Foto: Fátima Brandão

A Fundação Hospitalar de Feira de Santana está promovendo, a partir desta quarta-feira (15), das 8h ao meio-dia, um atendimento especial voltado aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI II – Antônio Lázaro), localizado no bairro Baraúnas. A iniciativa faz parte da programação do dia 9 de maio, Dia D, em homenagem ao Dia das Mães e reforça o cuidado com a saúde das mulheres e de toda a população.

Durante a ação, estão sendo realizadas marcações para consultas e exames destinados a pacientes que já possuem solicitação médica. A diretora-presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, destaca o empenho das equipes para ampliar o acesso aos serviços.

“Estamos com nossas equipes prontas para atender o maior número possível de pessoas que precisam dessa assistência. O atendimento ocorre enquanto houver vagas disponíveis, o que exige atenção da população interessada”, ressaltou.

A coordenadora do CMDI II, Bruna Lasse, explica que a programação contempla uma ampla oferta de especialidades médicas, incluindo consultas com gastroenterologista, cardiologista, otorrinolaringologista, ortopedista, clínico geral e cirurgião de cabeça e pescoço.

“Essa é uma grande ação social em benefício da população. Além das consultas, diversos procedimentos estão disponíveis para marcação, ampliando o acesso ao diagnóstico e ao tratamento”, afirmou.

Entre os exames ofertados estão mamografia, raio-X, ultrassonografias, doppler de membros, eletrocardiograma, ecocardiograma, densitometria óssea, endoscopia, colonoscopia, punções de tireoide e mama, pequenas cirurgias e MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial).

A Fundação Hospitalar reforça que as marcações são realizadas exclusivamente mediante apresentação da solicitação médica, garantindo organização e acesso adequado aos serviços.

A ação reafirma o compromisso da instituição com a ampliação do acesso à saúde pública, especialmente em datas simbólicas como o Dia das Mães, promovendo cuidado, prevenção e mais qualidade de vida para a população.

Com informações da Secretaria Municipal de Comunicação Social (Secom)

Investimento do Governo do Brasil para atender 5.571 municípios é de R$ 12,79 bilhões. Valor médio de repasse no País é de R$ 678,22

Lyon Santos/MDS

Os beneficiários do Bolsa Família recebem o repasse referente ao mês de abril a partir desta quinta-feira (16/4). Serão 18,9 milhões de famílias atendidas em todos os 5.571 municípios brasileiros, com valor médio de benefício de R$ 678,22. O investimento do Governo do Brasil no programa de transferência de renda é de R$ 12,79 bilhões neste mês. O cronograma de pagamentos leva em conta o fim do Número de Identificação Social (NIS) e segue até o dia 30 ( veja calendário ).

Divulgação

Dentro das ações de enfrentamento a desastres previstas no programa de transferência de renda para situações como secas, enchentes, inundações e eventos climáticos extremos, 173 municípios recebem o pagamento de maneira unificada, no primeiro dia do calendário. Entre eles, 121 cidades do Rio Grande do Norte, 17 da Bahia, 8 do Rio de Janeiro, 6 de Sergipe e Roraima, além de cinco em Minas Gerais, três no Amazonas e no Piauí, duas em São Paulo e uma no Pará.

PRIMEIRA INFÂNCIA — No pacote de benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, 8,28 milhões de crianças de zero a seis anos recebem neste mês o Benefício Primeira Infância. Isso significa um adicional de R$ 150 destinado a cada integrante dessa faixa etária na composição familiar. O investimento é de R$ 1,17 bilhão.

COMPLEMENTARES — O Bolsa Família também prevê outros benefícios complementares, no valor adicional de R$ 50, que chegam a 13,9 milhões de crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 652,8 mil gestantes e 343,9 mil nutrizes. Para esses pagamentos, o investimento supera R$ 689,6 milhões.

ESPECÍFICOS — Neste mês, o Bolsa Família alcança, em seu grupo prioritário e específico, 272,9 mil famílias com pessoas em situação de rua, 253,3 mil com pessoas indígenas, 296,6 mil com quilombolas, 3,4 mil com crianças em situação de trabalho infantil, 56,4 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 413,8 mil com catadores de material reciclável.

PERFIL — Como costuma ocorrer no Bolsa Família, 84% dos responsáveis familiares são mulheres: 15,8 milhões. As pessoas de cor preta/parda representam a predominância entre os beneficiários e somam 36 milhões (73,3%).

PROTEÇÃO — Outra criação da nova versão do Bolsa Família, a Regra de Proteção permite aos beneficiários permanecerem no programa por até um ano, mesmo depois de conseguirem emprego com carteira assinada ou aumento de renda. Nesse caso, a família recebe 50% do valor. Esse parâmetro atinge, em abril, 2,34 milhões de famílias, com o investimento de R$ 856 milhões.

REGIÕES — No recorte por regiões, o Nordeste reúne o maior número de contemplados em março. São 8,86 milhões de beneficiários, a partir de um investimento de R$ 5,96 bilhões. Na sequência aparece a região Sudeste (5,35 milhões de famílias e R$ 3,56 bilhões em repasses), seguida por Norte (2,44 milhões de famílias e R$ 1,72 bilhão), Sul (1,28 milhão de beneficiários e R$ 858,6 milhões) e Centro-Oeste (982,67 mil famílias e R$ 673,4 milhões).

ESTADOS — Na divisão por unidades federativas, o maior número de contemplados em abril está na Bahia. São 2,36 milhões de famílias beneficiárias no estado, a partir de um aporte de R$ 1,57 bilhão. Na sequência está São Paulo, com 2,22 milhões de contemplados. Em outros 6 estados há mais de um milhão de integrantes do programa: Pernambuco (1,48 milhão), Minas Gerais (1,44 milhão), Rio de Janeiro (1,4 milhão), Ceará (1,35 milhão), Pará (1,26 milhão) e Maranhão (1,15 milhão).

VALOR MÉDIO NOS ESTADOS — Roraima é o estado com maior valor médio de repasse aos beneficiários em abril: R$ 741,02. Completam a lista das cinco maiores médias o Amazonas (R$ 728,74), Acre (R$ 724,50), Amapá (R$ 721,32) e Pará (R$ 700,30).

fonte: agência gov

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Governo Federal propôs um salário mínimo de R$ 1.717 para o ano que vem, com aumento nominal de 5,92%. O valor consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, enviado nesta quarta-feira (15/4) ao Congresso Nacional.

O reajuste segue a projeção de 3,06% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para os 12 meses terminados em novembro mais o crescimento da economia em 2025, limitado ao crescimento de gastos de 2,5% acima da inflação, determinado pelo arcabouço fiscal. A estimativa para o INPC também consta do PLDO.

O projeto também apresentou previsões de R$ 1.812 para o salário mínimo em 2028, de R$ 1.913 para 2029 e de R$ 2.020 para 2030. As projeções são preliminares e serão revistas no PLDO dos próximos anos.

Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.

O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.

Por: Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Foto: Juan Torres/ge

Vitória e Piauí medem forças às 21h30 (de Brasília) desta quarta-feira, no Barradão, pela quarta rodada da fase de grupos da Copa do Nordeste.

O Vitória chega animado por duas vitórias seguidas no Barradão e vai tentar engatar o terceiro resultado positivo em sequência para assumir a liderança do Grupo A, na Copa do Nordeste. O Rubro-Negro começa a quarta rodada na segunda posição, um ponto atrás do ASA.

Na Copa do Nordeste, o Piauí está na quarta posição do Grupo A com quatro pontos. O clube perdeu seu último jogo na competição. Na oportunidade, o Fluminense-PI venceu por 2 a 0 no estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina. A última partida do PEC foi pelo Campeonato Brasileiro Série D 2026. O Enxuga Rato empatou com o Atlético-CE por 1 a 1, e o zagueiro Leandro Amorim marcou o gol do Rubro-Anil.

Vitória – Técnico: Jair Ventura

Jair Ventura prometeu força máxima na Copa do Nordeste, mas pode preservar alguns jogadores por recomendação do departamento médico. Os atletas com maior sequência de jogos como titular são Lucas Arcanjo, Ramon, Cacá e Erick, todos com cinco partidas seguidas no onze inicial do Rubro-Negro.

Provável escalação: Lucas Arcanjo (Gabriel Vasconcelos); Nathan Mendes, Cacá (Edenilson), Luan Cândido e Ramon (Wanderson); Gabriel Baralhas, Emmanuel Martínez e Matheuzinho; Diego Tarzia (Cantalapiedra), Erick (Lucas Silva) e Renato Kayzer.

Desfalques: Marinho, Claudinho e Pedro Henrique (transição); Mateus Silva, Jamerson, Neris, Camutanga, Edu, Rúben Ismael e Dudu (lesão).
Pendurados: Cacá.

Piauí – Técnico: Tostão

A novidade para este jogo é o retorno do lateral-direito Williams Bahia e do meio-campo Guilherme Belea. A dupla estava entregue ao departamento médico, mas agora está à disposição do técnico Tostão. Williams havia sofrido uma lesão coxa, e Belea se recuperava de um problema físico.

O atacante Islan, que sofreu uma crise convulsiva em campo, permanece como baixa. O Piauí informou que o atleta está bem e realiza ainda alguns exames para detectar a causa da convulsão.

Provável escalação: Pedro Paulo; Eduardo, Leandro Amorim, Thurram e Tenório; Andinho, Adson, Breno e Wallace; Kauã Maranhão e Nathan.

Desfalques: Islan (crise convulsiva) e Gustagol (lesão no joelho).

Arbitragem

  • Árbitro: Tarcisio Flores da Silva (RN);
  • Assistente 1: Francisco de Assis da Hora (RN);
  • Assistente 2: João Henrique Queiroz Da Silva (RN);
  • Quarto árbitro: Jeferson Silva Andrade (BA).

Valores a receber e banco de pagamento podem ser consultados na CTPS Digital e no portal GOV.BR

Agência Gov | Via MTE

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) inicia, nesta quarta-feira (15/4), o pagamento do terceiro grupo de trabalhadores com direito ao abono salarial. Serão pagos benefícios a 4.272.981 trabalhadores nascidos em março e abril, com um desembolso de R$ 5,4 bilhões.
O abono salarial será pago a 3.826.355 trabalhadores vinculados a empresas privadas cadastradas no Programa PIS, por meio da Caixa Econômica Federal, e a 446.626 trabalhadores servidores públicos vinculados ao Programa PASEP, por meio do Banco do Brasil. Neste calendário, o valor do benefício varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024.

Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial referente ao ano-base 2024 teve início em 16 de fevereiro

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) inicia, nesta quarta-feira (15/4), o pagamento do terceiro grupo de trabalhadores com direito ao abono salarial. Serão pagos benefícios a 4.272.981 trabalhadores nascidos em março e abril, com um desembolso de R$ 5,4 bilhões.

O abono salarial será pago a 3.826.355 trabalhadores vinculados a empresas privadas cadastradas no Programa PIS, por meio da Caixa Econômica Federal, e a 446.626 trabalhadores servidores públicos vinculados ao Programa PASEP, por meio do Banco do Brasil. Neste calendário, o valor do benefício varia de R$ 136,00 a R$ 1.621,00, de acordo com a quantidade de meses trabalhados durante o ano-base 2024.

Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial referente ao ano-base 2024 teve início em 16 de fevereiro, e os valores ficarão disponíveis aos trabalhadores até o encerramento do calendário, em 30 de dezembro de 2026.

Quem tem direito

Têm direito ao abono salarial os trabalhadores que atendem aos critérios de habilitação, como: estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo; ter recebido, de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social (PIS) ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP), até o valor de referência de R$ 2.766,00 de remuneração mensal no ano-base 2024; ter exercido atividade remunerada durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração; e ter seus dados do ano-base 2024 informados corretamente pelo empregador no eSocial.

Pagamento pela Caixa – O pagamento do abono salarial pela Caixa será realizado prioritariamente por crédito em conta do trabalhador (corrente, poupança ou Conta Digital) ou por meio do aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente.

Para o trabalhador não correntista, o pagamento será realizado por meio de canais como agências, lotéricas, autoatendimento, CAIXA Aqui e demais canais disponibilizados pela Caixa.

Pagamento pelo Banco do Brasil – No Banco do Brasil, o pagamento será realizado prioritariamente por crédito em conta bancária, transferência via TED ou PIX, ou presencialmente nas agências de atendimento, para trabalhadores não correntistas e que não possuam chave PIX.

Informações adicionais poderão ser obtidas nos canais de atendimento do Ministério do Trabalho e Emprego, nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho ou pelo telefone 158. O calendário completo de pagamento pode ser acessado no link: Receber o Abono Salarial .

Valores por estado

EstadoValor
São PauloR$ 1,3 bilhão
Minas GeraisR$ 590,8 milhões
Rio de JaneiroR$ 475,7 milhões
ParanáR$ 341,6 milhões
BahiaR$ 324,7 milhões
Rio Grande do SulR$ 295,5 milhões
Santa CatarinaR$ 247,1 milhões
PernambucoR$ 232,3 milhões
CearáR$ 230,4 milhões
GoiásR$ 169,9 milhões
ParáR$ 130 milhões
Espírito SantoR$ 117,8 milhões
ParaíbaR$ 100,5 milhões
Distrito FederalR$ 95 milhões
Rio Grande do NorteR$ 93 milhões
Mato GrossoR$ 84,8 milhões
MaranhãoR$ 80,4 milhões
Mato Grosso do SulR$ 73,5 milhões
AmazonasR$ 72,7 milhões
AlagoasR$ 72,3 milhões
PiauíR$ 61,2 milhões
SergipeR$ 57 milhões
RondôniaR$ 34,1 milhões
TocantinsR$ 31,9 milhões
AcreR$ 13,9 milhões
AmapáR$ 11,8 milhões
RoraimaR$ 10,3 milhões

Proposta amplia o descanso semanal, melhora a qualidade de vida dos trabalhadores e mantém a renda integralmente preservada

Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta terça-feira (13), mensagem presidencial, formalizando o envio ao Congresso, com urgência constitucional, de projeto de lei que reduz o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garante dois dias de descanso remunerado e proíbe qualquer redução salarial. Na prática, o texto coloca fim à escala 6×1. A mensagem foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

O projeto estabelece uma nova referência para o mercado de trabalho brasileiro, com impacto direto sobre milhões de trabalhadores, e promove ajustes na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e em legislações específicas para assegurar a aplicação uniforme das novas regras.

Hoje é um dia importante para a dignidade da família, de quem constrói o Brasil todos os dias. Encaminhei ao Congresso Nacional, com urgência constitucional, um projeto de lei que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais. E, importante, sem qualquer redução no salário.”— Lula (@LulaOficial) April 14, 2026

O texto fixa novo limite de jornada em 40 horas semanais e mantém as 8 horas diárias, inclusive para trabalhadores em escalas especiais, assegura dois dias de repouso semanal de 24 horas consecutivas — preferencialmente aos sábados e domingos — e consolida o modelo de cinco dias de trabalho para dois de descanso, superando a lógica predominante da escala 6×1. Os dias de repouso poderão ser definidos em negociação coletiva, respeitando as peculiaridades de cada atividade.

A redução da jornada não poderá implicar corte nominal ou proporcional de salários, nem alteração de pisos e vale tanto para contratos em vigor e contratos futuros. A vedação se aplica a todos os regimes, incluindo trabalho em regime integral, parcial e regimes especiais.

O objetivo central da proposta é garantir mais tempo para a vida além do trabalho, tempo com a família, para o lazer, para a cultura e para o descanso. A garantia do descanso ainda tem potencial impacto positivo sobre a economia, estando alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que combina produtividade, bem-estar e inclusão social.

O que muda na prática

  • Jornada semanal: limite passa de 44 para 40 horas
  • Descanso ampliado: ao menos dois dias de repouso semanal remunerado
  • Novo padrão: consolidação do modelo 5×2 e redução das horas trabalhadas
  • Salário protegido: vedada qualquer redução salarial
  • Abrangência ampla: inclui domésticos, comerciário, atletas, aeronautas, radialistas e outras categorias abrangidas pela CLT e leis especiais.
  • Aplicação geral: limite de 40 horas passa a valer também para escalas especiais e regimes diferenciados
  • Flexibilidade: mantém escalas como 12hx36 por acordo coletivo, respeitada a média de 40 horas por semana

MAIS TEMPO LIVRE E REDUÇÃO DE DESIGUALDADES – A proposta enfrenta uma realidade ainda presente no país: cerca de 37,2 milhões de trabalhadores têm jornadas acima de 40 horas semanais — o equivalente a aproximadamente 74% dos celetistas.

Hoje, cerca de 14 milhões de brasileiros trabalham na escala 6×1, com apenas um dia de descanso — incluindo 1,4 milhão de trabalhadoras domésticas. Além disso, 26,3 milhões de celetistas não recebem horas extras, o que indica jornadas frequentemente mais longas na prática.

Ao ampliar o tempo livre, o projeto busca melhorar a qualidade de vida, fortalecer a convivência familiar e reduzir impactos na saúde. Em 2024, o país registrou cerca de 500 mil afastamentos por doenças psicossociais relacionadas ao trabalho.

As jornadas mais extensas estão concentradas entre trabalhadores de menor renda e menor escolaridade, o que faz da proposta também uma medida de redução de desigualdades no mercado de trabalho.

MODERNIZAÇÃO E PRODUTIVIDADE – A mudança dialoga com transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade. Jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade.

Experiências internacionais mostram que, quando implementada com planejamento e diálogo, a redução da jornada contribui para melhor organização do trabalho e ganhos de produtividade.

O projeto aproxima o Brasil de um movimento já em curso em diversos países. O Chile aprovou a redução gradual da jornada de 45 para 40 horas semanais até 2029, enquanto a Colômbia está em transição de 48 para 42 horas até 2026. Na Europa, a jornada de 40 horas ou menos já é predominante: a França adota 35 horas semanais desde os anos 2000, e países como Alemanha e Holanda operam, na prática, com médias inferiores a 40 horas.

Fonte Agencia Gov

Divulgaçao

Nesta terça-feira (14), Dia Mundial do Café, o Brasil celebra um dos produtos mais consumidos e que faz parte da identidade cultural do país. E a Bahia deverá seguir como um dos principais produtores brasileiros do fruto em 2026, sendo líder no Nordeste e ocupando a quarta posição no ranking nacional, com 227,9 mil toneladas a serem colhidas. O montante corresponde a 5,9% da produção do país, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE.

Ainda segundo o Instituto, o café gerou o 4° maior valor da agricultura baiana, com R$4,023 bilhões (8,5% do valor agrícola do estado). “As condições favoráveis de clima e solo, aliadas ao trabalho de qualidade e inovação realizado pelos produtores, têm resultado em um café de excelência na Bahia, reconhecido no Brasil e no mundo. A Seagri seguirá atuando para apoiar a cadeia produtiva através de políticas públicas para estimular ainda mais a produção”, declara o titular da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), Vivaldo Góis.

Desde 2016, o café canephora ou conilon, originário da África Ocidental e que possui como algumas das características a facilidade na produção e maior resistência a pragas e doenças, tem sido predominante na Bahia e deve representar, este ano, seis de cada dez toneladas do montante a ser colhido (133.055 toneladas). O café arábica, mais refinado e variado em acidez, corpo e sabor, tem estimativa de produção de 94,8 mil toneladas, ou seja, 41,6% do total.

As regiões do Extremo Sul, Sudoeste e Chapada Diamantina concentram a maior parte dos 130 municípios que produzem café na Bahia. Com 26,1 mil toneladas, Itamaraju ocupa o primeiro lugar na produção baiana, seguido de Prado, com 22,7 mil toneladas; Barra da Estiva, com 15,6 mil toneladas; Porto Seguro, com 15 mil toneladas; e Barra do Choça, com 14,9 mil toneladas.

Expansão e qualidade

De acordo com o diretor de Desenvolvimento da Agricultura da Seagri, Assis Pinheiro Filho, a área de planalto na região de Vitória da Conquista é tradicional no café arábica, com forte presença da agricultura familiar. “É uma localidade que se destaca pela resiliência e agora pela busca crescente por certificações de sustentabilidade e através do cooperativismo a agregação de valor”, pontua. Já o Extremo Sul é considerado o “pulmão” do café conilon na Bahia devido ao clima quente e úmido, perfeito para a variedade, que tem tido demanda crescente pela indústria de solúveis e blends.

O Oeste baiano também vem se consolidando como um polo emergente na produção de café. A região conquistou, junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), o selo de Indicação Geográfica (IG) de Procedência para o café arábica, reconhecimento que atesta a qualidade e a origem do produto.

Fatores naturais e tecnológicos explicam esse desempenho: áreas com altitude média de 700 metros, elevada luminosidade, baixa amplitude térmica e solos profundos e variados criam condições ideais para o cultivo. Somam-se a isso os altos níveis de produtividade, impulsionados por sistemas de irrigação e mecanização, voltados à produção em escala e à padronização exigida pelo mercado internacional.

Outra região que também possui o selo IG, na categoria Denominação de Origem, é a Chapada Diamantina. Contribuem para a qualidade do café da localidade características como altitude elevada que alcança 1.300 metros, baixa temperatura e orientação da encosta onde os cafezais são cultivados, combinados com práticas pós-colheita tradicionais. O resultado é um produto com notas sensoriais exclusivas, como acidez cítrica, corpo encorpado e um retrogosto prolongado, que tem despertado a atenção de paladares pelo mundo.

A Bahia ainda possui potencial para expandir o plantio de café para outras regiões. Os estudos de zoneamento (Zarc) no Vale do São Francisco, famoso pelas frutas, mostram potencial para a produção de café conilon irrigado, aproveitando a infraestrutura já existente de canais.

O Baixo Sul e o Recôncavo, com história na produção de cacau, guaraná e borracha, também são áreas favoráveis para o fruto. “Através do plantio do café conilon, os produtores podem diversificar as culturas, incrementar a agrofloresta e mitigar os riscos climáticos e econômicos, aproveitando também a logística portuária”, completa Pinheiro Filho.

Políticas públicas

O Governo do Estado, por meio da Seagri, vem atuando na articulação da cadeia produtiva do café em parceria com as câmaras setoriais. As ações envolvem a consolidação de uma rede voltada para a produção de grãos de alto padrão, com investimentos em modernização do sistema produtivo, assistência técnica, infraestrutura de comercialização e fortalecimento das cooperativas. A pasta também coordena o Fórum Baiano de Indicação Geográfica e Marcas Coletivas, responsável pelo processo que já rendeu oito Indicações Geográficas (IGs) a produções na Bahia.

Fonte : SEAGRI

Produto foi criado por alunos do Centro Territorial de Educação Profissional Médio Rio das Contas (Cetep/MRC), no município de Ipiaú.

Foto: Arquivo Pessoal

O chocolate é um alimento cujo consumo exige atenção e cuidado, especialmente para portadores da diabetes, doença crônica caracterizada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, que resulta em altos níveis de açúcar no sangue. Pensando nisso, estudantes baianos desenvolveram um chocolate voltado para pessoas com diabetes tipo 2.
Lívia Bispo, de 17 anos, Elias Costa, de 18, e Adígena Neta, também de 17, sob orientação do professor Lucas da Conceição, batizam o produto de “ChocoMed”. Eles fazem parte da comunidade escolar do Centro Territorial de Educação Profissional Médio Rio das Contas (Cetep/MRC), em Ipiaú, no interior da Bahia.

O produto desenvolvido pelos estudantes do curso técnico em Biotecnologia utiliza ingredientes com baixo valor glicêmico, por isso, é considerado ideal para pacientes com a condição, em que o corpo desenvolve resistência à insulina ou não a produz o suficiente, causando hiperglicemia.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional.
O projeto surgiu há um ano, entre estudos e elaboração do produto. A ideia partiu da preocupação com as pessoas que vivem com a doença.

Mergulhamos em pesquisas para entender melhor quais ingredientes seriam mais adequados, quais processos deveríamos utilizar e como desenvolver o produto da melhor forma possível”, contou Lívia Bispo.

A fórmula do chocolate utiliza cacau 70%, manteiga de cacau, uma combinação de farinha de semente de abóbora com a polpa do melão-de-são-caetano e leite em pó zero lactose e não conta com adição de açúcar.

Processo de desenvolvimento

O produto ainda está em fase de desenvolvimento e ampliação. Até chegar à fórmula atual, foram necessários meses de pesquisa e testes.
“Foi um longo processo que envolveu diversas pesquisas, testes e mudanças contínuas. Com isso, chegamos a um resultado mais completo e alinhado com a nossa proposta”, explicou Lívia Bispo durante bate-papo com o g1.
Já foram realizadas as degustações iniciais com o produto. Atualmente os estudantes acompanham um grupo de controle para analisar os efeitos do consumo do chocolate.
Adígena Neta destaca como uma das maiores dificuldades enfrentadas pela equipe a necessidade de equilibrar sabor e propriedades nutricionais.
“Juntar todos os ingredientes para que o resultado final fosse saboroso, mas sem perder o foco na saúde. E estudar cada ingrediente separadamente para juntá-los”, completou a estudante.
Foto: Arquivo Pessoal
Para o professor Lucas da Conceição, o diferencial do produto está nas propriedades bioativas. “Esses componentes apresentam compostos que, segundo estudos científicos, podem contribuir para a regulação metabólica e auxiliar no controle dos níveis de glicose no sangue”.
A equipe aponta que o principal objetivo do ChocoMed é oferecer uma alternativa mais saudável, sem abrir mão do sabor.

“O projeto também busca conscientizar sobre a importância de uma alimentação equilibrada, mostrando que é possível criar alternativas que cuidem da saúde e ainda sejam acessíveis”, informou a estudante Adigena Neta.
Sobre o futuro do projeto

Apesar de ainda não estar pronto para comercialização, os alunos pretendem ampliar a pesquisa e transformar o ChocoMed em uma linha de produtos. Os planos ainda incluem mostrar a importância do cacau na economia, na história e na saúde.

A comercialização ainda depende de novos estudos, além da obtenção de patente, investidores e patrocinadores, ponderou Elias Costa .

Entenda o que é a diabetes tipo 2

Segundo a médica endocrinologista Ana Mayra, a Diabetes Tipo 2 é uma doença crônica caracterizada pelo aumento da taxa de açúcar no sangue. De acordo com a especialista, isso acontece por dois fatores principais:

a redução na produção de insulina pelo pâncreas.
a chamada resistência à insulina, quando o organismo produz o hormônio, mas ele não consegue agir adequadamente.

“É como se no corpo existisse um obstáculo à ação dessa insulina, mesmo ela estando presente”, explicou.
Conforme a médica, Ana Mayra informou que um dos principais fatores de risco para desenvolver a doença é o excesso de peso. “A obesidade funciona como uma obstaculação da insulina, gerando dificuldade na ação dela e, consequentemente, o aumento da taxa de açúcar no sangue”.
A endocrinologista explicou ainda que a Diabetes Tipo 2 costuma ser mais frequente em adultos, principalmente em pessoas com sobrepeso e histórico familiar da doença.

Consumo de doces exige controle

Segundo a médica, pessoas com diabetes tipo 2 precisam ter atenção especial à alimentação, pois a doença é marcada pelo aumento da taxa de açúcar no sangue. Chocolates com maior teor de cacau, como o desenvolvido pelos estudantes, costumam ter menor impacto sobre a glicemia.
“Quanto maior o teor de cacau, menor impacto terá sobre a glicemia, mas ele não pode ser consumido de forma absolutamente liberada”, alertou a especialista.
Isso não significa cortar completamente os doces, mas que o consumo precisa ser controlado e acompanhado por profissionais.
Sobre o ChocoMed, a médica considera positiva a escolha de um chocolate com 70% de cacau e ingredientes ricos em fibras, como a semente de abóbora. “As fibras são muito bem-vindas para qualquer indivíduo e também para a população com diabetes, porque acabam lentificando a absorção de determinados alimentos e gerando uma sensação de saciedade muito boa”, avaliou.

Ela ressaltou, no entanto, que ainda são necessários estudos mais aprofundados para comprovar os benefícios específicos do produto. “Tudo isso precisa ser muito estudado para que a gente possa lançar um determinado produto como sendo benéfico a uma ou outra doença”.

Atendimento de tratamento na Bahia

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) orienta que o primeiro passo para o tratamento de diabetes é buscar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de cada município, que é responsável por cadastrar, acompanhar e fornecer insumos. Os casos de maior complexidade são regulados para o Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba).
O centro oferece uma rede integrada na atenção ao paciente com diabetes e endocrinopatias no Estado, com atenção multidisciplinar em áreas nas quais ocorrem complicações na evolução da doença, com serviços de Angiologia, Nefrologia, Ginecologia, Cardiologia, Oftalmologia, Urologia, Psiquiatria, Exames laboratoriais, Eletrocardiograma (ECG), Ultrassonografia, Doppler e Citologia de tireoide.

Na operação foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, nas cidades de Teixeira de Freitas e Salvador (BA).

Foto: Divulgação/ Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (14), a Operação Colligatio, no âmbito de procedimento que apura uma suposta prática de corrupção eleitoral, organização criminosa e outros delitos, instaurada a partir de informações do Ministério Público da Bahia e da Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, sobre uma possível aliança entre o então candidato a prefeito de Teixeira de Freitas (BA) e líderes de facções criminosas custodiados em presídios do estado, com o propósito de obter vantagem eleitoral no pleito de 2024.

Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, nas cidades de Teixeira de Freitas e Salvador (BA).
As medidas cautelares têm escopo de arrecadar objetos e bens vinculados aos delitos praticados, especificamente, telefones celulares, notebooks, dispositivos eletrônicos e ópticos de armazenamento de dados, anotações em meios físicos e digitais e demais informações pertinentes, sem prejuízo da apreensão de outros objetos considerados fundamentais para o aprofundamento das investigações, a completa elucidação dos fatos e a responsabilização dos envolvidos, sempre com observância ao devido processo legal.

Caso fique comprovado, as condutas caracterizam os crimes de corrupção eleitoral, organização criminosa, corrupção ativa e corrupção passiva, dentre outros que porventura sejam descobertos no decorrer das investigações.
A Polícia Federal destaca que as investigações seguem em curso e que novas diligências
poderão ser realizadas conforme o avanço dos trabalhos.

O expediente do SAC nas escolas será de 8h às 17h, por ordem de chegada, e a cota diária em cada escola será de 150 atendimentos.

Foto: Ascom/ Saeb

A equipe SAC Itinerante realiza gratuitamente, de 14 a 16 de abril, atendimento especial da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) em duas escolas estaduais de tempo integral em Feira de Santana: no Colégio Assis Chateaubriand, no Sobradinho, e no Colégio Ana Alice Figueiredo dos Santos, no bairro de São João. O objetivo da ação, que faz parte do projeto Rolê Cidadão, da Secretaria de Educação (SEC), é atender a alunos e à comunidade escolar, devido à grande procura pelo documento.

O expediente será de 8h às 17h, por ordem de chegada, e a cota diária em cada escola será de 150 atendimentos, totalizando 900 senhas disponibilizadas durante o período. Vale ressaltar que menores de 16 anos precisam estar acompanhados pelo pai ou mãe. “É mais um avanço importante da Rede SAC na ampliação da oferta da emissão da CIN pela Bahia”, ressalta a diretora Operacional do SAC, Nilza Rios. Desde a implantação, em julho de 2024, a Bahia já emitiu mais de 3 milhões de documentos da nova Carteira de Identidade Nacional.

CIN

É preciso frisar que a Carteira de Identidade Nacional (CIN) só será obrigatória a todos os cidadãos brasileiros a partir de março de 2032. Portanto, há um prazo relativamente extenso para que todos possam se organizar sem haver correria aos postos SAC. O RG (modelo antigo) tem validade em todo o Brasil até fevereiro de 2032. Vale ressaltar também a questão da gratuidade. A CIN é um documento novo, portanto será a primeira via para todos os brasileiros, sem distinção. Por ser a primeira via, há a garantia de gratuidade em qualquer tempo. A primeira via da CIN, disponível a todas as pessoas, é gratuita e sempre será.

A primeira via da CIN tem o Cadastro de Pessoa Física (CPF) como número único de identificação. Para fazer o documento, é necessário apresentar a certidão original em mãos: ou de nascimento ou de estado civil, atualizada. Vale destacar que a CIN permite incluir outros números de documentos, como CNH, carteira de trabalho, título de eleitor e certificado militar. Além disso, podem ser adicionadas também condições de saúde, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiências auditiva, visual, física e intelectual; e até informações como tipo sanguíneo, fator RH e opção por ser doador de órgão.

Outra novidade é a inclusão do nome social a pedido do próprio cidadão. Caso haja mudança de nome na certidão de nascimento, fica valendo apenas este novo registro. A CIN também possui uma versão digital que estará disponível no GOV.BR três dias após a impressão. O documento ainda consta um QR Code para verificação da autenticidade e verificação de dados. A CIN tem validade de acordo com a faixa etária do cidadão: de 0 a 12 anos incompletos, validade de 5 anos; de 12 a 60 anos incompletos, validade de 10 anos; acima de 60 anos, validade indeterminada.

Para outras informações, a Saeb disponibiliza o site oficial (www.ba.gov.br/administracao) e o Instagram @saebgovba; o site institucional do SAC (www.sac.ba.gov.br) e o Instagram @sacgovba; além do call center: (71) 4020-5353 (ligação de celular) ou 0800 071 5353 (ligação de telefone fixo).

Serviço:O que? Atendimento da Carteira de Identidade Nacional (CIN) no projeto Rolê Cidadão
Onde? Colégio Assis Chateaubriand; e Colégio Ana Alice Figueiredo dos Santos (Feira de Santana)
Quando? De 14 a 16 de abril, por ordem de chegada, com senhas limitadas
Horário? 8h às 17h
Quanto? Gratuito