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    Pais e responsáveis de alunos da Escola Municipal Antônio Carlos Pinto de Almeida, no bairro Papagaio, em Feira de Santana, realizaram uma mobilização na manhã desta quarta-feira (27) em frente à unidade escolar para cobrar melhorias na estrutura do espaço que foi recentemente reformado e entregue. O Acorda Cidade foi até a escola conferir os transtornos que a comunidade tem passado nos últimos tempos.

    Aos gritos de “queremos solução, queremos a escola”, moradores cobraram uma resposta do poder público municipal, pois segundo eles, as obras no local estão inacabadas e as aulas já retornaram. Enquanto isso, os alunos sofrem com o calor e a exposição a riscos iminentes.

    “A escola foi entregue na última quarta-feira no estado em que está, não terminou a obra, há pessoas trabalhando na escola, sendo que as crianças já estão estudando, um calor infernal. Viemos ontem para reunião, não aguentamos ficar, tivemos que ir embora por conta do calor, imagine uma criança que fica aqui a manhã inteira”, explicou Elismara Luiza.

    Segundo ela, que é mãe de um aluno, as aulas também foram parcialmente suspensas por conta do calor. Estão acontecendo das 7h30 até às 10h. Elismara relatou outros problemas, como fios expostos em áreas de convivência.

    “Colocaram água nas caixas, mas não têm bombas para bombear para as torneiras, nem para descargas dos vasos sanitários. As crianças estão indo ao banheiro do jeito que podem. A energia também está usando do jeito que dá porque eles improvisaram de qualquer jeito. Já queimou computador, impressora. Os fios estão espalhados pelo pátio. Arrumaram de qualquer jeito para as crianças retornarem, mas muitas nem estão vindo”, destacou.

    Lucrécia de Jesus tem dois netos na escola e também confirmou o caos que está o retorno escolar das crianças, mas também de toda a comunidade escolar. Segundo ela, professores e alunos têm passado mal com o calor.

    Ela ainda ressaltou que as crianças precisam, sim, das aulas e a Secretaria de Educação precisa resolver a situação que já está insustentável.

    Ainda segundo o relato da mãe Elismara, a prefeitura alega que a Coelba precisa realizar a ligação da rede para serem instalados os ares-condicionados, mas até o momento, ninguém conseguiu um retorno eficiente de nenhum dos órgãos.

    O problema tem se arrastado não é de agora. Segundo o morador Antônio Carlos, que reside no bairro há 20 anos, as obras iniciaram no ano passado e, este ano, o período letivo começou com a manutenção pela metade.

    “Isso não pode acontecer. Estamos chamando a atenção da secretária de educação do município para que ela reveja a situação. Como vai manter aula em um colégio inacabado?”, frisou.

    O passeio da escola também não foi concluído, entre outras partes que ainda precisam ser completadas.

    Além disso, o morador pontuou outras escolas da região que sofrem com a falta de estrutura, seja dentro ou no entorno, com ruas danificadas, com esgoto em frente às unidades, buracos e sujeira.

    Fonte Acorda Cidade

  • Sobre nós

    Pais e responsáveis de alunos da Escola Municipal Antônio Carlos Pinto de Almeida, no bairro Papagaio, em Feira de Santana, realizaram uma mobilização na manhã desta quarta-feira (27) em frente à unidade escolar para cobrar melhorias na estrutura do espaço que foi recentemente reformado e entregue. O Acorda Cidade foi até a escola conferir os transtornos que a comunidade tem passado nos últimos tempos.

    Aos gritos de “queremos solução, queremos a escola”, moradores cobraram uma resposta do poder público municipal, pois segundo eles, as obras no local estão inacabadas e as aulas já retornaram. Enquanto isso, os alunos sofrem com o calor e a exposição a riscos iminentes.

    “A escola foi entregue na última quarta-feira no estado em que está, não terminou a obra, há pessoas trabalhando na escola, sendo que as crianças já estão estudando, um calor infernal. Viemos ontem para reunião, não aguentamos ficar, tivemos que ir embora por conta do calor, imagine uma criança que fica aqui a manhã inteira”, explicou Elismara Luiza.

    Segundo ela, que é mãe de um aluno, as aulas também foram parcialmente suspensas por conta do calor. Estão acontecendo das 7h30 até às 10h. Elismara relatou outros problemas, como fios expostos em áreas de convivência.

    “Colocaram água nas caixas, mas não têm bombas para bombear para as torneiras, nem para descargas dos vasos sanitários. As crianças estão indo ao banheiro do jeito que podem. A energia também está usando do jeito que dá porque eles improvisaram de qualquer jeito. Já queimou computador, impressora. Os fios estão espalhados pelo pátio. Arrumaram de qualquer jeito para as crianças retornarem, mas muitas nem estão vindo”, destacou.

    Lucrécia de Jesus tem dois netos na escola e também confirmou o caos que está o retorno escolar das crianças, mas também de toda a comunidade escolar. Segundo ela, professores e alunos têm passado mal com o calor.

    Ela ainda ressaltou que as crianças precisam, sim, das aulas e a Secretaria de Educação precisa resolver a situação que já está insustentável.

    Ainda segundo o relato da mãe Elismara, a prefeitura alega que a Coelba precisa realizar a ligação da rede para serem instalados os ares-condicionados, mas até o momento, ninguém conseguiu um retorno eficiente de nenhum dos órgãos.

    O problema tem se arrastado não é de agora. Segundo o morador Antônio Carlos, que reside no bairro há 20 anos, as obras iniciaram no ano passado e, este ano, o período letivo começou com a manutenção pela metade.

    “Isso não pode acontecer. Estamos chamando a atenção da secretária de educação do município para que ela reveja a situação. Como vai manter aula em um colégio inacabado?”, frisou.

    O passeio da escola também não foi concluído, entre outras partes que ainda precisam ser completadas.

    Além disso, o morador pontuou outras escolas da região que sofrem com a falta de estrutura, seja dentro ou no entorno, com ruas danificadas, com esgoto em frente às unidades, buracos e sujeira.

    Fonte Acorda Cidade

  • Aplicativo

    Pais e responsáveis de alunos da Escola Municipal Antônio Carlos Pinto de Almeida, no bairro Papagaio, em Feira de Santana, realizaram uma mobilização na manhã desta quarta-feira (27) em frente à unidade escolar para cobrar melhorias na estrutura do espaço que foi recentemente reformado e entregue. O Acorda Cidade foi até a escola conferir os transtornos que a comunidade tem passado nos últimos tempos.

    Aos gritos de “queremos solução, queremos a escola”, moradores cobraram uma resposta do poder público municipal, pois segundo eles, as obras no local estão inacabadas e as aulas já retornaram. Enquanto isso, os alunos sofrem com o calor e a exposição a riscos iminentes.

    “A escola foi entregue na última quarta-feira no estado em que está, não terminou a obra, há pessoas trabalhando na escola, sendo que as crianças já estão estudando, um calor infernal. Viemos ontem para reunião, não aguentamos ficar, tivemos que ir embora por conta do calor, imagine uma criança que fica aqui a manhã inteira”, explicou Elismara Luiza.

    Segundo ela, que é mãe de um aluno, as aulas também foram parcialmente suspensas por conta do calor. Estão acontecendo das 7h30 até às 10h. Elismara relatou outros problemas, como fios expostos em áreas de convivência.

    “Colocaram água nas caixas, mas não têm bombas para bombear para as torneiras, nem para descargas dos vasos sanitários. As crianças estão indo ao banheiro do jeito que podem. A energia também está usando do jeito que dá porque eles improvisaram de qualquer jeito. Já queimou computador, impressora. Os fios estão espalhados pelo pátio. Arrumaram de qualquer jeito para as crianças retornarem, mas muitas nem estão vindo”, destacou.

    Lucrécia de Jesus tem dois netos na escola e também confirmou o caos que está o retorno escolar das crianças, mas também de toda a comunidade escolar. Segundo ela, professores e alunos têm passado mal com o calor.

    Ela ainda ressaltou que as crianças precisam, sim, das aulas e a Secretaria de Educação precisa resolver a situação que já está insustentável.

    Ainda segundo o relato da mãe Elismara, a prefeitura alega que a Coelba precisa realizar a ligação da rede para serem instalados os ares-condicionados, mas até o momento, ninguém conseguiu um retorno eficiente de nenhum dos órgãos.

    O problema tem se arrastado não é de agora. Segundo o morador Antônio Carlos, que reside no bairro há 20 anos, as obras iniciaram no ano passado e, este ano, o período letivo começou com a manutenção pela metade.

    “Isso não pode acontecer. Estamos chamando a atenção da secretária de educação do município para que ela reveja a situação. Como vai manter aula em um colégio inacabado?”, frisou.

    O passeio da escola também não foi concluído, entre outras partes que ainda precisam ser completadas.

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    Fonte Acorda Cidade

  • Programação

    Pais e responsáveis de alunos da Escola Municipal Antônio Carlos Pinto de Almeida, no bairro Papagaio, em Feira de Santana, realizaram uma mobilização na manhã desta quarta-feira (27) em frente à unidade escolar para cobrar melhorias na estrutura do espaço que foi recentemente reformado e entregue. O Acorda Cidade foi até a escola conferir os transtornos que a comunidade tem passado nos últimos tempos.

    Aos gritos de “queremos solução, queremos a escola”, moradores cobraram uma resposta do poder público municipal, pois segundo eles, as obras no local estão inacabadas e as aulas já retornaram. Enquanto isso, os alunos sofrem com o calor e a exposição a riscos iminentes.

    “A escola foi entregue na última quarta-feira no estado em que está, não terminou a obra, há pessoas trabalhando na escola, sendo que as crianças já estão estudando, um calor infernal. Viemos ontem para reunião, não aguentamos ficar, tivemos que ir embora por conta do calor, imagine uma criança que fica aqui a manhã inteira”, explicou Elismara Luiza.

    Segundo ela, que é mãe de um aluno, as aulas também foram parcialmente suspensas por conta do calor. Estão acontecendo das 7h30 até às 10h. Elismara relatou outros problemas, como fios expostos em áreas de convivência.

    “Colocaram água nas caixas, mas não têm bombas para bombear para as torneiras, nem para descargas dos vasos sanitários. As crianças estão indo ao banheiro do jeito que podem. A energia também está usando do jeito que dá porque eles improvisaram de qualquer jeito. Já queimou computador, impressora. Os fios estão espalhados pelo pátio. Arrumaram de qualquer jeito para as crianças retornarem, mas muitas nem estão vindo”, destacou.

    Lucrécia de Jesus tem dois netos na escola e também confirmou o caos que está o retorno escolar das crianças, mas também de toda a comunidade escolar. Segundo ela, professores e alunos têm passado mal com o calor.

    Ela ainda ressaltou que as crianças precisam, sim, das aulas e a Secretaria de Educação precisa resolver a situação que já está insustentável.

    Ainda segundo o relato da mãe Elismara, a prefeitura alega que a Coelba precisa realizar a ligação da rede para serem instalados os ares-condicionados, mas até o momento, ninguém conseguiu um retorno eficiente de nenhum dos órgãos.

    O problema tem se arrastado não é de agora. Segundo o morador Antônio Carlos, que reside no bairro há 20 anos, as obras iniciaram no ano passado e, este ano, o período letivo começou com a manutenção pela metade.

    “Isso não pode acontecer. Estamos chamando a atenção da secretária de educação do município para que ela reveja a situação. Como vai manter aula em um colégio inacabado?”, frisou.

    O passeio da escola também não foi concluído, entre outras partes que ainda precisam ser completadas.

    Além disso, o morador pontuou outras escolas da região que sofrem com a falta de estrutura, seja dentro ou no entorno, com ruas danificadas, com esgoto em frente às unidades, buracos e sujeira.

    Fonte Acorda Cidade

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    Pais e responsáveis de alunos da Escola Municipal Antônio Carlos Pinto de Almeida, no bairro Papagaio, em Feira de Santana, realizaram uma mobilização na manhã desta quarta-feira (27) em frente à unidade escolar para cobrar melhorias na estrutura do espaço que foi recentemente reformado e entregue. O Acorda Cidade foi até a escola conferir os transtornos que a comunidade tem passado nos últimos tempos.

    Aos gritos de “queremos solução, queremos a escola”, moradores cobraram uma resposta do poder público municipal, pois segundo eles, as obras no local estão inacabadas e as aulas já retornaram. Enquanto isso, os alunos sofrem com o calor e a exposição a riscos iminentes.

    “A escola foi entregue na última quarta-feira no estado em que está, não terminou a obra, há pessoas trabalhando na escola, sendo que as crianças já estão estudando, um calor infernal. Viemos ontem para reunião, não aguentamos ficar, tivemos que ir embora por conta do calor, imagine uma criança que fica aqui a manhã inteira”, explicou Elismara Luiza.

    Segundo ela, que é mãe de um aluno, as aulas também foram parcialmente suspensas por conta do calor. Estão acontecendo das 7h30 até às 10h. Elismara relatou outros problemas, como fios expostos em áreas de convivência.

    “Colocaram água nas caixas, mas não têm bombas para bombear para as torneiras, nem para descargas dos vasos sanitários. As crianças estão indo ao banheiro do jeito que podem. A energia também está usando do jeito que dá porque eles improvisaram de qualquer jeito. Já queimou computador, impressora. Os fios estão espalhados pelo pátio. Arrumaram de qualquer jeito para as crianças retornarem, mas muitas nem estão vindo”, destacou.

    Lucrécia de Jesus tem dois netos na escola e também confirmou o caos que está o retorno escolar das crianças, mas também de toda a comunidade escolar. Segundo ela, professores e alunos têm passado mal com o calor.

    Ela ainda ressaltou que as crianças precisam, sim, das aulas e a Secretaria de Educação precisa resolver a situação que já está insustentável.

    Ainda segundo o relato da mãe Elismara, a prefeitura alega que a Coelba precisa realizar a ligação da rede para serem instalados os ares-condicionados, mas até o momento, ninguém conseguiu um retorno eficiente de nenhum dos órgãos.

    O problema tem se arrastado não é de agora. Segundo o morador Antônio Carlos, que reside no bairro há 20 anos, as obras iniciaram no ano passado e, este ano, o período letivo começou com a manutenção pela metade.

    “Isso não pode acontecer. Estamos chamando a atenção da secretária de educação do município para que ela reveja a situação. Como vai manter aula em um colégio inacabado?”, frisou.

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Pais reclamam sobre obra inacabada de escola no bairro Papagaio: “Arrumaram de qualquer jeito”

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  • março 28, 2024
Pais reclamam sobre obra inacabada de escola no bairro Papagaio: “Arrumaram de qualquer jeito”

Pais e responsáveis de alunos da Escola Municipal Antônio Carlos Pinto de Almeida, no bairro Papagaio, em Feira de Santana, realizaram uma mobilização na manhã desta quarta-feira (27) em frente à unidade escolar para cobrar melhorias na estrutura do espaço que foi recentemente reformado e entregue. O Acorda Cidade foi até a escola conferir os transtornos que a comunidade tem passado nos últimos tempos.

Aos gritos de “queremos solução, queremos a escola”, moradores cobraram uma resposta do poder público municipal, pois segundo eles, as obras no local estão inacabadas e as aulas já retornaram. Enquanto isso, os alunos sofrem com o calor e a exposição a riscos iminentes.

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Segundo ela, que é mãe de um aluno, as aulas também foram parcialmente suspensas por conta do calor. Estão acontecendo das 7h30 até às 10h. Elismara relatou outros problemas, como fios expostos em áreas de convivência.

“Colocaram água nas caixas, mas não têm bombas para bombear para as torneiras, nem para descargas dos vasos sanitários. As crianças estão indo ao banheiro do jeito que podem. A energia também está usando do jeito que dá porque eles improvisaram de qualquer jeito. Já queimou computador, impressora. Os fios estão espalhados pelo pátio. Arrumaram de qualquer jeito para as crianças retornarem, mas muitas nem estão vindo”, destacou.

Lucrécia de Jesus tem dois netos na escola e também confirmou o caos que está o retorno escolar das crianças, mas também de toda a comunidade escolar. Segundo ela, professores e alunos têm passado mal com o calor.

Ela ainda ressaltou que as crianças precisam, sim, das aulas e a Secretaria de Educação precisa resolver a situação que já está insustentável.

Ainda segundo o relato da mãe Elismara, a prefeitura alega que a Coelba precisa realizar a ligação da rede para serem instalados os ares-condicionados, mas até o momento, ninguém conseguiu um retorno eficiente de nenhum dos órgãos.

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TJ suspende liminar e licitação do VLT do Subúrbio de Salvador volta a correr normalmente

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  • março 28, 2024
TJ suspende liminar e licitação do VLT do Subúrbio de Salvador volta a correr normalmente

O Tribunal de Justiça da Bahia suspendeu a liminar que impedia o andamento da licitação do VLT de Salvador e Região Metropolitana. A decisão, assinada pela presidente do TJ, Cynthia Maria Pina, foi publicada nesta quarta-feira (27).

O documento afirma que a paralisação da licitação “impede a implementação de um modal viário importante para o desenvolvimento econômico e social sustentável da região metropolitana da capital baiana”.

Para Ana Claudia Nascimento, presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), a decisão reforça o processo transparente sob o qual a licitação está sendo conduzida.

“ Não tínhamos dúvida de que a Justiça decidiria pela continuidade da licitação, ela é transparente desde o princípio e não havia motivo para ser paralisada. Seguiremos trabalhando com afinco e celeridade. A população merece e precisa do VLT. O nosso cronograma está mantido e, em julho , daremos início às obras”, declarou ela.

Fonte Acorda Cidade

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Estudante da Uefs conta os principais desafios na igualdade de gênero em Cursos de Ciências Exatas

  • Sociedade News
  • março 28, 2024
Estudante da Uefs conta os principais desafios na igualdade de gênero em Cursos de Ciências Exatas

Ainda é muito baixo, o número de mulheres ocupando espaços no universo científico no Brasil. E para aquelas que conquistam este espaço, em sua maioria, ganham um lugar de destaque. Esse é o sonho da estudante de Física da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Viviane Brandão Silva Leite.

Natural do município de Governador Mangabeira e atualmente residindo em Feira de Santana, a jovem de 23 anos já idealiza seu futuro acadêmico através do seu curso de paixão: a Física e as ciências exatas.

Mas, o sonho de Viviane em ocupar um espaço nesta área começou antes mesmo da fase acadêmica. Ainda na infância, o sonho da estudante era ser astronauta. Foi aí o pontapé inicial para trilhar a carreira profissional cheia de prazeres e desafios.

Em um bate-papo descontraído, a estudante contou ao Acorda Cidade os projetos para o futuro e os principais desafios no ramo científico na igualdade de gênero. Viviane também relatou por que decidiu escolher o curso, além de contar com um diferencial nesta trajetória: o apoio da família.

“Na minha infância, meu sonho era ser astronauta porque eu tinha um fascínio muito grande pelos corpos celestes, a lua, o sol e outras estrelas, me despertavam bastante curiosidade. Quando cresci e decidi fazer faculdade, o apoio familiar foi e é importante em qualquer decisão que a gente toma na vida, mas especificamente em Física, para mim, que sou mulher, foi importante em dois quesitos. O primeiro deles foi o apoio financeiro, do qual recebi apoio, e o segundo foi a questão do estímulo, do apoio emocional, do incentivo, que é muito importante, a família está entendendo o que a pessoa está fazendo, a importância disso, então isso afeta consideravelmente”, destacou.

Jornada acadêmica

Atualmente cursando Física na Uefs, Viviane Brandão logo iniciará o mestrado em Física Matemática e provavelmente, um doutorado em ciências exatas. Mas, mesmo com um currículo em que acumula experiências, a estudante ainda contou que precisou vencer seus medos para seguir com os estudos no curso que escolheu para a vida. Um deles foi driblar os palpites negativos de colegas de turma.

“Tive alguns desafios iniciais. O primeiro deles foi o medo de perder nas disciplinas, sobretudo as disciplinas de cálculo, que eram muito comentadas por todo mundo como as piores disciplinas e eu me deixei influenciar bastante por esses comentários, antes de ter as minhas próprias experiências. Então, isso acabou me prejudicando consideravelmente. Mas nos semestres subsequentes, eu vi que essas disciplinas não eram tão difíceis como diziam e as coisas foram fluindo de forma mais natural para mim. O segundo grande desafio foi a questão da carga horária, porque o curso de Física, além das aulas teóricas, laboratórios, exige muitos estudos independentes, muitas listas de exercícios. Então, eu tive que aprender a gerenciar esse tempo de forma eficaz”, contou.

Desafios

Como citado no início desta reportagem, não é muito comum ver mulheres ocupando espaços no universo científico no país. E, mesmo que esteja no início do percurso, a desigualdade de gênero pode desencadear o desencorajamento e a desistência do curso, principalmente nas áreas de ciências exatas.

E para Viviane, infelizmente, não foi diferente. Ela também contou que no início da fase acadêmica se sentiu intimidada, diante da falta de representatividade de mulheres nestes ambientes.

“Infelizmente eu já me senti excluída e silenciada no ambiente acadêmico, algumas vezes eu senti a necessidade de provar que sou boa para que as pessoas pudessem me escutar, levar em conta o que eu estivesse falando. Além disso, o ambiente acadêmico, em Física especificamente, é um ambiente que tem pouquíssimas mulheres, então isso por si só já é bastante intimidador para as poucas mulheres que estão ali, além da falta de referência feminina na Física, especificamente na minha área. Eu tive que aprender a me impor mais, a falar mais e ao longo do tempo ser minha própria referência”, relatou.

Pensando em cursar doutorado posteriormente, Viviane já exercita tudo o que aprendeu através de aulas particulares em que disponibiliza aos estudantes do Ensino Superior nas áreas de Engenharia, Economia e Biologia. Porém, mesmo com uma rotina de estudos e trabalho, ela também viabiliza um pequeno período na sua rotina para descansar e praticar seus hobbies.

“Bom, eu tenho poucas horas vagas, então eu gosto geralmente de assistir, de ouvir música, de interpretar poemas. Também gosto muito de literatura e de dormir. Dou aulas particulares para estudantes de ensino superior, especificamente nos cursos de Engenharia, Economia e Biologia. Tem dois anos, mais ou menos, que eu estou dando aulas particulares. Dou aula e acabo aprendendo bastante com isso também”, contou ao Acorda Cidade.

Incentivo

Assim como o desejo de chegar a um lugar de destaque na área, Viviane Brandão também incentiva jovens e mulheres que sonham em seguir uma carreira na ciência e especialmente nas áreas de Física e Matemática. Para ela, o segredo para um futuro promissor na carreira acadêmica é estudar, participar de novas experiências na área e não se deixar intimidar diante da desigualdade de gênero.

“O primeiro passo é estudar o básico. Muitas pessoas acabam entrando no curso de Física querendo estudar, logo de cara, assuntos avançados. Então, ter uma base é muito importante, uma base consolidada, especificamente para Física, Matemática, é importante que a pessoa tenha um conhecimento básico em Matemática. Então, na universidade, cursar disciplinas no curso de Matemática ou aprofundar as disciplinas de Cálculo, Álgebra, são muito importantes. Outra questão é participar dos programas da universidade, que a universidade pública tem muito mais a oferecer do que as aulas, então, participar de monitorias, iniciação científica desde cedo é muito importante. A segunda etapa é participar de eventos fora da universidade de origem, isso é relevante também para conhecer pessoas, conhecer outros projetos, professores e instituições. E por fim, não se deixar intimidar pelo ambiente majoritariamente masculino”, finalizou.

Fonte Acorda Cidade

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PM deflagra a 22ª edição da Operação Força Total em todas as cidades da Bahia

  • Sociedade News
  • março 28, 2024
PM deflagra a 22ª edição da Operação Força Total em todas as cidades da Bahia

A Polícia Militar da Bahia iniciou, na manhã desta quinta-feira (28), a 22ª edição da Operação Força Total nos 417 municípios baianos. Ao longo do dia serão realizadas abordagens preventivas com o objetivo de ampliar o policiamento no estado, apreender drogas e armas de fogo, além do cumprimento de mandados de prisão expedidos pela justiça.

As equipes da PM atuam nas ruas com o emprego máximo do efetivo, inclusive do administrativo, e utilizam toda a frota e os recursos disponíveis da corporação, a exemplo de viaturas, motocicletas, bases móveis, aeronaves e drones.

No acumulado das edições anteriores, a PM já apreendeu 464 armas de fogo, prendeu 752 pessoas em flagrante, recuperou 361 veículos, registrou 2.242 ocorrências envolvendo drogas e cumpriu 250 mandados de prisão.

Fonte Acorda Cidade

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Prefeitura lança projeto para revolucionar o processo de aprendizagem em 22 escolas municipais

  • Sociedade News
  • março 28, 2024
Prefeitura lança projeto para revolucionar o processo de aprendizagem em 22 escolas municipais

A Prefeitura de Feira de Santana lançou nesta quarta-feira (27) o projeto Educação 7.0, que inclui nas escolas laboratório com o ensino de robótica e outras habilidades. Inicialmente 22 escolas municipais serão contempladas, entre elas dez já estão em funcionamento. O objetivo do projeto é impulsionar o aprendizado por meio de tecnologia avançada e métodos educacionais inovadores.

Durante o evento realizado na Escola Municipal José Raimundo de Azevedo (antigo CAIC), no bairro Feira VII, foram exibidos os kits makers, kits de robótica, impressora 3D, cortadora laser, entre outros itens que estarão à disposição dos estudantes para experiências.

A secretária de Educação, Anaci Paim, explica que a iniciativa é um investimento no ambiente pedagógico para viabilizar uma aprendizagem dos alunos com mais qualidade e de forma mais prática.

“O aluno em uma aula teórica de ciências não é a mesma coisa do aluno que tem a oportunidade de ir para o laboratório, desenvolver um experimento, observar os modelos anatômicos dos órgãos do corpo humano, olhar exatamente como é que é organizado o sistema, ver e fazer experimentos. Habilidades e competências que são desenvolvidas num laboratório desse porte incentiva para que ele tenha uma participação melhor e maior em todas as demais áreas e o próprio desenvolvimento”, considera.

Para colocar em funcionamento o projeto, a empresa Dulino Sistema de Ensino está realizando a implantação dos laboratórios. Rafael Gadelha, CEO e fundador empresa, explica que o laboratório 7.0 surge da necessidade das escolas se adaptarem aos recursos tecnológicos que despertem o interesse do aluno.

“A metodologia utilizada nas escolas atualmente ainda é do século XX, mas os alunos são do século XXI. Então precisamos equacionar essa conta que não fecha. Os alunos perdem o interesse cada vez mais na escola devido ao processo de ensino-aprenizagem que não está adequado ao que eles convivem. Claro que o papel, a caneta e o livro jamais serão substituídos, mas a tecnologia é um grande artifício para despertar o interesse associado ao ensino. Com o laboratório 7.0 será possível trabalhar o conhecimento tecnológico, empreendedorismo, educação financeira e emocional, além das disciplinas curriculares”, explica.

Entre as unidades de ensino contempladas está a Escola Municipal Monteiro Lobato, no bairro Capuchinhos. A diretora, Aylla Grecce, acredita que o projeto vai se tornar um aliado no processo de aprendizagem. “Os alunos estão imersos na era digital e a utilização da tecnologia faz com que eles tenham mais estímulo para a aprendizado, para a dinâmica de escola, de sala de aula”, considera.

EDUCAÇÃO 7.0

O mestre em Ciências da Educação pela Universidade do Porto e fundador da Escola da Ponte, em Portugal – unidade de ensino que é referência mundial em inovação -, José Pacheco, compôs a mesa da roda de conversa e afirma que a educação deve acompanhar a evolução tecnológica.

Conforme José Pacheco, a Escola da Ponte se tornou a primeira escola do mundo a centrar no aluno e não no professor, o que permitiu atingir o mais alto índice de desenvolvimento educacional.

“Quando surgiu o computador, as escolas começaram a criar laboratórios de informática. Enquanto a Escola da Ponte, talvez seja mais conhecida no mundo neste momento, não fez laboratórios de informática. Colocou o 2.0 a serviço da aprendizagem. Ou seja, para atingir o 7.0, o sistema educacional tem que mudar pois não vale a pena introduzir computadores no sistema que existe. Quando chegou o 2.0 nós já não tínhamos muitas das coisas que as escolas ainda hoje têm e, acima de tudo, atingimos o índice de desenvolvimento”, afirma.

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Pessoas que vão trabalhar na Micareta devem atualizar caderneta de vacinação

  • Sociedade News
  • março 28, 2024
Pessoas que vão trabalhar na Micareta devem atualizar caderneta de vacinação

Os trabalhadores que irão atuar na Micareta de Feira deste ano devem procurar as unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacina. A orientação é da Secretaria Municipal de Saúde que visa a aproximação da festa.

Entre os imunizantes que podem ser recebidos estão a vacina contra difteria e tétano, hepatite, covid-19 e gripe (essa somente para os grupos prioritários). Para saber qual imunizante tomar, o interessado deve apresentar o cartão de vacina a fim de ser verificado pela equipe de saúde da unidade.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, a recomendação busca garantir a segurança das pessoas que vão sair de suas casas para trabalhar no circuito.

“Em uma festa grande como a Micareta precisamos cuidar de quem sai da sua casa pra levar segurança, assistência e limpeza pública. É importante que os policiais, profissionais de saúde, ambulantes e até os próprios foliões que estarão no meio de aglomerações estejam com a sua vacina em dia”, ressaltou.

A rede municipal dispõe de salas de vacina, com funcionamento de segunda a sexta-feira, localizadas tanto na zona urbana quanto rural. À noite, a aplicação é feita nas Unidades de Saúde da Família (USF) vinculadas ao programa Saúde na Hora, com funcionamento ampliado das 8h às 20h30.

Para ter acesso ao imunizante, é necessário ir até a unidade de saúde e levar documento de identificação com foto, cartão SUS e caderneta de vacina.

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Em menos de uma hora, ambulantes preenchem 500 vagas para comercialização na Micareta

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  • março 28, 2024
Em menos de uma hora, ambulantes preenchem 500 vagas para comercialização na Micareta

Em menos de uma hora, as 500 vagas disponibilizadas para o credenciamento de ambulantes que desejam comercializar na Micareta de Feira foram preenchidas. As inscrições foram feitas exclusivamente no site da Prefeitura. Agora, os ambulantes credenciados devem realizar o pagamento do boleto para garantir a vaga.

O ambulante que perdeu a oportunidade deve aguardar, pois na próxima terça-feira (2) a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) vai conferir os pagamentos e disponibilizar, caso haja, as vagas remanescentes ao público geral – incluindo os que residem em outros municípios.

“Vamos aguardar os dias úteis para a compensação bancária. As vagas das pessoas que não fizerem o pagamento serão disponibilizadas no mesmo site, da mesma forma. Por isso, os interessados devem ficar atentos”, explica o secretário de Cultura, Jairo Carneiro.

O credenciamento é para a atividade de comércio informal através de equipamentos dos tipos barracas, isopor, food-truck, capeteiros, baianas de acarajé e comércio de rua em geral. O edital de credenciamento foi publicado em edição extra do Diário Oficial Eletrônico na última segunda-feira (25) – confira AQUI.

Vale destacar que a autorização é destinada a exploração do comércio de gêneros alimentícios e bebidas de consumo imediato, em consonância com os critérios e condições estipuladas no edital de credenciamento. É proibida a transferência parcial ou total da credencial para terceiros.

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Prefeitura decreta ponto facultativo nas repartições públicas municipais durante a Micareta

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  • março 28, 2024
Prefeitura decreta ponto facultativo nas repartições públicas municipais durante a Micareta

O prefeito Colbert Martins Filho decretou ponto facultativo nas repartições públicas municipais considerando a Micareta de Feira – a ser realizada entre os dias 18 e 21 de abril. A medida foi publicada em edição do Diário Oficial Eletrônico nesta quarta-feira (27).

Conforme a publicação, o expediente fica alterado no primeiro dia da festa (18 de abril), com as repartições públicas municipais não sujeitas a regime de plantão e que não prestem serviços essenciais à população funcionando das 7h às 13h.

Enquanto no dia 22 de abril, quando acontece o arrastão da festa, será ponto facultativo pela manhã e o expediente será das 13h às 17h30.

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Voluntários resgatam cachorrinho congelado abandonado em casa no inverno

  • Sociedade News
  • março 28, 2024
Voluntários resgatam cachorrinho congelado abandonado em casa no inverno

Voluntários resgatam um cachorrinho que estava congelado em meio às baixíssimas temperaturas do inverno dos Estados Unidos. O animalzinho foi encontrado junto com um amigo, que acabou não suportando o frio e morreu. Os dois estavam em uma condição de 12 graus negativos.

Assim que foram acionados, os profissionais da KC Pet Project, de Kansas City, correram para salvar Horton.

Os voluntários levaram o pet para o abrigo e usaram secadores de cabelo, toalhas e até botinhas para aumentar a temperatura no corpo dele. Agora, o bichinho voltou a comer, está se recuperando e mostrou que além de forte é um bichinho muito amável.

Inverno congelante

No dia do resgate, a máxima em Kansas City era -12 graus.

Os voluntários receberam uma ligação que dois cachorrinhos estavam congelados em uma casa e correram para o resgate.

No local, assim que chegaram, o cenário era bem crítico. As condições de Horton eram péssimas.

Congelado e sem sinais

O cenário era tão extremo, que o termômetro que os profissionais usaram em Horton não apontava a temperatura do pet.

Além disso, Horton não tinha nenhum movimento ocular, apenas um leve batimento cardíaco.

Mais alguns minutos naquele local, o cachorrinho não iria resistir. Era preciso levar Horton o mais rápido possível para um lugar quentinho.

Voltou à vida no abrigo

Assim, os voluntários do KCP Pet Project correram com o cachorro para o abrigo.

No local, Horton foi colocado em uma maca e os voluntários usaram, pelo menos, três secadores de cabelo ao mesmo tempo.

Além disso, ele foi enrolado em várias toalhas.

O cachorrinho, que aparentava um olhar triste, aos poucos, foi sendo reanimado. Ele estava voltando!

Recuperando bem

Na mesma hora, os profissionais ofereceram um pouco de comida úmida para ele, e Horton devorou tudo!

“Antes que pudéssemos perceber, Horton comeu a comida que lhe fornecemos, mostrando que ele estava totalmente consciente, embora ainda muito fraco”, disseram em comunicado.

Aos poucos, o cachorrinho foi se recuperando e mostrou que é um fofo.

“Ele está mostrando sua personalidade doce e gostando do carinho e cuidado que nossa clínica veterinária está lhe dando. Horton está se recuperando totalmente e lutamos por ele assim como ele lutou por sua própria vida”.

Fonte Só Notícia Boa

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PM de folga salva homem que engasgou com pedaço de carne em restaurante

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  • março 28, 2024
PM de folga salva homem que engasgou com pedaço de carne em restaurante

Um herói sem capa! Um homem não identificado foi salvo por um cabo da Polícia Militar, após se engasgar com um pedaço de carne em um restaurante de Araraquara, interior de São Paulo.

O momento do desespero foi registrado pela câmera de segurança do local. Enquanto almoçava com a família, a vítima pediu socorro, e um outro cliente tentou realizar a Manobra de Heimlich, mas sem sucesso.

Por sorte, o PM, que estava de folga, percebe a movimentação, entra em cena e continua a manobra. Em poucos segundos, ele consegue ajudar o homem a expelir o pedaço de alimento que o sufocava. Que alívio!

Repercussão na web

Apesar do susto, felizmente e graças à agilidade do policial, o homem que estava quase morrendo por asfixia foi salvo e passa bem.

A ação do PM foi celebrada pelo 13º Batalhão de Polícia Militar do Interior e internautas nas redes sociais.

“Instrumento usado por Deus para salvar uma vida”, escreveu um usuário.

“Que bênção ele estar ali naquele momento”, disse outro.

Manobra Heimlich

A Manobra Heimlich é uma técnica de primeiros socorros que pode ser aplicada por qualquer pessoa em emergências.

Consiste em uma série de compressões abdominais realizadas para desobstruir as vias respiratórias de uma pessoa que está engasgada com um objeto ou alimento.

É simples de aprender e pode ser crucial para salvar vidas em casos de asfixia, como no caso deste homem.

Como fazer?

Veja o passo a passo de como realizar a Manobra Heimlich:

Posicione-se atrás da pessoa engasgada e mantenha a calma.
Abraçando a pessoa pela cintura, incline-a para frente.
Com uma mão fechada, coloque o polegar da mão cerrada na parte superior do abdômen da pessoa, logo abaixo do osso do peito.
Coloque a outra mão sobre a primeira e pressione firmemente para dentro e para cima, com movimentos rápidos e bruscos.
Repita esses movimentos até que o objeto obstrutivo seja expelido e a pessoa consiga respirar normalmente.

Se a pessoa perder a consciência, deite-a no chão e inicie as compressões torácicas até a chegada da ajuda médica.

Pronto, agora você também sabe como agir caso se encontre em uma situação assim.

Fonte Só Notícia Boa

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