abusada sexualmente em um bar de Santa Maria.

“A mãe da vítima ligou e falou que a filha estava em um bar que funcionava como ponto de prostituição. Segundo a mulher, o proprietário do lugar havia proibido a entrada dela no lugar. Pedi que ela se afastasse enquanto a viatura se deslocava para o endereço”, contou em entrevista ao Metrópoles.

A polícia foi enviada para o local e resgatou a garotinha. O estuprador foi preso em flagrante.

Fonte Só Notícia Boa

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Ganhador da loto usa fortuna para ajudar a melhorar a vida de pessoas necessitadas

  • Sociedade News
  • outubro 3, 2024
Ganhador da loto usa fortuna para ajudar a melhorar a vida de pessoas necessitadas

Este ganhador da Loto está usando a fortuna que recebeu para ajudar pessoas desconhecidas. Ele comprou uma frota de carros e oferece viagens gratuitas para necessitados.

Aos 76 anos, Peter Congdon, morador de Truro, no Reino Unido, recebeu £ 13,5 milhões (aproximadamente R$ 100 milhões). Ele teve a ideia de usar parte do dinheiro para o bem depois que ajudou uma noiva durante a pandemia a conseguir um carro para levá-la até a igreja.

Peter descobriu que com a frota de carros de luxo que comprou, poderia ajudar muita gente. E assim ele fez! Começou a levar pessoas doentes a hospitais para consultas, noivas para os altares e até mesmo aqueles que apenas sonham em dar um passeio em um carrão. Ele não cobra nada por isso e, em troca, recebe sorrisos e lágrimas de felicidade!

Pandemia foi reveladora

A pandemia foi reveladora para Peter, que era motorista de ônibus e agente funerário aposentado.

Durante o lockdown, quando o casamento de uma mulher enfrentou cancelamentos repetidos, Peter entrou em ação e realizou o sonho da noiva! Foi um momento memorável.

“Quando a noiva saiu, ela esperava entrar no carro do pai e, em vez disso, olhou para cima e viu meu Bentley estacionado do outro lado da rua, e percebeu que tinha um lindo carro de casamento esperando. Ela chorou tanto que teve que voltar para retocar a maquiagem”, lembrou o milionáro em entrevista ao Cornwall Live.

25 noivas

E desde então, Peter nunca parou de ajudar quem precisa.

“Quando ouço falar de uma noiva que não pode pagar um carro, eu me ofereço como voluntário. Acho que já levei mais de 25 noivas para dizer ‘sim’ no altar”.

Para ele, melhor do que o pagamento, de £ 500 (aproximadamente R$ 3.500), que as empresas geralmente cobram pelo serviço, é ver “a alegria nos rostos delas”.

Passeio para pessoas doentes

A gentileza se estendeu para além de casamentos e bailes de formatura. O novo rico também começou a levar pacientes de cuidados paliativos em passeios.

Depois de receber a ligação de um centro de tratamento local, ele resolveu realizar o sonho de uma jovem com câncer.

“Eu imediatamente disse que a levaria para um passeio, e quando apareci ela estava em um deslumbrante vestido branco de princesa, com o cabelo e a maquiagem feitos. A visão dela vestida como uma linda princesa trouxe lágrimas nos meus olhos”, contou.

Doação milionária

E a empatia de Peter não para por aí.

Ele fez uma doação milionária para uma casa de terapia comprar uma piscina hidroelétrica antigravidade.

Foi para homenagear sua esposa, Rosemary, que lutou contra a esclerose múltipla por mais de 30 anos.

Além disso, o homem comprou e rifou uma Range Rover para ajudar pessoas na região onde mora!

Isso é que é aplicar bem o dinheiro!

Fonte Só Notícia Boa

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